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Morning Call XP (17.jul): Sinalização do Fed e dados positivos nos EUA sustentam mercados

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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O que pode impactar o mercado hoje

Futuros nos EUA operam em direções mistas nesta manhã de quinta-feira, em meio à sessão negativa na Europa e positiva na Ásia durante a noite. Todos os olhos estão voltados para reunião de Trump e Xi Jinping, marcada para sábado de manhã na cúpula do G20 no Japão. Qualquer avanço rumo a um acordo comercial seria bem recebido pelo mercado.

Segundo o South China Morning Post, fontes disseram que os EUA e a China estão estabelecendo um acordo que ajudaria a evitar a próxima rodada de tarifas americanas em importações chinesas, o que aliviou a tensão no mercado.

No Brasil, insatisfeito com os ajustes propostos no texto pelo relator da reforma da previdência e com o não cumprimento de promessas do governo, o centrão articulou o adiamento da sessão da comissão especial marcada para hoje.

Ainda se busca acordo, mas a complementação do voto de Samuel Moreira (PSDB-SP) pode ser lida só na terça-feira (2). Na prática o atraso dificulta muito a votação no plenário antes do recesso, que começa dia 18 de julho, o que pode segurar um movimento positivo da Bolsa.

A elevada probabilidade de estados e municípios ficarem de fora da reforma da previdência causou mudança na estratégia de governadores do Nordeste, que agora ameaçam trabalhar para retirar votos da reforma caso o governo não encontre meio para reforçar o caixa dos estados no curto prazo.

Hoje o Banco Central do Brasil divulgará o seu relatório trimestral de inflação as 8h. O foco do mercado será na entrevista coletiva do presidente do BC, Roberto Campos Neto, que acontecerá logo em seguida. É esperado que o BC revele um pouco mais sobre quando cortará juros, qual o tamanho dos cortes e se a política de redução de compulsórios impactará as decisões de juros do Banco Central.

Do lado das empresas, o Grupo Pão de Açúcar recebeu proposta de reorganização societária dos ativos do Casino (seu controlador) na América Latina e deve comprar a totalidade das ações do Éxito (subsidiária na Colombia), além de migrar para Novo Mercado com conversão das PN para ON à razão de 1 para 1.

O anúncio já era esperado pelo mercado e, apesar da transação ser neutra para o Casino em termos da entrada de caixa e a melhora na governança corporativa serem aspectos positivos, esperamos volatilidade para as ações do GPA no curto prazo. 

Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Líder do governo no Senado prevê aprovação da Previdência em 45 dias
  2. Novas medidas econômicas devem ser anunciadas nas próximas semanas

Internacional

  1. Petróleo: Últimas notícias

Empresas

  1. Eletrobras (ELET3): Governo muda tática para venda da estatal, deverá abrir mão de controle
  2. Banco do Brasil (BBAS3): FI-FGTS aprova venda de participação no BB
  3. Via Varejo (VVAR3) e GPA (PCAR4): Empresas devem renegociar acordo para compras em conjunto de bens duráveis
  4. Vale (VALE3): Investidores iniciam arbitragem contra empresa
  5. Seguradoras: Destaque para o segmento de cobertura de pessoas em maio
  6. Alpargatas (ALPA4): Empresa conclui a venda de suas filiais do setor têxtil na Argentina 


Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Líder do governo no Senado prevê aprovação da Previdência em 45 dias

  • O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), continua acreditando no prazo de 45 dias para aprovação da reforma da previdência na Casa e conta que a proposta teria entre 54 e 60 votos no plenário. São necessários 49 para aprovação;
  • Paulo Guedes e o secretário da Receita, Marcos Cintra, se manifestaram ontem sobre o projeto do governo para a reforma tributária, que deve ser enviado até o fim do mês. O texto deve prever a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) fundindo impostos federais como IPI, IOF, PIS e Cofins. A reforma incluiria ainda a criação de Contribuição sobre Pagamentos (CP), nos moldes da CPMF, mas que atinja todas as transações e mudanças no Imposto de Renda. É um recuo da ideia original de Cintra, que era a criação de um Imposto Único. O presidente da comissão especial da Câmara que discute a reforma tributária verbalizou a resistência da volta que qualquer tributo que se assemelhe à extinta CPMF;
  • Dias Toffoli, presidente do STF, atendeu a pedido da defesa de Flávio Bolsonaro e suspendeu investigações que usem dados de órgãos de controle como Coaf, Receita Federal e Banco Central sem autorização judicial. A medida afeta todas as investigações em curso até que o plenário da corte decida sobre o tema em julgamento que está pautado para o dia 21 de novembro.

