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Bom cenário estrutural de juros aumenta horizonte de crédito privado para empresas médias, destaca CEO do Banco Pine

Camilla Dolle, analista de Renda Fixa da XP, fala com Mauro Sanchez, CEO do Banco Pine, sobre as oportunidades para empresas médias no pós-pandemia

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Com 23 anos de existência dedicados ao mercado de crédito privado para empresas pequenas e médias, o Banco Pine tinha grandes objetivos para 2020. “Programamos crescimento de 40% para este ano. Era algo ambicioso mas baseado em um planejamento junto com o otimismo econômico com o Brasil crescendo sob esse aspecto”, destacou o CEO do banco, Mauro Sanchez, em seu painel com Camilla Dolle na Expert XP 2020.

Apesar do susto da crise, com um processo de digitalização acelerado, a instituição viu o setor de empresas médias bem estruturado e com controle da crise já em abril. “Os estímulos do governo e do Banco Central foram bem maduros e importantes. Tivemos uma contenção durante março e abril, mas na sequência já vimos um comportamento de crescimento novamente no mercado” disse o CEO.

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Mudança de comportamento

Antes da crise, havia uma tendência de crescimento da procura pelos bens de capital. Com a queda, o consumidor busca um porto seguro, no Brasil muito ligado aos bancos. Para o CEO do Banco Pine, esse comportamento mais defensivo combinado com as ações do governo, garantiu liquidez ao mercado de crédito privado que já vê expansão em junho, com bom ritmo de abertura de novas contas.

Atualmente o mercado de crédito privado para empresas médias gira em torno de 300 bilhões de reais. Com o das grandes na casa de 1,3 trilhão, Mauro também acredita que as médias ainda têm muito crescimento e um dos principais aceleradores desse processo é o FGI, do BNDES.

Mercado de capitais segue forte

Mesmo com essa realidade voltada mais ao crédito, o cenário de juros baixos é visto com otimismo para o mercado de capitais por Mauro Sanchez. “O primeiro passo está encaminhado com uma maior responsabilidade fiscal por parte do governo, isso reduz a competitividade do Estado por recursos e diminui os riscos. A desconcentração financeira do Banco Central, distribuição de renda e a reestruturação da nossa cadeia produtiva depois de uma grande tendência de exportação para a China, as médias têm muito horizonte para crescer como tamanho e acessar o mercado de capitais.”

Mas o horizonte ainda deve ter cautela, já que a pandemia ainda não acabou. Mauro destaca que o ritmo da retomada econômica ainda pode ser desacelerado caso os protocolos de tratamento e de cuidado. O executivo também vê necessidade de paciência nesse processo, evitando uma segunda parada que pode impactar o atual bom momento estrutural que o mercado tem agora.

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