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Raio-XP – O rali histórico da Bolsa brasileira continua

Explorando a “história das duas Bolsas”. Revisando o preço justo do Ibovespa para 196 mil pontos

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Em fevereiro, a rotação global para fora dos EUA continuou, com o aumento das preocupações sobre possíveis disrupções da IA pressionando vários setores, enquanto o rali em emergentes seguiu forte. O Brasil permanece como um dos principais beneficiados desse movimento: o EWZ subiu 6,5% em fevereiro e 21,9% no em 2026 até o momento, acima do MSCI EM (+14,7%) e do MSCI ACWI (+4,1%). O fluxo estrangeiro segue como o principal motor do rali, chegando a R$ 45 bi em 2026 (US$8,7 bi) e R$ 15,3 bi (US$2,9 bi) em fevereiro. Neste Raio-XP, olhamos mais a fundo a divergência entre as large caps, que se beneficiaram de fluxos passivos para o índice, e o resto do mercado. Também atualizamos o desempenho histórico em ciclos de queda de juros. Atualizamos nosso valor justo do IBOV no cenário-base para 196 mil pontos e o cenário otimista para 242 mil pontos. Também atualizamos nossas carteiras da XP: Top Ações, Dividendos e Small Caps.

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Brasil é um dos principais beneficiados da rotação global para fora dos EUA. Fevereiro foi mais um mês positivo para as ações globais, puxado pelo desempenho superior dos mercados emergentes. A rotação segue como um tema central sob três óticas distintas: (i) rotação setorial para fora de nomes que podem ser impactados por IA e de nomes ligados à IA com capex alto, indo para ações menos sujeitas a disrupção; (ii) rotação de fatores de ações de crescimento para valor; e (iii) rotação regional saindo de ativos dos EUA para emergentes e outras regiões. O Brasil segue como um dos principais beneficiados dessa dinâmica, com o Ibovespa atingindo novas máximas históricas em fevereiro, apoiado por forte fluxo estrangeiro.

A história dos “dois mercados” no Brasil. O rali forte das ações brasileiras criou uma divergência entre os nomes que se beneficiam do fluxo estrangeiro e os que não. Embora essa tendência possa persistir no curto prazo, acreditamos que, em algum momento, investidores ativos vão migrar para um “trade de convergência”, buscando nomes e setores que ficaram para trás. Analisamos as entradas de fluxos estrangeiros por setor e fizemos uma análise de nossa cobertura para identificar ações mais bem posicionadas para se beneficiar destes fluxos.

Performance em ciclos de queda de juros — ainda abaixo da média. O Ibovespa tem ficado abaixo da média histórica no atual regime de juros em queda, com o índice subindo 41,3% desde o início do regime, abaixo da mediana histórica de 52,7%. Por setor, Saúde e TMT foram os que apresentaram melhor performance vs. a média, enquanto Educação, Transporte, Agronegócio e Inst. Financeiras apresentaram o pior desempenho em relação à média histórica.

Revisando o valor justo do Ibovespa para 196 mil pontos, de 190 mil. Nosso valor justo do Ibovespa para o final de 2026 aumentou para 196 mil pontos (de 190 mil), à medida que os juros reais longos caíram em fevereiro. Também atualizamos nosso cenário otimista para 242 mil pontos (de 235 mil), apoiado por uma maior expansão de múltiplos, juros reais longos mais baixos e revisões positivas de preço-alvo dos analistas XP. No curto prazo, porém, notamos que nosso Índice de Sentimento XP segue em níveis de “Otimismo Extremo” em 100 (de 0 a 100), o que normalmente indica potencial para uma realização/correção.

Atualizando as carteiras da XP: atualizamos nossas carteiras recomendadas: (1) Top Ações: adicionando RADL3 e LREN3 e aumentando PETR4; removendo SMFT3, MOTV3, MELI34. (2) Dividendos: adicionando AXIA7 e reduzindo VIVT3. (3) Small Caps: adicionando PRNR3 e removendo RAPT4. (4) ESG: sem mudanças.

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