Novas medidas econômicas devem ser anunciadas nas próximas semanas

  • Em entrevista ao Valor Econômico, o ministro da economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo anunciará nas próximas semanas algumas medidas de estímulo para a economia;
  • As medidas consideradas são i) liberação de saques do FGTS (aprox. R$ 42bi) e do PIS/Pasep (aprox. R$ 21bi), ii) acatar as recomendações do Conselho Nacional de Política Energética para reduzir o preço do gás natural, e iii) novas medidas de redução de burocracia e melhoria do ambiente econômico (apelidadas de “segunda onda de liberalização”) que vão além das já apresentadas na MP da Liberdade Econômica;
  • Em relação ao FGTS, a medida autorizaria saques de contas ativas em proporção da renda: quem ganha até R$ 5 mil poderia sacar 35% do saldo e quem ganha até R$ 10 mil poderia retirar 30%. Outras faixas de renda ainda estão sendo analisadas. Além disso, o governo estuda limitar o saque da totalidade do FGTS por trabalhadores demitidos em uma tentativa de coibir acordos estabelecidos entre empresas e trabalhadores para permitir ao empregado sacar o FGTS.

Internacional

Petróleo: Últimas notícias

  • Segundo a Reuters, mais de 58% da produção de petróleo no Golfo do México permanece paralisada com a chegada do furacão Barry. O Departamento de Segurança e Fiscalização Ambiental também afirmou que 171 plataformas de produção (26% do total) ainda não retomaram as operações;
  • No entanto, os preços do petróleo caíram mais de 3% ontem, após o presidente Donald Trump afirmar que fez progressos com o Irã e que não objetiva uma transição de regime no país, sinalizando uma diminuição das tensões no Oriente Médio;
  • ​Hoje, o foco será na divulgação de dados estoques de petróleo bruto da EIA, com as expectativas do mercado de uma queda de -2,694 milhões de barris nos estoques em comparação com a queda de -9,499 milhões de barris reportados na semana passada.

Empresas

Eletrobras (ELET3): Governo muda tática para venda da estatal, deverá abrir mão de controle

  • Segundo o Estado de São Paulo, o governo prepara um novo projeto de lei para enviar ao Congresso com o objetivo de privatizar a Eletrobras. A União perderia o controle acionário da empresa ao reduzir sua participação de 60% para menos que 50%, segundo a notícia;
  • Com a captação de recursos por meio de uma emissão de ações, a estatal pagaria outorgas pelo direito de operar suas usinas hidrelétricas a preços de mercado. A previsão é de um pagamento de R$12 bilhões, que o governo contabilizará no orçamento assim que a remodelagem da privatização for acertada e o projeto de lei for aprovado no congresso;
  • Ainda há incertezas sobre o êxito da pauta no Congresso. Em entrevista, o Presidente da Câmara Rodrigo Maia afirmou que pautas de privatização tem poucas chances de obter apoio na casa tendo em vista. O governo conta com recursos da operação para ter mais espaço no orçamento, mas mesmo os mais otimistas não esperam que a operação ocorra neste ano.

Banco do Brasil (BBAS3): FI-FGTS aprova venda de participação no BB

  • Segundo o Valor Econômico, o comitê de investimentos do FI-FGTS, que detém participação de 2,5% no Banco do Brasil, aprovou a venda de suas ações na segunda-feira (15/07). A Caixa Econômica Federal, administradora do fundo, liderará a oferta que pode totalizar R$3,7 bilhões usando o preço de fechamento de ontem;
  • Os consultores da Caixa afirmam que a oferta poderá ser concluída rapidamente, antes do final de julho, devido ao fato de que seria um follow-on e considerando a alta liquidez das ações. No entanto, se não concluída em julho, a oferta provavelmente teria que ser adiada para setembro, após as férias no hemisfério norte, quando o fluxo de negócios é mais fraco;
  • A Caixa ainda não escolheu os coordenadores, mas recebeu ofertas de bancos de investimento interessados em participar. Outras duas ofertas de follow-on deverão ser precificadas nesta semana, Tecnisa e IRB, podendo totalizar cerca de R$8,5 bilhões.

