XP Expert

Pesquisa com assessores XP: Intenção de aumentar exposição em renda variável recua, apesar do rali

Confira os destaques dessa edição da Pesquisa XP de Sentimento com os assessores de investimento da XP e de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos.

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]Onde Investir 2026 mobile

Neste mês, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos. Temos como objetivo obter a visão dos assessores e, principalmente, dos seus clientes sobre investimentos. Nesta edição, obtivemos 100 respostas únicas.

Conteúdo exclusivo para clientes XP
A conta XP é gratuita. Abra a sua agora!

Cadastrar

Já é cliente XP? Faça seu login

 

Assessor ou parceiro? Clique no botão abaixo

 

Invista melhor com as recomendações
e análises exclusivas dos nossos especialistas.

Nesta edição da nossa pesquisa com assessores filiados à XP, observamos uma queda nos níveis de alocação em renda variável e na intenção de aumentar exposição. Os principais pontos da pesquisa foram: (i) a intenção de aumentar exposição em renda variável caiu para 31% (-9 p.p. M/M), enquanto 3% (-1 p.p. M/M) planejam reduzi-la e 66% não pretendem alterar a alocação (+10 p.p. M/M); (ii) o sentimento dos assessores se deteriorou marginalmente para 7,0 em relação a 7,1 em dezembro (numa escala de 0 a 10); (iii) Renda Fixa permanece como a classe de ativo preferida entre os clientes, enquanto o interesse por ações caiu para 40% (-3 p.p. M/M); (iv) preocupações com riscos fiscais seguem como o principal risco para a Bolsa, seguido de instabilidade política e riscos geopolíticos, que aumentaram significativamente neste mês; (v) A maioria dos assessores (54%) afirmou que a taxa Selic deve terminar 2026 entre 12% e 13%, em linha com a projeção do nosso time macro de uma Selic em 12,5% no final deste ano.

O nível de alocação em RV recuou. Segundo os dados de janeiro, houve um deslocamento de faixas mais altas de alocação para faixas mais baixas. Mais especificamente, houve uma queda na alocação entre 10 a 25% para 40% (-5 p.p. M/M) e na faixa de alocação entre 25 a 50% para 11% (-1 p.p. M/M). Por outro lado, a alocação entre 0 a 10% aumentou consideravelmente para 44% (+7 p.p. M/M).

Além disso, a intenção de aumentar a exposição em RV também diminuiu.  Na pesquisa deste mês, em termos de intenção de aumentar a exposição à renda variável, observamos uma queda de 9 p.p. M/M, alcançando a marca de 31%. Esse movimento acontece apesar do recente rali das ações brasileiras impulsionado por fluxos estrangeiros. Já a parcela dos clientes que buscam reduzir a alocação em renda variável caiu para 3% (-1 p.p. M/M), enquanto o nível dos que não pretendem alterar sua alocação aumentou significativamente para 66% (+10 p.p. M/M).

O sentimento do investidor em relação à Bolsa piorou marginalmente, com 69% (-2 p.p. M/M) dando nota 7 ou maior. Em relação à média das respostas, ela ficou em 7,0 em janeiro, um pouco abaixo do nível de 7,1 do mês passado. Já em relação às projeções do Ibovespa, a média apontou para uma estimativa de 172 mil pontos para o final de 2026, representando uma perspectiva de valorização negativa dado os níveis atuais do índice de cerca de 178 mil pontos.

Renda Fixa continua como a classe de maior preferência. Na pesquisa deste mês, 69% (-4 p.p. M/M) dos entrevistados indicaram que seus clientes têm interesse por renda fixa. Já o interesse por ações caiu ligeiramente para 40% (-3 p.p. M/M). Enquanto isso, investimentos Internacionais aumentou para 38% (+5 p.p. M/M). Por fim, o interesse por Fundos Multimercado aumentou para 19% (+4 p.p. M/M) e por Fundos de Renda Variável melhorou significativamente em relação ao mês anterior para 14% (+10 p.p. M/M).

Preocupações com a política fiscal aumentou marginalmente para 41% (+1 p.p. M/M), permanecendo como o maior risco para a Bolsa. Enquanto isso, preocupações com riscos geopolíticos aumentaram significativamente, assumindo a terceira posição com 14% (+10 p.p. M/M), após a captura de Nícolas Maduro pelo governo dos EUA e o aumento de tensões geopolíticas entre EUA e Zona do Euro devido à Groenlândia.

A maioria dos assessores (54%) afirmou que a taxa Selic deve terminar 2026 entre 12% e 13%, em linha com a projeção do nosso time macro de uma Selic em 12,5% no final deste ano.

XP Expert

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.