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Orizon (ORVR3) seguirá transformando aterros em ecoparques de olho em biometano | Café com ESG, 16/01

Orizon de olho em biometano; Produtora sueca de baterias de íonas de lítio levanta empréstimo verde de US$5 bilhões

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE registrando alta de 0,40% e 0,35%, respectivamente.

• No Brasil, a Orizon planeja ampliar a transformação de seus aterros em ecoparques, uma espécie de hub de transformação de resíduos com centrais de reciclagem, captação de biogás, produção de combustível e planta de fertilizante – para 2024, a empresa analisa a possibilidade de adquirir oito aterros para adicionar 2 milhões de toneladas de resíduos por ano à sua gestão, além da possibilidade de novos projetos de biometano.

• No internacional, (i) o Fórum Econômico Mundial, que ocorre anualmente em janeiro em Davos, na Suíça, começou ontem reforçando a lacuna de mais de 600 bilhões de toneladas de CO2 entre ambições e políticas de redução de emissões nacionais – economistas presentes vão discutir nos próximos dias como manter viva a meta de 1,5°C; e (ii) a produtora sueca de baterias de íons de lítio Northvolt disse hoje que levantou um empréstimo verde no valor de US$5 bilhões para expandir sua fábrica de baterias no norte da Suécia – a operação foi considerada a maior da Europa na agenda verde.

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Brasil

Empresas

BNDES libera R$ 3 bilhões para eólica da Casa dos Ventos e ArcelorMittal

“O BNDES aprovou o financiamento de R$ 3,16 bilhões para a instalação do complexo eólico Babilônia Centro (553,5 MW), uma joint venture entre Casa dos Ventos e ArcelorMittal, na Bahia. É o maior empréstimo já feito pelo banco para um projeto de energia renovável. As empresas vão investir, ao todo, R$ 4,2 bilhões na construção do parque eólico, que terá 123 aerogeradores e geração de energia estimada em 267 MW médios. O complexo Babilônia Centro permitirá que a ArcelorMittal Brasil seja autoprodutora de energia por meio do maior contrato corporativo de energia renovável celebrado no país. Terá duração de 20 anos, renováveis por mais 15, com a possibilidade de venda da energia excedente. O empreendimento será responsável pelo abastecimento de aproximadamente 40% do consumo elétrico da fabricante de aço no Brasil. A ArcelorMittal Brasil tem 55% de participação na JV, com a Casa dos Ventos detendo os 45% restantes. “O avanço da implantação deste projeto é um marco importante para a ArcelorMittal, porque está em linha com o nosso objetivo global de ser carbono neutro até 2050 e reduzir em 25% as emissões específicas até 2030”, afirmou Jefferson De Paula, presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO Aços Longos e Mineração Latam, em comunicado. O complexo eólico evitará a emissão anual de aproximadamente 950 mil toneladas de CO2 na atmosfera, segundo as empresas. “Em 2004, o BNDES criou um programa de apoio a fontes alternativas de energia elétrica para financiar éolica e solar. O resultado é que projetos financiados pelo BNDES representam 57,5% do total da capacidade eólica instalada no Brasil, que é de 28,7 GW”, disse a diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa.”

Fonte: Epbr, 15/01/2024

Orizon mira em biometano para elevar receitas em aterros

“A Orizon Valorização de Resíduos planeja ampliar a transforação de seus aterros em ecoparques, uma espécie de hub de transformação de resíduos com centrais de reciclagem, captação de biogás, produção de combustível, planta de fertilizante e um aterro. Este modelo tem algumas linhas de negócios, como destinação correta de resíduos, economia circular e plantas de biogás e biometano. Desde que promoveu o seu IPO, em 2021, a companhia vem desenvolvendo outras aplicações para o lixo recebido, e aponta o gás natural renovável como o principal vetor de crescimento. Hoje a Orizon faz o manejo de 9 milhões de toneladas por ano, pouco mais de 11% do lixo produzido no Brasil. Para 2024, a empresa analisa a possibilidade de adquirir oito aterros. Caso essas compras se concretizem, a empresa deve adicionar 2 milhões de toneladas de resíduos por ano à sua gestão, além da possibilidade de novos projetos de biometano. “Os investimentos principais da companhia estão voltados ao biometano. Nos últimos dois anos, nós saímos de cinco ecoparques para 16. Destes, 11 eu tenho que fazer investimento em plantas de biometano. É um tempo de 18 meses para ficar pronto, as plantas já foram adquiridas no segundo semestre de 2023 e entram em operação no primeiro semestre de 2025”, afirma o CEO da empresa, Milton Pilão. O executivo não revela a produção atual de biometano, mas sabe-se que ainda é pequena e ocorre apenas na planta de Paulínia (SP). No entanto, há potencial para escalar. Recentemente a empresa estabeleceu uma joint venture com a Compass para produzir 180 mil metros cúbicos por dia a partir de 2025.”

