XP Expert

Empresas Excel – Abril 2023

Veja aqui nossas recomendações para empresas de um portfólio diversificado e conservador em investimentos neste mês.

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

Para além do capital de giro, existem estruturas jurídicas que alocam seu capital para objetivos e prazos específicos. Por isso, a diversificação de portfólio deve ser levada em consideração na alocação dos recursos. Pensando em oferecer com essas características, a carteira Excel é indicada para empresas que desejam retornos no portfólio sem abrir mão da segurança.

Conteúdo exclusivo para clientes XP
A conta XP é gratuita. Abra a sua agora!

Cadastrar

Já é cliente XP? Faça seu login

Invista melhor com as recomendações
e análises exclusivas dos nossos especialistas.

Portfolio pensado para investir os recursos da estrutura jurídica buscando maiores retornos, mas sem abrir mão da segurança. Esse portfólio combina diversificação com baixa volatilidade. Sua maior exposição deve ser ativos pós fixados já que oferecem maior segurança, porém outras classes de ativos não são dispensáveis, pelo contrário, são necessárias para otimizar os retornos. Logo, nossas sugestões de alocações combinam qualidade de gestão e diversificação de portfólio, sem abrir mão da segurança e baixa volatilidade.

O que vimos do mês anterior

O mês de março foi marcado por uma incerteza adicional para os mercados ao redor do mundo, desta vez com o setor bancário global em destaque. Dois bancos americanos – Silicon Valley Bank e Signature Bank – foram fechados por reguladores por problemas de liquidez. Na Europa, o gigante suiço Credit Suisse foi adquirido pelo concorrente UBS, em rápida negociação que seguiu a intervenção do Banco Central da Suíça.  

Embora a turbulência bancária tenha trazido muita volatilidade aos mercados de ações e crédito, a célere reação dos reguladores foi, até agora, suficiente para acalmar investidores. Assim, na frente monetária, bancos centrais de países desenvolvidos seguiram com seus planos de vôo de elevação de juros, defendendo ferramentas adicionais para o monitoramento – e eventual intervenção – da crise bancária. 

Com investidores menos preocupados com uma crise bancária sistêmica e o apetite ao risco se recuperando, os principais índices acionários globais fecharam positivos em março, com o MSCI ACWI subindo 2,8%, o S&P 500 avançando quase 4,0% e o Nasdaq subindo 6,7%. 

Enquanto isso, na China, os dados de março apontam para uma recuperação sólida do crescimento da economia após a sua reabertura. Já na Europa, a inflação anual cedeu de 8,5% em fevereiro para 6,9% em março – em queda mais uma vez impulsionada por preços mais baixos de energia, embora ainda persistam pressões sobre preços na região, especialmente em serviços. 

No Brasil, a questão chave continuou a ser o cenário político, com foco no fiscal. Investidores passaram a maior parte de março aguardando a proposta do Executivo de uma novo arcabouço fiscal, que finalmente foi anunciado nos últimos dias do mês. Apesar da reação inicialmente positiva de investidores, a falta de detalhamento da proposta indica que a questão segue em aberto, mantendo o nível de incerteza elevado.   

Com a incerteza política pressionando os ativos domésticos, além de um Banco Central ainda com tom duro quanto à política monetária, o Ibovespa teve outro mês negativo, caindo 2,9%, enquanto o IFIX, dos fundos imobiliários, fechou o mês com queda de 1,69%. 

Já a curva de juros nominal brasileira encerrou março com todas as taxas em queda em relação ao mês passado, com a parte longa da curva caindo mais do que a curta – que precifica juros altos por mais tempo. O dólar, por sua vez, encerrou o mês aos R$5,06, com queda de 3,0% em março. 

O segundo trimestre de 2023 deverá ser crucial para confirmar a proximidade do fim do ciclo de aperto monetário em vários países, especialmente nos Estados Unidos. Já no Brasil, o período deve trazer maior detalhamento sobre o arcabouço fiscal recém apresentado, com a percepção de credibilidade da nova regra podendo contribuir para a avalição de riscos do Banco Central, e assim, para um afrouxamento nos juros antes do até então previsto. Quem viver, verá.

Onde alocar os recursos nesse cenário?

XP Expert

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.