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Pesquisa com assessores XP: Apetite por risco permanece inalterado apesar do conflito no Oriente Médio

Confira os destaques dessa edição da Pesquisa XP de Sentimento com os assessores de investimento da XP e de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos.

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Neste mês, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos. Temos como objetivo obter a visão dos assessores e, principalmente, dos seus clientes sobre investimentos. Nesta edição, obtivemos 208 respostas únicas.

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Nesta edição da nossa pesquisa com assessores XP, observamos que o apetite por risco e os níveis de alocação em março permaneceram praticamente inalterados, apesar da eclosão do conflito no Oriente Médio. Os principais destaques são: (i) a parcela dos assessores que pretende reduzir a exposição em ações permaneceu estável em 9%, enquanto 32% (-1 p.p. M/M) planejam aumentá-la e 59% (+1 p.p. M/M) pretendem manter a alocação estável; (ii) o sentimento dos assessores em relação às ações se deteriorou, recuando para 6,7 em março, de 7,2 em fevereiro (em uma escala de 0 a 10); (iii) o interesse em renda fixa caiu de forma significativa (-15 p.p. M/M), embora ela continue sendo a classe de ativos preferida pelos clientes; (iv) as preocupações com eventos geopolíticos aumentaram após a escalada no Oriente Médio, mas 46% dos assessores afirmaram que o conflito ainda não teve impacto nas decisões de alocação de seus clientes.

A alocação em ações se tornou mais dispersa. De acordo com os dados de março, a alocação em renda variável ficou mais distribuída entre as faixas de alocação. Mais especificamente, houve um aumento na faixa de 0-10% de alocação, para 43% (+5 p.p. M/M), e uma queda significativa na faixa de 10-25%, para 37% (-11 p.p. M/M). Por outro lado, observamos um aumento na faixa de 25-50% de alocação, para 15% (+6 p.p. M/M).

Por sua vez, o apetite por risco permaneceu inalterado. A parcela de respondentes que planeja reduzir a alocação em ações permaneceu estável em 9% neste mês, enquanto aqueles que planejam aumentar essa alocação chegaram a 32% (-1 p.p. M/M). Ao mesmo tempo, a parcela de clientes que pretende manter inalterada sua exposição em ações aumentou levemente para 59% (+1 p.p. M/M).

O sentimento dos investidores em relação às ações se deteriorou, com 64% (-11 p.p. M/M) atribuindo nota 7 ou superior, e a nota média de sentimento recuando de 7,2 em fevereiro para 6,7. Em relação ao Ibovespa, a projeção média para o fim de 2026 subiu para 188 mil pontos, de 186 anteriormente, implicando apenas cerca de 3% de potencial de alta em relação ao nível atual do índice, em torno de 182 mil pontos.

O interesse em renda fixa diminuiu, mas ela segue como a classe de ativos preferida. Em março, observamos uma redução do interesse em praticamente todas as classes de ativos. O interesse em renda fixa caiu de forma significativa para 60% (-15 p.p. M/M), enquanto o interesse em fundos de renda fixa recuou para 40% (-14 p.p. M/M). Por fim, o interesse em ações diminuiu para 40% (-6 p.p. M/M).

As preocupações com riscos geopolíticos aumentaram de forma significativa. Os riscos fiscais domésticos recuaram 17 p.p. M/M, para 30%, mas permaneceram como o principal fator de risco para ações brasileiras, enquanto as preocupações com eventos geopolíticos aumentaram para 26% (+10 p.p. M/M).

Por fim, ao serem questionados sobre como a recente escalada do conflito no Oriente Médio e a alta nos preços do petróleo impactaram as decisões de alocação de seus clientes, a resposta mais comum entre os assessores (46%) foi de que ainda não houve impacto na alocação dos clientes. No entanto, 28% apontaram para uma redução de risco nos portfólios e 25% indicaram uma maior alocação em ativos defensivos.

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