O que o Ano-Novo chinês tem a ver com os seus investimentos?

O zodíaco chinês pode ser a fonte de inspiração que falta para você sair da inércia nos investimentos; entenda


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O que o Ano-Novo chinês tem a ver com os seus investimentos?

Mais do que qualquer outra celebração no mundo, o Ano-Novo chinês reverbera nas pessoas as tradicionais resoluções, típicas das viradas como em qualquer país, mas, em particular, há duas palavras que definem bem o sentimento de boa parte dos chineses que enfeitam, nesta data, as cidades e suas casas de luzes, faixas, adereços e afins: prosperidade e riqueza.

Seguindo a tradição milenar, na China, em ciclos de doze anos, os bichos que representam o famigerado horóscopo chinês se alternam e, na ordem, a cada Ano-Novo Chinês, um deles é colocado em cima de um pedestal imaginário, no qual o povo chinês cultua e celebra os significados místicos do animal. Além disso, combina-se um animal sempre a um dos elementos Fogo, Terra, Metal, Água ou Madeira.

Neste ano, depois do Rato de Metal representar 2020, é a vez do Boi de Metal aparecer na vida dos chineses no Ano-Novo Chinês, que se inicia neste 12 de fevereiro de 2021. Na astrologia do país asiático, o Boi é a imagem que aflora características, como “capacidade de realização, determinação e perseverança para um caminhar reto e próspero”, segundo a definição do Instituto Sociocultural Brasil-China.

E quando o boi se junta ao elemento metal, há um reforço de renovação e ambição para a vida, com a chegada de um ano de bastante superação, o que calha bem depois de um ano tão difícil como 2020 devido à pandemia e seus impactos sociais, financeiros e, principalmente, de saúde.

Mas o que os astros orientais tem a ver com você e os seus investimentos? Parece distante, mas não é. É uma questão de absorver as energias de um país, que tem suas peculiaridades e diversas lições para extrair. E, para quem não tem muita familiaridade com o papo astrológico ou não acredita em tais crenças, a China mostra nos números o potencial de um novo caminho que começou a se abrir para outras partes do mundo, inclusive o Brasil.

O cenário mudou muito nas últimas décadas e cada vez mais esse Boi de Metal se envereda por outros locais, beneficiando a quem, antes, não conseguia enxergá-lo a olho nu. O Ano-Novo Chinês mostra que há, sim, formas de se inspirar e confiar em outros tipos de investimento. Basta ter mente aberta às grandes oportunidades.

Da astrologia à realidade: o poder da China

Quando se fala em China é comum vir à mente proporções gigantescas numericamente falando. Não à toa, é o país com a maior população no mundo, com cerca de 1,4 bilhão de pessoas e, atualmente, é a segunda maior potência econômica, atrás apenas dos Estados Unidos. Se você acredita que o segundo lugar no ranking de crescimento econômico é um bom parâmetro de potencial, as projeções mostram que o poder da China é, de fato, surpreendente.

De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a China deve ultrapassar a hegemonia dos EUA em 2030. Há outras pesquisas que projetam os asiáticos à frente dos norte-americanos, em termos econômicos, ainda antes disso. A renomada consultoria Centre for Economics and Business Research (CEBR) já divulgou que, em 2028, o primeiro lugar para a China como maior potência mundial já deverá ser realidade, com crescimento anual de 5,7%, em média.

Para se ter uma ideia dos saltos que a China deu, de 1980 a 2000, o país foi de oitava à quinta maior economia do mundo. Em 2011, a China chegou onde está até hoje como segunda maior potência. Nas últimas duas décadas, o crescimento econômico da China foi, em média, 9% ao ano, enquanto os EUA, cresceram 2% ao ano, nesse mesmo período.

Outros dados mostram a evolução da China em sua realidade socioeconômica. A “fábrica do mundo”, como o país era conhecido, denotava a mão de obra trabalhadora barata. Em 1980, por exemplo, quando a China já tinha esse apelido, a renda por habitante era de 195 dólares.

E, apesar de a força trabalhadora ainda ser uma das principais características, hoje esse indicador já está em aproximadamente 10.000 dólares por habitante, mostrando o desenvolvimento socioeconômico do país ao longo das últimas décadas. Nesse sentido, um país que registrava alta pobreza de sua população até 2012, os números foram caindo e, em novembro do ano passado, a China anunciou a erradicação da pobreza extrema.

