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UE–Mercosul impulsiona minerais críticos no Brasil; Meta aposta em energia nuclear para IA | Brunch com ESG

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. O acordo UE–Mercosul e seu potencial para destravar investimentos em minerais críticos no Brasil

Na mídia. Acordo UE-Mercosul pode ampliar investimentos em minerais críticos no Brasil – Valor Econômico, 10 de janeiro (link)

Nossa visão. Na semana passada, o Conselho Europeu aprovou um acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, que deve criar oportunidades mútuas de emprego, geração de renda, desenvolvimento sustentável e crescimento econômico. Entre as principais áreas envolvidas, a cadeia de suprimento de minerais críticos desempenhou um papel importante no avanço do acordo, conforme informado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Segundo a agência, a conclusão do acordo comercial poderia atrair novos investimentos para o setor de minerais críticos do Brasil, além de servir como uma estratégia defensiva para a UE. O bloco consome cerca de 25% dos minerais críticos do mundo, mas detém apenas 5% das reservas globais, o que o deixa altamente dependente da China. Em nossa visão, um acordo fortalecido entre UE e Mercosul poderia ajudar a atrair os investimentos tão necessários e diversificar as fontes de financiamento para o Brasil, ao mesmo tempo em que daria às empresas europeias melhor acesso a matérias-primas críticas. De modo geral, essa dinâmica poderia ajudar a enfrentar um dos principais desafios do setor, conforme destacado em nossa reunião com o Sr. Mancin, do IBRAM (link): a limitada disponibilidade de opções de financiamento.

#2. Meta opta por energia nuclear para atender à demanda energética da IA

Na mídia. Meta fecha compra de energia nuclear para data center. Ações do setor disparam – Bloomberg Línea, 9 de janeiro (link)

Nossa visão. A Meta assinou um contrato de compra de energia (PPA) de 20 anos com a Vistra para garantir mais de 2.600 megawatts de eletricidade provenientes de uma combinação de três usinas nucleares da Vistra, a fim de sustentar as operações da Meta na região. Além disso, a empresa firmou um acordo separado com a Oklo para avançar no desenvolvimento de sua tecnologia de reator modular pequeno (SMR). De modo geral, essas iniciativas visam fornecer energia confiável para centros de dados de inteligência artificial. Como antecipamos em nosso relatório 2026 ESG Outlook (link), esperamos um aumento nas parcerias corporativas envolvendo energia nuclear para apoiar cargas de trabalho de inteligência artificial (IA) sustentáveis e em grande escala. Esses desenvolvimentos reforçam o papel da energia nuclear como uma fonte de geração de carga básica limpa, confiável e escalável, com risco mínimo de intermitência, tornando‑a bem adequada para atender à demanda massiva e crescente de energia da IA.

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.



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