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Gestores avaliam cenário macro construtivo, mas incertezas do segundo semestre exigem diversificação internacional

Gestores de fundos de investimentos avaliam as oportunidades do mundo e também os riscos do segundo semestre para a retomada

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Abordando as estratégias e os cenários financeiro no mundo pós-Covid, recebemos Fábio Akira, da BlueLine Assett Management, Marco Mecchi, diretor de investimentos da MZK, e Renato Junqueira, sócio da Gap Investimentos, para a Expert XP 2020.

Os gestores avaliaram as oportunidades dentro das realidades internacionais de baixo juros. Renato Junqueira optou por mercados internacionais onde as instituições financeiras estiveram mais ativas: “Tivemos a visão de explorar as ações dos bancos centrais, comprando ativos da bolsa americana e depois, aproveitando as taxas de juros pelo mundo, fizemos posições no Brasil, México, Rússia, Chile, por exemplo.”

Marco Mecchi corrobora com a vantagem trazida pela ação dos bancos centrais mas chama a atenção para a algumas inseguranças fiscais dentro da economia brasileira que podem atrasar a estabilização da taxa de juros na retomada.

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Fábio Akira avaliou também a retomada dos preços de ativos na bolsa como algo para ter atenção, pois a economia pode não acompanhar a recuperação das bolsas e gerar nova queda nos valores. “Acho que ainda teremos muita volatilidade. No segundo semestre temos eleições americanas, riscos de uma segunda onda de contaminação e uma certa instabilidade política falando de Brasil. Concordo que o cenário é construtivo, mas acho que o mercado adiantou muito a retomada dos preços”, destaca Akira.

Juros em máximo de queda

Foi consenso entre os gestores que a baixa de juros chegou ao seu máximo, sem mais cortes pelas instituições. No entanto, avaliam que as oportunidades não estão necessariamente ligadas às determinações fiscais. Renato Junqueira acredita que o legado desse corte deve seguir por mais algum tempo: “O cenário construtivo para ativos de risco, pois os juros devem ficar baixos por um tempo, mas não devem receber mais cortes.”

Observando as tendências das moedas, Marco Mecchi avalia a importância dos diferenciais de juros, crescimento e as trocas entre os países. Nesse cenário, ele avalia muito que a desvalorização do real é ligada ao corte de juros e que isso tem gerado muita volatilidade no câmbio.

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