Resumo Diário de Política 07/10/2019: Câmara e Senado negociam nova fórmula para repartição dos recursos da cessão onerosa

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.


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Divulgamos a primeira pesquisa XP/Ipespe para prefeitura de São Paulo. 89% dos eleitores ainda não tem candidato, quando apresentados a uma lista, 22% disseram que votariam em Datena, 19% em Russomano, 11% em Marta Suplicy, 11% em Márcio França e 10% em Bruno Covas.

Acesse a íntegra da pesquisa aqui: http://bit.ly/xpipespe_sp_2019_10.

Câmara e Senado descartam proposta do governo e negociam nova fórmula para repartição dos recursos da cessão onerosa. Como o formato atual favorece estados do Norte e Nordeste por utilizar os critérios do FPE e do FPM para divisão dos recursos, a saída para o impasse pode ser dividir R$ 4 bilhões pelos critérios da lei Kandir (http://bit.ly/2p2oQ8s e https://glo.bo/30VOsBg).

Em entrevista ao Estadão, Jair Bolsonaro reiterou apoio ao Ministro da Economia, que nas últimas semanas tem sido pressionado para entregar resultado. ‘Economia é 100% com o Guedes e não tem plano B‘, disse. O presidente ainda confirmou o aval ao fim da cobrança adicional de 10% adicional de multa no FGTS e fez até elogio a Michel Temer por ter feito a reforma trabalhista (http://bit.ly/2VlHxQX).

Já começou a movimentação para eleição de 2022. A apresentadora Angélica retirou a restrição que tinha à candidatura de Luciano Huck. “Não posso dizer que acho muito legal Luciano sair candidato, não seria verdade, mas tem uma hora que você não está mais no controle. É uma espécie de chamado” diz Angélica (https://glo.bo/2LV2TRK, destaque para o primeiro link feito para a Marie Claire aqui no Newsfeed). Jair Bolsonaro reagiu ao movimento que tem ganhado corpo nas últimas semanas. Disse não ter nada contra a candidatura, mas que o povo não vai votar em pau mandado da Globo e mencionou o empréstimo que Huck fez com o BNDES para comprar um avião particular (http://bit.ly/30VPc9w). Houve ainda especulação sobre uma eventual dobradinha com João Doria para presidente e Rodrigo Maia para vice (http://bit.ly/2nsOm6G).

Duas notícias do final de semana que teriam sido menos relevantes se o presidente não tivesse reagido a elas.

1– A Folha trouxe em reportagem a informação de que para o ex-assessor de Marcelo Álvaro Antonio (PSL-MG), possivelmente haveria ligação das candidaturas laranjas em MG a caixa 2 para campanha de Bolsonaro: “Haissander Souza de Paula (…) ‘acha que parte dos valores depositados para as campanhas femininas, na verdade, foi usada para pagar material de campanha de Marcelo Álvaro Antônio e de Jair Bolsonaro’ ”(http://bit.ly/2VkXExX). O presidente respondeu via Twitter: “A @folha avançou a todos os limites, transformou-se num panfleto ordinário às causas dos canalhas”, escreveu (http://bit.ly/30SXgbd).

2– O Correio informou que, segundo fontes, Bolsonaro estaria considerando uma reforma ministerial após a aprovação da reforma da previdência para abrir mais espaço aos partidos de centro no primeiro escalão. O objetivo seria melhorar as relações com o Congresso em 2020 (http://bit.ly/2okM9up). O presidente rebateu nas redes sociais. ““- Mais uma M-E-N-T-I-R-A da mídia. – Tentam a todo custo nos dividir. – O Brasil já está dando certo apesar da imprensa”, escreveu (http://bit.ly/2onlP2F).

Curta: o deputado Marcelo Ramos (PL-AM) coleta assinatura para PEC da Câmara que pretende se antecipar às chamada Reforma Trabalhista 2.0, em estudo pelo governo. Os termos são mais benéficos para as entidades sindicais (http://bit.ly/2nnElYf).

  • Hoje é o 280° dia do governo Jair Bolsonaro.
  • A reforma da Previdência está há 60 dias no Senado.
  • Faltam 364 dias para as eleições municipais.
  • Faltam 394 dias para as eleições nos EUA.

XP Política


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