Fonte: Valor Econômico, 16/01/2024

S&P reitera nota de crédito da Petrobras e faz avaliação negativa de administração e governança

“A S&P Global Ratings reiterou a nota de crédito da Petrobras em “BB” e “brAAA”, com perspectiva estável, limitados pela nota soberana do Brasil, após avaliação sob novos critérios de administração e governança. Os analistas Luísa Vilhena, Flávia Bedran e Luciano Gremone escrevem que a avaliação de administração e governança da Petrobras é moderadamente negativa e incorpora certos pontos fracos que pesam em sua qualidade de crédito. “Isto resulta de algumas preocupações sobre a eficácia e a capacidade do conselho de proteger os interesses de todos os stakeholders da empresa”, afirma a agência de classificação de riscos. Tais preocupações incluem os riscos de interferência do governo na política de preços de combustíveis, além do histórico de alto índice de rotatividade no conselho, o que resulta também na saída de executivos. A perspectiva estável da nota da Petrobras reflete aquela atribuída ao rating soberano do Brasil. Também incopora a expectativa que a empresa manterá alavancagem baixa mesmo com investimentos mais altos nos próximos dois anos.”

Fonte: Valor Econômico, 15/01/2024

Política

Presidentes do G7 e do G20, Itália e Brasil devem fortalecer relações para transição verde, diz Cônsul

“O ano de 2024 deve ser crucial para a relação Brasil-Itália em assuntos que incluem a transição energética e investimentos em infraestrutura renovável, com ambos os países presidindo, respectivamente, o G20 e o G7, acredita o cônsul da Itália em São Paulo, Domenico Fornara. O ano também marca os 150 anos da primeira imigração vinda da Itália ao Brasil, que hoje conta com cerca de mil companhias de origem italiana. “Os dois grupos têm muitas agendas sobrepostas, que necessitarão de uma forte cooperação. E certamente a transição energética será um tema muito importante para ambos os grupos”, disse o cônsul, em entrevista exclusiva à agência epbr. Segundo ele, além das discussões em blocos, também haverá a possibilidade de acordos bilaterais entre Brasil e Itália no tema da transição verde. “Haverá reuniões de alto nível, não só no âmbito dos fóruns multilaterais, mas penso que também na perspectiva bilateral. Portanto, certamente haverá espaço para melhorias em nossas relações bilaterais (…) Estou muito positivo em relação às nossas relações bilaterais”, destaca Fornara. Recentemente, a Sace (Agência de Crédito à Exportação da Itália), anunciou um investimento de €1,1 bilhão em novos projetos para impulsionar a transição verde no Brasil, iniciativa nomeada Green Push. Fornara explica que um dos motivos para isso foi o posicionamento do governo brasileiro em relação aos investimentos anunciados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que destinou boa parte do portfólio a projetos relacionados à transição ecológica. O programa contempla tanto investimentos privados e como de estatais – majoritariamente da Petrobras.”

Fonte: Epbr, 15/01/2024

Internacional

Empresas

Investidores da Shell se unem a grupo de ativistas que pedem maior corte nas emissões de carbono

“Fundos que administram mais de US$ 4 trilhões em ativos uniram forças com o grupo ativista climático Follow This para intensificar a pressão sobre a Shell Plc para que reduza suas emissões de gases de efeito estufa. O grupo, que inclui a maior gestora de ativos da Europa, a Amundi SA, apresentará uma resolução de acionistas para pressionar a Shell a se alinhar com o Acordo Climático de Paris, de acordo com um comunicado desta segunda-feira (15). Esse é um passo além do que os investidores deram em anos anteriores, quando votaram em apoio às resoluções apresentadas pela Follow This. A resolução se concentra nas chamadas emissões de Escopo 3 – aquelas geradas quando os clientes usam os produtos das empresas de petróleo, que constituem a maior parte de seus gases de efeito estufa. Ela pede que a Shell alinhe sua meta de redução de médio prazo do Escopo 3 com as metas do Acordo Climático de Paris para limitar o aquecimento global a bem menos de 2ºC acima dos níveis pré-industriais. “Continuamos comprometidos com o engajamento construtivo com nossos acionistas e acreditamos que nossas metas climáticas estão alinhadas com o objetivo mais ambicioso do Acordo de Paris”, disse um porta-voz da Shell. “A resolução de 2024 da Follow This permanece praticamente inalterada em relação à proposta de 2023, que foi rejeitada pelos acionistas.” Além da Amundi, o grupo de investidores co-filiados inclui o provedor de pensão Scottish Widows, Candriam, Rathbones Group e Edmond de Rothschild Asset Management. Os 27 investidores possuem, em conjunto, cerca de 5% das ações da Shell, de acordo com a Follow This.”

