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Regulação verde avança na UE e nos EUA, enquanto Vale (VALE3) adota padrões do ISSB | Brunch com ESG

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. União Europeia aprova limites de emissões de metano proveniente de importações de petróleo e gás a partir de 2030

Na mídia. UE aprova lei para limitar as importações de gás com limite de emissões de metano – Reuters, 28 de maio (link)

Nossa visão. Na segunda-feira (27/maio), os países da UE concordaram em impor limites de emissões de metano às importações de petróleo e gás da Europa a partir de 2030. De acordo com estimativas da organização internacional Clean Air Task Force, considerando a posição da Europa como um dos principais importadores mundiais de petróleo e gás, a nova norma pode potencialmente reduzir as emissões globais de metano – a segunda maior causa das alterações climáticas depois do CO2 – do setor energético em cerca de 33%. Na nossa visão, a nova regulação é um passo importante na implementação do REPowerEU¹ e contribui para: (i) pressionar os fornecedores internacionais a medir, monitorar, reportar e certificar as emissões de acordo com padrões globais; além de (ii) reforçar e acelerar as ações para reduzir os níveis de emissões. Embora ainda não tenham sido divulgadas informações sobre o limite exato e o tamanho das sanções financeiras em caso de descumprimento, destacamos que os produtores de petróleo e gás precisarão se preparar desde já para aderir às regras, influenciando mudanças positivas em suas operações.

#2. EUA divulgam novo conjunto de diretrizes para aumentar a integridade do mercado voluntário de carbono

Na mídia. EUA emitem diretrizes para o mercado voluntário de carbono – The Wall Street Journal, 28 de maio (link)

Nossa visão. Com o objetivo de reforçar padrões de alta integridade para o mercado voluntário de carbono – possivelmente o maior desafio deste mercado atualmente -, o governo dos EUA divulgou esta semana um novo conjunto de políticas e princípios voluntárias. Na nossa visão, as diretrizes enfatizam: (i) o papel dos mercados de carbono no cumprimento das metas globais de descarbonização; e (ii) sinaliza a confiança do governo nos sistemas de compensação de carbono diante de inconsistências, além da crescente desconfiança do mercado sobre a credibilidade dos créditos, o que esperamos que ajude a restabelecer a confiança entre compradores e vendedores.

#3. Vale adota normas de sustentabilidade ISSB dois anos antes do prazo obrigatório definido pela CVM

Na mídia. Vale (VALE3) informa que vai passar a adotar padrão de sustentabilidade internacional – Suno, 29 de maio (link)

Nossa visão. O primeiro conjunto de normas voluntárias elaboradas pela International Sustainability Standards Board (ISSB) visa impulsionar a divulgação de informações ESG, abordando um dos principais desafios da agenda, conforme mencionado em nossa nota (link). Além disso, reforça o compromisso de transparência da Vale, cujo esforço já se comprova, conforme visto em sua alta pontuação no ESG Disclosure Score da Bloomberg.

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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