O mercado de capitais chinês também cresce vertiginosamente. A China representa aproximadamente 16% do mercado de ações globais, enquanto o Brasil representa apenas 1%, para fins de comparação. E muito desse crescimento se deve à indústria de tecnologia chinesa que vem ditando diversas inovações em diferentes áreas, como Varejo, Saúde, Telefonia, Engenharia, Software, Cloud, Games, Entretenimento etc. Dessa forma, existem inúmeras oportunidades de retorno dentro desse mercado e grande potencial de crescimento dentro dessa região, principalmente por conta da ascensão da classe média.

As oportunidades de investimentos na China

Há uma tradição no Ano-Novo Chinês em que familiares mais velhos, e já bem situados na vida, dão envelopes vermelhos aos mais novos, contendo dinheiro em espécie como símbolo de prosperidade para a passagem do novo ano. De certa forma, com o dinheiro na mão abrem-se oportunidades de investimento.

Analogicamente com os seus investimentos, a China traz ótimas chances de diversificar o patrimônio em um mercado altamente aquecido. No nosso envelope vermelho imaginário para você, há ativos que podem ser bons diferenciais na carteira. Veja a seguir!

XINA11, o ETF das ações chinesas

O XINA11 é o primeiro Exchange Traded Fund (ETF) do Brasil que replica somente as ações da Bolsa chinesa. Esse tipo de ativo é como se fosse um fundo de investimento, porém, não há um gestor por trás na seleção dos ativos e, sim, a replicação da carteira de um índice. No caso do XINA11, segue-se o índice MSCI China, composto por empresas chinesas de grande e médio porte listadas em todos os mercados, incluindo China A-shares, B shares, H-shares, Red Chips, P chips, e listagens estrangeiras, como os ADRs na Bolsa dos EUA.

De acordo com a equipe de fundos da XP, o índice tem mais de 700 empresas que representam cerca de 85% do universo de empresas chinesas de capital aberto com uma capitalização total de mais de US$ 2,7 trilhões. As 3 empresas com maior participação no índice são o Alibaba Group, a Tencent Holdings e a Meituan Diaping.

Saiba mais sobre o XINA11

JP Morgan China: A Força do Dragão

Outra oportunidade à vista para se expor ao mercado chinês é via um fundo do JP Morgan.

A gestora do JP Morgan, uma das maiores do mundo, com mais de US$ 2 trilhões de ativos sob gestão, vê oportunidades de investimento dentro dos novos hábitos do consumidor e da ascensão da classe média pelo setor de consumo discricionário, que apresenta um grande potencial de crescimento. A gestora também vê oportunidade em saúde, setor que foi fortemente impulsionado por conta da covid-19.

Outro setor que o JP Morgan vê potencial e tem exposição em seu fundo é o de tecnologia, uma vez que a China tem investindo cada vez mais nesse ramo, tanto para suprir a demanda interna de consumo quanto no desenvolvimento de tecnologia futura.

Saiba mais sobre o JP Morgan China

Trend Bolsa Chinesa

Para uma opção de fundo mais acessível, por apenas R$ 100, é possível investir no Trend Bolsa Chinesa. Este é mais um produto da família Trend, da XP, focado em investimento no exterior. O fundo é destinado a investidores em geral e, com mínimo aplicação de apenas R$ 100, confere exposição ao mercado de ações da China, seguindo o índice MSCI China, permitindo o acesso a uma das maiores e mais importantes economias globais.

O fundo tem exposição ao iShares MSCI China ETF – fundo listado em bolsa – a partir de operações com derivativos (contratos de swap). Vale destacar que o Trend Bolsa Chinesa não apresenta exposição cambial ao dólar, isto é, é um veículo hedgeado. O iShares MSCI China ETF, por sua vez, é gerido pela BlackRock, maior gestora do mundo.

Saiba mais sobre o Trend Bolsa Chinesa

Fundos de ações da Wellington

Uma gestora que tradicionalmente olha para o mercado asiático é a Wellington, casa centenária e com um know-how diferenciado e bastante selecionado no quesito Bolsa chinesa, entre outros países orientais. Diferentemente dos outros, o fundo All China tem exposição mais centralizada em 20 e 40 papéis da maior Bolsa chinesa.

Há também a opção de se expor ao mercado de ações chinês via um fundo diversificado entre outros países da Ásia com foco em ações do setor de Tecnologia, um dos carros-chefes do continente e, sobretudo, da China.

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