Fonte: Valor Econômico, 15/01/2024

A ‘bateria d’água’ que estoca vento e sol em Portugal

“A fase final de uma enorme “bateria d’água” deve ser inaugurada em março em Portugal. O nome técnico desse tipo de estrutura é hidrelétrica reversível, mas sua função é exatamente igual à de uma bateria comum. O complexo do Tâmega, no norte do país, vai armazenar a energia excedente gerada por usinas eólicas e solares e despachá-la quando essas fontes não estão produzindo. O sistema guarda eletricidade suficiente para carregar 400 mil baterias de carros elétricos ou abastecer 2,4 milhões de residências. Construído pela espanhola Iberdrola, o complexo do Tâmega custou € 1,5 bilhão. Duas das três usinas que compõem o sistema já estão operando. A empresa também é dona da maior hidrelétrica reversível da Europa, o de Cortes-La Muela, na Espanha. Para entender como funcionam essas “baterias d’água”, pense em dois reservatórios de água localizados em alturas diferentes. Durante o dia, enquanto painéis solares estão em funcionamento e há energia sobrando no sistema, a eletricidade é usada para bombear a água do reservatório mais baixo para o mais alto, carregando a bateria. Quando a noite cai e a demanda aumenta, o processo se inverte: as portas do reservatório superior se abrem, e a água movimenta turbinas transformando em eletricidade a energia cinética acumulada. O crescimento acelerado da geração eólica e solar, ambas fontes intermitentes, tem sido acompanhado da busca por maneiras que garantam o fornecimento sem interrupções. As soluções vão de baterias de íons de lítio do tamanho de contêineres espalhadas em grandes áreas a soluções semelhantes à portuguesa, mas que erguem pedras em vez de água para capturar a energia.”

Fonte: Capital Reset, 15/01/2024

Northvolt da Suécia levanta empréstimo verde de US$ 5 bilhões para expandir fábricas de baterias

“A produtora sueca de baterias de íons de lítio Northvolt disse na terça-feira que levantou US$ 5 bilhões na forma do maior empréstimo verde levantado na Europa, enquanto busca expandir sua fábrica de baterias no norte da Suécia. A empresa já garantiu mais de 13 mil milhões de dólares em capital e dívida para expandir as suas operações na Suécia, Polónia, Alemanha, Estados Unidos e Canadá. A nova dívida, que inclui o refinanciamento do pacote de dívida de 1,6 mil milhões de dólares levantado em 2020, é fornecida por um grupo de 23 bancos comerciais, bem como pelo Banco Europeu de Investimento e pelo Banco Nórdico de Investimento. Anteriormente, havia levantado bilhões de investidores como BlackRock (BLK.N), planos de pensão canadenses, Goldman Sachs (GS.N), Volkswagen (VOWG_p.DE), Baillie Gifford, Swedbank Robur (SWEDa.ST) e GIC de Cingapura. A empresa sueca recebeu encomendas de mais de 55 mil milhões de dólares de uma série de fabricantes de automóveis, incluindo BMW, Scania, Volvo Cars e Grupo Volkswagen. A Reuters informou anteriormente, citando fontes, que a Northvolt estava se preparando para uma oferta pública inicial que poderia avaliar a empresa em mais de US$ 20 bilhões.”

Fonte: Reuters 16/01/2024

Política

Davos: mundo precisa fechar lacuna de 600 bilhões de toneladas de CO2

“O Fórum Econômico Mundial (WEF, em inglês), que ocorre anualmente em janeiro em Davos, na Suíça, começou nesta segunda (15/1) com mais um dado alarmante sobre o clima: há uma lacuna de mais de 600 bilhões de toneladas de CO2 entre ambições e políticas de redução de emissões nacionais. Em meio a um mundo fragmentado por guerras e tomado pela inflação, economistas também discutirão nos próximos dias como manter viva a meta de 1,5°C. É o primeiro grande encontro de líderes após a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), que encerrou em dezembro passado com os países concordando em fazer uma transição para longe dos combustíveis fósseis. E se já foi difícil conseguir colocar no papel a ambição de substituir os principais causadores das mudanças climáticas – os combustíveis fósseis –, transformar isso em ação concreta promete ser uma jornada e tanto. Às vésperas do encontro em Davos, o WEF publicou um relatório destacando a necessidade de ações sistêmicas, em vez de incrementais, por parte de empresas e governos para atingir as metas de descarbonização. “Embora a ação climática individual tenha aumentado, coletivamente não é suficiente para alcançar o nível de mudança sistêmica necessário”, diz o documento elaborado pela Aliança de Líderes Empresariais para o Clima. Ao analisar dados do CDP para as 1.000 maiores empresas globais, o relatório indica que mais de 10% das emissões globais provavelmente estão nas cadeias de suprimentos. Chamadas de emissões de Escopo 3, elas são consideradas as mais difíceis de gerenciar, justamente porque não dependem de ações individuais e estão dispersas.”

Fonte: Epbr, 15/01/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

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Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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