Via Varejo (VVAR3) e GPA (PCAR4): Empresas devem renegociar acordo para compras em conjunto de bens duráveis

  • Notícia do Valor Econômico destaca que, nas próximas semanas, Via Varejo e GPA devem negociar como ficará a operação online do Extra e o contrato que permite a compra em conjunto de eletrônicos e eletrodomésticos;​
  • Segundo levantamento do próprio Valor, a indústria de linha marrom (como TVs) já mencionou que, com eventual saída do GPA, a escala de compra da Via Varejo diminui e uma nova condição comercial de forma separada para cada empresa deve ser discutida;
  • Essas discussões já eram esperadas dado que recentemente o GPA concluiu a venda de sua participação na Via Varejo. De qualquer forma, ainda não foi anunciado como essas negociações ficarão e fontes ouvidas pelo Valor sugerem que há disposição para um entendimento entre ambas as partes.

Vale (VALE3): Investidores iniciam arbitragem contra empresa

  • De acordo com o Valor Econômico, a Vale tornou-se alvo de uma arbitragem iniciada no dia 5 deste mês na Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM). O requerimento foi feito por cerca de 25 gestoras independentes de recursos e alguns fundos de pensão, em busca de ressarcimento por perdas sofridas em decorrência do rompimento da barragem de Brumadinho. A Vale, contudo, disse não ter conhecimento “desta demanda”;
  • O argumento principal dos minoritários é que a Vale não forneceu informações a respeito do risco da barragem antes do acidente. A argumentação foi calcada, principalmente, no relatório da CPI de Brumadinho, que apresentou emails entre diretores e gerentes da Vale comentando sobre o risco da barragem que rompeu e a necessidade de procedimentos de segurança, mas não houve alerta ao mercado sobre o tema; 
  • No dia anterior ao acidente, o valor de mercado da Vale era de R$296,7bi e recuou R$73bi no pregão no dia posterior à tragédia, para R$223,9bi. Ontem, a Vale fechou o dia valendo R$280,3bi. Vale relembrar que cerca de 60% das ações da Vale estão dispersas entre acionistas de mercado e 3% estão em tesouraria. Os 37% restantes pertencem aos ex-controladores – Litel (fundações Previ, Petros e Funcesp), Bradespar, BNDESPar e Mitsui. 

Seguradoras: Destaque para o segmento de cobertura de pessoas em maio

  • De acordo com a CNseg e os dados da SUSEP de maio, o setor segurador em geral aumentou sua arrecadação de prêmios em +14,1% A/A alcançando R$ 22,6bi em maio e os segmentos que se destacaram foram: (1) arrecadação com planos de acumulação PGBL e VGBL, com crescimento de +20,2%; (2) crescimento marginal de +3,6% em automóveis; (3) crescimento de +32,5% dos produtos de Crédito e Garantia e; (4) títulos de capitalização crescendo +19,3%;
  • Houve aumento também na demanda por seguros rurais (+34,9% A/A), sendo influenciada pelo avanço do Plano Safra com o maior volume já anunciado (R$1 bi) para cobertura de apólices contratadas;
  • Por fim, os resultados continuam apresentando sinais de recuperação e, mesmo com alta correlação com os indicadores econômicos que foram reajustados para baixo, mantemos a perspectiva de espaço para aumento da penetração do setor.

Alpargatas (ALPA4): Empresa conclui a venda de suas filiais do setor têxtil na Argentina 

  • A Alpargatas, anunciou a venda de quatro filiais do setor têxtil na Argentina, deixando de atuar neste segmento no país. O valor da transação é de US$ 14,4 milhões, que serão pagos a prazo pelos respectivos compradores. A operação está em linha com o acordo estabelecido em setembro de 2018 para a venda de 22,5% da marca Topper. 
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