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Resumo Diário de Política 20/12/2019: Investigações contra Flávio Bolsonaro se intensificam

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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O filho 01 do presidente continua nas manchetes dos jornais. Depois das buscas, a tese do Ministério Público é de que Flávio Bolsonaro lavou cerca de R$ 2 mihões da “rachadinha”( https://glo.bo/2EDKtke) por meio de empresas e imóveis. Pai e o filho falaram sobre o assunto e lançaram as bases da estratégia de defesa, que incluiu um habeas corpus no Supremo para tentar parar novamente o inquérito (https://glo.bo/2ZaYPBT).

Bolsonaro disse que não responde pelos filhos e sugeriu que os vazamentos de informações sigilosas podem ter sido obra do governador Wilson Witzel. Flávio atacou o juiz e o MP e negou os crimes (https://glo.bo/34I0gZY). O HC está com Gilmar Mendes, o que é uma boa notícia para os Bolsonaro. O ministro pediu informações urgentes, enquanto isso, partidos no Senado aguardam o andamento do processo levar Flávio ao conselho de ética da casa.

Bolsonaro parece que mudou de ideia e sinalizou na live de ontem que sancionará fundo eleitoral de R$ 2 bilhões por correr risco de impeachment (https://glo.bo/2Z6XMmN) no Congresso se mudar o fundo como veio aprovado pelos parlamentares. Ele se diz contrário ao fundo, mas alega que não pode incorrer em crime de responsabilidade. O comportamento veio depois de ameaças de retaliação de Rodrigo Maia. Conversando é que se entende (http://bit.ly/2PEgCyq).

Mais um tema que colocou o governo e o Congresso em dois diferentes lados ontem foi o tal imposto sobre transações digitais, rapidamente entendido como um novo disfarce, nada eficiente, para CPMF. Parte da iniciativa privada também não gostou da nova ideia (https://glo.bo/35Hzhij). Maia foi taxativo ao dizer que não vai rolar (https://glo.bo/2Q8nlzP).

Internacional:

Sete candidatos democratas participaram de debate na disputa pela vaga do partido para disputar a eleição com Donald Trump. Com menos gente no palco, houve mais profundidade na abordagem das propostas e também trocas de farpas em tom mais afiado, afinal as primárias começam logo mais, em 3 de fevereiro. Ontem foram melhor abordados temas relevantes para mercado, como relação EUA-China e acordos sobre comércio. Houve um aumento do tom em relação aos chineses, especialmente sobre a possibilidade de repressão violenta em Hong Kong. A maioria dos candidatos, no entanto, foi cautelosa em relação à posição negocial com a China, por se tratar de um grande parceiro. Chegaram a chamar o país de Frenemy¸ uma junção das palavras amigo e inimigo em inglês. Os democratas foram favoráveis ao acordo com o México aprovado pela Câmara depois do impeachment.

O ex-presidente Joe Biden, que não havia tido um bom desempenho em outros encontros, se saiu muito bem ontem. Mostrou energia e respondeu de forma direta até as perguntas mais difíceis, justamente os pontos pelos quais costuma ser mais criticado.

O prefeito de South Bend, Pete Buttigieg, que experimentou desde o debate anterior uma fase positiva na campanha, foi alvo de questionamentos duros por parte dos rivais, especialmente Elizabeth Warren, com quem estrelou a interação mais quente da noite, sobre a forma de financiamento de campanha e patrimônio acumulado.

Warren parece não ter conseguido o desempenho necessário para reconquistar o eleitorado perdido nas últimas semanas. Outros candidatos que estão mais abaixo nas pesquisas, como Andrew Yang e Amy Klobuchar até se saíram bem, mas dificilmente conseguirão espaço relevante no eleitorado. Para ler a análise completa: (http://bit.ly/36RQ96c)

Curtas:

. Autonomia do BC está no papo, diz Maia (https://glo.bo/2PFWc8).

. Em julgamento virtual, STF suspende MP de Bolsonaro que extingue DPVAT (http://bit.ly/2Q2mEbb).

. Decisão de Edson Fachin, do STF, sobre homologar a delação de Sérgio Cabral deve ficar 2020 no STF. Recesso termina em 1 de fevereiro.

. Vale pela treta: Marcelo Odebrecht recebeu da companhia R$ 240 milhões para assinar o acordo de colaboração. Novo Executivo acusa empreiteiro de “chantagem” em busca de “dinheiro e poder” (https://glo.bo/2Q2j1C5).

. Entrevista do ministro Onyx Lorenzoni (http://bit.ly/2rbHHQ2).

Hoje é o 353º dias do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 290 dias para as eleições municipais.

Faltam 320 dias para as eleições nos EUA.

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