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Resumo Diário de Política 08/06/2020: Atos contra Jair Bolsonaro marcam o fim de semana

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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O fim de semana registrou atos contra o presidente Jair Bolsonaro espalhados pelo país pela primeira vez desde o início da pandemia. Houve manifestações em ao menos 12 capitais (https://bit.ly/3cFgyXz) — o G1 contou 21 cidades (https://glo.bo/2ATFnBB). A maioria dos atos, segundo o noticiário, teve comportamento pacífico e o antirracismo como bandeira comum – mas ainda sem união de todas forças de oposição ao governo (https://bit.ly/2UmJZak).

Jair Bolsonaro passou a semana tachando os manifestantes contra seu governo de “marginais” e “terroristas”. No ato em São Paulo, uma agência bancária foi quebrada e houve confronto com a PM ao final — o que pode ser usado pelo presidente — , mas o tom das manifestações e, principalmente, o clima relatado pelo noticiário ficaram distantes do enunciado de Bolsonaro dos últimos dias (https://glo.bo/2BLzuaj).

Pela manhã, o presidente seguiu na estratégia de deslegitimar os atos: postou uma foto de um boneco presidencial de cabeça para baixo “Essa é a turma que respeita a Democracia e as Instituições””. No Twitter, disse que “forças nada ocultas, apoiadas por parte da mídia, açoitam o Presidente da República das mais variadas formas para deslegitimá-lo ou atrapalhar a governança”.

A ideia brilhante parece ter voltado para ficar. Depois de atrasar das 19h para as 22h a divulgação dos números da pandemia, o governo decidiu omitir o total de casos e de mortos pela Covid-19. Conseguiu gerar onda de críticas mundo afora (https://bit.ly/3cL3EqV). Ontem à noite, recuou e prometeu voltar a incluí-los (https://bit.ly/2Yg5xqr) — mas havia dados discrepantes entre si divulgados pelo próprio governo (https://bit.ly/3cJcqpo).

Ainda na área da transparência, pareceres de ministérios para orientar sanções ou vetos de Bolsonaro passaram a ser sigilosos (https://glo.bo/30lVx1h).

Ela voltou! A equipe de Paulo Guedes volta a discutir a reforma da Previdência, com a sugestão de capitalização para a classe média (https://bit.ly/2MBG6tW). Outro tema que vai voltar à pauta é o Fundeb — Rodrigo Maia falou em entrevista na semana passada que a Câmara precisaria deliberar sobre a ampliação da participação da União no fundo ainda durante a pandemia (https://glo.bo/37d6IuP).

Na agenda do Legislativo na semana, a Câmara deve tentar enfrentar a pauta que não foi votada na semana passada, o que inclui as medidas provisórias 944, de crédito para folha de pagamento, e 927, de flexibilização de regras trabalhistas. O Senado tem pela frente, por enquanto, a MP 936 (https://bit.ly/3h4gsMv), já aprovada pela Câmara, que trata da redução de jornada e salário com compensação paga pelo governo — e passou a incluir também a prorrogação da desoneração da folha de pagamento. E Maia disse que a Câmara corrigirá erros da MP 975, que também pretende liberar crédito para micro e pequenas empresas (https://bit.ly/2XI7nRZ)

Curta: Em editorial, o britânico Financial Times fala em risco à democracia no Brasil (https://on.ft.com/2UmcOnz)

Internacional

Covid-19: Segundo a OMS, são 6.799.713 casos confirmados e 397.388 óbitos (https://bit.ly/3f7NEkx).

Apesar de dados de emprego surpreenderem positivamente (https://glo.bo/2YfzmaJ), crescem as críticas ao presidente americano Donald Trump em meio a protestos contra o racismo, inclusive dentro do partido republicano (https://bloom.bg/3h7bZsa). Vale destacar que os protestos continuam após 12 dias com amplo apoio popular (https://on.wsj.com/2Uo6cov e https://nyti.ms/3dL1YPr). No lado democrata, Joe Biden atingiu o número de delegados necessários para obter a nomeação do partido à presidência (https://cnn.it/3dHtKfD).

No sábado (6), Trump surpreendeu ao ordenar a retirada de 9.500 soldados da Alemanha, o que deve deteriorar as relações entre os países (https://bloom.bg/379vg7O).

OPEP e aliados concordaram em estender um corte de produção de quase 10 milhões de barris por dia até o final de julho, para trazer maior estabilidade aos mercados de energia (https://glo.bo/2zh9dQi).

Hoje é o 525° dia do governo Jair Bolsonaro.

Hoje é o 79° dia da pandemia de Covid-19.

Faltam 118 dias para as eleições municipais.

Faltam 148 dias para as eleições nos EUA.

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