Resumo Diário de Política 10/04/2019

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.


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Hoje é o 100º dia do governo de Jair Bolsonaro.

Em sessão tumultuada, governo abriu o placar duas vezes para mostrar a maioria que tem na CCJ em relação à previdência. (http://bit.ly/2X06voA). Na primeira votação, para antecipar a leitura do relatório, venceu por 39 x a 16 (3 votos contra e 13 em obstrução). Na segunda, para derrubar os requerimentos de obstrução, venceu por 40 a 20 (7 votos contra e 13 em obstrução). Já a noite, o parecer do relator finalmente foi lido. Após pedido de vista regimental, a votação ficaria para o dia 17, como programado. No entanto, acordo com apoio dos partidos de centro que concederá a palavra a todos titulares e suplentes, na prática, coloca em risco o calendário e é possível que a aprovação do parecer fique para a semana seguinte.

Ainda sobre previdência, Jair Bolsonaro avança nas negociações com os prefeitos (http://bit.ly/2X3ppef). Mourão disse que espera votação em julho ou agosto e que uma economia de R$ 850 bilhões seria boa para o país, mas que o ideal seria o R$ 1,1 trilhão (http://bit.ly/2X2IdKx). E Rodrigo Maia comentou sobre a previdência dos militares: “é ruim, mas passa do jeito que veio” (http://bit.ly/2WTqdCa).

Curtas: Reforma tributária pode agregar contribuições já na CCJ (http://bit.ly/2X6y4N5); Dória pode mudar nome do PSDB e quer um partido “apenas de centro”, com bandeiras jovens e digitais (http://bit.ly/2X03g06); Ministério da Infraestrutura vai propor dobrar o limite de pontos na CNH de 20 para 40 pontos. A carteira teria ainda validade dobrada por 10 anos e seriam endurecidas as punições por infrações mais graves, como dirigir alcoolizado (https://glo.bo/2X0459c).

Bastidores de Brasília

Para deputados do grupo formado por Centrão, PSDB e agregados, ficou evidente ontem (9) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara que o PSL precisa melhorar a relação com a oposição. A sessão ia bem, até que deputadas de esquerda cercaram a mesa da presidência da CCJ e impediram a leitura do relatório. O presidente da comissão, Felipe Francischini (PSL), não impediu o caos que se instalou e o líder do PSL, delegado Waldir, cedeu às provocações e teve de ser contido por um segurança.

Na comissão especial os debates prometem ser mais acalorados, mais frequentes e durante um período maior de tempo. Os congressistas, que estiveram ao lado da PEC de reforma do ex-presidente Michel Temer, dizem que, com esse comportamento, a tramitação da Nova Previdência pode se prolongar no colegiado.

Duas falas ontem chamaram a atenção: a deputada Shéridan, do PSDB, disse que a reforma estava sendo defendida com “deboche” e “despreparo”. Léo Moraes, do Podemos, disse que o partido tem “divergências muito grandes” com a proposta do governo e criticou o ministro Paulo Guedes pelas suas explicações dadas sobre o sistema proposto de capitalização.

A agenda deste 10 de abril

No dia em que completa 100 dias como presidente da República, Jair Bolsonaro se reúne com dirigentes do PSL (10h30), Podemos (11h30), Novo (14h), Avante (15h) e PSC (17h30). Bolsonaro também recebe no Planalto o novo presidente da CBF, Rogério Caboclo, e o presidente da Fifa, Gianni Infantino, às 12h.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, viaja a Nova York, onde participa amanhã do XP Investments Conference Brazil: First 100 Days.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recebe prefeitos do Amapá, às 9h.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa do XP Investments Conference Brazil: First 100 Days. Em Nova York, às 13h15, horário de Brasília.

O secretário da Previdência, Rogério Marinho, recebe o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), às 9h.

Congresso instala comissões mistas de cinco medidas provisórias assinadas pelo presidente Bolsonaro:

  • Placar Valor/Atlas – Favor (94); Apoio parcial (88); Indefinidos (189); Contra (142).
  • Placar Estadão – Favor (70); Apoio parcial (124); Indefinidos (213); Contra (106).

XP Política

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