PJ: Faz diferença investir seu caixa?

Não é de hoje que muitos investidores, sócios de pessoas jurídicas, cuidam com atenção de seus investimentos pessoais, mas nunca dedicaram a mesma atenção aos recursos financeiros de suas empresas. Ao ser provocado por seu assessor, todo investidor já se perguntou: Faz diferença investir o caixa de sua PJ?

Não é de hoje que muitos investidores, sócios de pessoas jurídicas, cuidam com atenção de seus investimentos pessoais, mas nunca dedicaram a mesma atenção aos recursos financeiros de suas empresas. Ao ser provocado por seu assessor, todo investidor já se perguntou: Faz diferença investir o caixa de sua PJ?

A resposta intuitiva é: claro que sim – o caixa da empresa deve sempre trabalhar à favor do próprio negócio. Porém, o que todo sócio se pergunta é se este ganho é grande o suficiente para que ele dedique o tempo necessário a abrir a conta da empresa e construir uma carteira de investimentos.

Vamos responder a esta pergunta fazendo um exercício simples de simulação. Vamos comparar duas empresas hipotéticas A e B. Digamos que ambas mantém em caixa recursos para provisões trabalhistas, legais e operacionais no valor de R$ 10.000.000,00.

As premissas do estudo foram tirados do cenário base da economia, estimado pelo time de alocação da XP, contendo os retornos esperados para as diversas classes de ativos financeiros nos próximos anos. O CDI esperado é de 5,1% a.a. e o spread de crédito é de 2,1% acima do CDI.

  • Empresa A: Possui gestão ativa de investimento do seu caixa, investindo metade dos recursos em ativos líquidos e de baixíssimo risco e a outra metade em ativos de crédito. A empresa opta por este peril de alocação porque já corre riscos em seu seu negócio e está sempre buscando oportunidades que podem exigir uma rápida necessidade de liquidez. Desta forma, sua carteira irá render aproximadamente CDI + 1%.
  • Empresa B: Possui as mesmas necessidades, porém mantém seu caixa em uma instituição financeira de grande porte, com baixo risco e altíssima liquidez, rendendo em média 90% do CDI.

Simulamos no gráfico abaixo a evolução do caixa destas duas empresas ao longo de 20.

Podemos notar que em apenas 5 anos, a empresa B deixou de ganhar em relação à A, a quantia cerca de 1 milhão de reais. Esta diferença chega a 2,5 milhões em 10 anos e cerca de 8,5 milhões em 20 anos.

A diferença entre os dois é exponencial, efeito do popular “juros sobre juros”, ou juros compostos. Desta forma, aquela pequena diferença de 150 mil reais do primeiro ano, irá trazer rendimentos durante os próximos 19 anos, motivo pelo qual a diferença cresce exponencialmente.

Seguindo neste raciocínio, surge um outro ponto muito importante: a melhor hora de começar a investir é agora. Isto porque sempre que você negligencia mais um ano para começar, está abrindo mão dos juros compostos dos ganhos do primeiro ano. E estes ganhos são os que trarão rendimentos por mais tempos, os 19 anos seguintes da simulação.

Para ilustrar este ponto, realizamos uma outra simulação, desta vez com uma nova empresa. A Empresa C possui o mesmo caixa e a mesma necessidade de liquidez das demais. Porém, por falta de tempo, ela investe em instituições financeiras de grande porte por 1 ano (90% do CDI) e busca assessoria especializada a partir do segundo ano, passando a auferir rendimentos de CDI+1%.

Podemos observar que a diferença entre o montante acumulado pela empresa A e pela C chega a ser de 150 mil reais em 1 ano, atingindo quase 200 mil em 5 anos. Por um mero atraso em abrir sua conta.

Investimento para pessoas jurídicas

Nosso time de alocação prepara mensalmente carteiras sugeridas para perfis específicos de pessoas jurídicas, que atendem a necessidade da empresa independente da sua política de investimentos. Estes perfis contemplam desde empresas que precisam de altíssima liquidez e buscam baixo risco para destinar seu caixa da reserva de curto prazo até as que que possuem projeção de caixa que possibilita maior flexibilidade de alocação com maior risco para buscar retornos mais representativos.

Além dos ganhos financeiros, a pessoa jurídica pode se beneficiar da assessoria profissional, que reduz o trabalho de seu próprio departamento financeiro operacionalizando aportes e resgates.

Procure seu assessor de investimentos para auxiliar na construção do portfólio da sua empresa.

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