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Estratégia para terras raras ganha força; Medidas de importação de biodiesel geram debate | Brunch com ESG 

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. Regras de importação de biodiesel no Brasil são contestadas em meio ao aumento da demanda

Na mídia. Importação de biodiesel na mira do mercado – Eixos, 19 de janeiro (link)

Nossa visão. Em resposta à nova regulamentação que exige que todo o biodiesel utilizado para cumprir o mandato de mistura de 15% no diesel seja proveniente de unidades de produção autorizadas pela ANP, seis associações do setor divulgaram uma nota conjunta pedindo a remoção das restrições que limitam o acesso a fornecedores internacionais, argumentando que a medida enfraquece o poder de barganha dos distribuidores. De modo geral, o debate ocorre em meio a expectativas de aumento da demanda impulsionado pela Lei do Combustível do Futuro — segundo estimativas da StoneX, a demanda por biodiesel pode chegar a 10,5 milhões de toneladas em 2026, caso a mistura de 15% seja mantida ao longo de todo o ano. Em contraste, a Frente Parlamentar do Biodiesel (FPBio) divulgou uma nota assinada por seu presidente alertando que a competição com biodiesel importado pode desorganizar o mercado, desestimular investimentos, prejudicar a previsibilidade do setor e criar condições desiguais de concorrência para produtores nacionais. Na nossa visão, retirar as restrições às importações de biodiesel seria negativo para os preços do biodiesel, mas positivo para os distribuidores, pois lhes permitiria recorrer a importações caso os preços domésticos subam significativamente. Além disso, isso apoiaria a progressão dos mandatos de mistura, já que as importações poderiam ajudar a cumprir as exigências em anos de escassez de oferta doméstica.

#2. MME avança na estratégia de terras raras para fortalecer a cadeia de suprimentos do Brasil

Na mídia. MME inicia estudo para estruturar Estratégia Nacional de Terras Raras – Eixos, 22 de janeiro (link)

Nossa visão. Nesta semana, o Ministério de Minas e Energia (MME) lançou as bases técnicas para o desenvolvimento da Estratégia Nacional de Terras Raras. O estudo deverá definir diretrizes, metas e instrumentos para apoiar o crescimento estruturado do setor de terras raras, com o objetivo de fortalecer e coordenar o desenvolvimento da cadeia de suprimentos brasileira desses minerais estratégicos, alinhando-a à política industrial e à agenda mais ampla da transição energética. Vemos a iniciativa com bons olhos, uma vez que um arcabouço regulatório sem previsibilidade pode se tornar um gargalo para investimentos e limitar a capacidade do Brasil de avançar e se posicionar como um fornecedor global competitivo nessa indústria. De modo geral, diretrizes mais claras devem ajudar as empresas a alinhar suas estratégias às políticas públicas, ao mesmo tempo em que oferecem aos investidores maior visibilidade e confiança. 

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.



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