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Resumo Diário de Política 30/04/2019

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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Ontem Bolsonaro se reuniu com Guedes, Maia, o presidente da comissão especial da reforma da previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), e o relator na comissão, Samuel Moreira (PSDB-SP). Segundo os presentes, o encontro mostrou a unidade entre Executivo e Legislativo para aprovar a proposta. Outra reunião do grupo, hoje e provavelmente sem o presidente, deve debater os prazos e procedimentos para a comissão (http://bit.ly/2XTBIdj).

E, finalmente, parece que vai sair uma (nova) campanha publicitária em defesa da reforma. As peças devem ser lançadas em evento no dia 12 de maio, com a equipe econômica, presidentes da Câmara e do Senado e empresários. Não se falou do presidente (http://bit.ly/2XVJbsh). Por outro lado, em campanha para defesa das respectivas categorias, PMs e bombeiros se articulam no Congresso (http://bit.ly/2Y2gM4b). Faz parte.

Na Agrishow, Bolsonaro fez uma série de acenos ao setor agropecuário. Defendeu o porte de armas em certas situações – haveria acordo com Maia para votar um projeto sobre o tema na Câmara em uma semana – e a isenção de punição de proprietários rurais que atirarem em invasores (http://bit.ly/2XSURfB e http://bit.ly/2XTCnLP). Com muitas ressalvas e não em tom de ordem, Bolsonaro chegou até a pedir ao presidente do Banco do Brasil, presente no evento, que baixe os juros (http://bit.ly/2XXQXlM).

Curtas: Sobre a criação daquele imposto que não deve ser nomeado [CPMF], Bolsonaro desautorizou o secretário da Receita e disse que o governo não criará nenhum novo imposto, especialmente um que afete as igrejas (http://bit.ly/2XSVANR); continua a polêmica em torno do controle do COAF. Parlamentares querem tira-lo de Moro e o presidente agora tomou posição contrária (http://bit.ly/2XTDeMx e https://glo.bo/2XWlIHs).

Bastidores de Brasília

Deputados da comissão especial da reforma da Previdência pretendem realizar nas próximas semanas uma audiência com governadores para cobrar um apoio explícito à PEC. Nem precisou do encontro para que o primeiro se manifestasse: o petista Wellington Dias, governador do Piauí, afirmou à BBC Brasil que sem uma reforma a situação nos estados é “dramática” (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48090721).

Integrantes do Centrão tentam conter o otimismo do governo sobre a tramitação da reforma. Lembram que esse núcleo duro governista tem apenas sete votos na comissão especial (cinco do PSL e dois do Novo). O intuito é “cortar as asas” daqueles otimistas que acham que o jogo já está ganho.

A agenda deste 30 de abril

Os deputados Samuel Moreira (relator da reforma da Previdência), Marcelo Ramos (presidente da comissão especial) e Sílvio Costa Filho (vice da comissão) se reúnem hoje (30) para discutir o calendário da tramitação da PEC. O prazo com o qual trabalham é de 60 a 70 dias de trabalho no colegiado, para que seja possível votar o texto no plenário da Câmara ainda no primeiro semestre.

O presidente Jair Bolsonaro tem agenda cheia de encontros no Palácio do Planalto. Entre eles, recebe o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), às 15h. Depois, às 16h30, assina medida provisória da liberdade econômica em cerimônia no Planalto.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, passa o dia em viagem para o Líbano, onde terá agenda oficial.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, visita a Companhia Docas de Santana, no Amapá, às 10h.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, recebe o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Alexandre Barreto, às 9h30. Depois, às 16h30, participa da solenidade da MP da liberdade econômica, no Planalto.

  • Hoje é o 120º dia do governo de Jair Bolsonaro.
  • Faz 69 dias que Jair Bolsonaro entregou projeto da previdência à Câmara.
  • A Câmara teve zero sessões que contam como prazo para comissão especial da previdência. 
  • Placar Valor/Atlas – Favor (98); Apoio parcial (113); Indefinidos (158); Contra (144).
  • Placar Estadão – [site fora do ar] Favor (72); Apoio parcial (122); Indefinidos (202); Contra (117).

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