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Top Picks 05/08/2019

05 de agosto de 2019 Até o fechamento de sexta a carteira TOP PICKS valorizou 3,34%, mas com GAP de baixa na abertura o retorno médio foi ajustado para 1,50%. O IBOVESPA na semana recuou -0,14%. Em 2019, a carteira avança 22,16% enquanto o IBOV valoriza 16,85%. Para esta semana fizemos apenas uma modificação, saindo […]

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05 de agosto de 2019

Até o fechamento de sexta a carteira TOP PICKS valorizou 3,34%, mas com GAP de baixa na abertura o retorno médio foi ajustado para 1,50%. O IBOVESPA na semana recuou -0,14%. Em 2019, a carteira avança 22,16% enquanto o IBOV valoriza 16,85%.


Para esta semana fizemos apenas uma modificação, saindo GGBR4 para a entrada de BBDC4.


Portfólio

Objetivos da Carteira

A carteira será composta por 5 ativos, tendo cada um o peso igual de 20%. Ressaltamos que a Carteira Semanal Top Picks busca retorno a curto prazo, aliando fluxo e movimentação das ações ao cenário político e macroeconômico. O intuito é que a média do retorno dos 5 ativos ao final da semana supere o benchmark, o Ibovespa.


Para podermos nos alinhar às práticas de mercado, o retorno da carteira será medido de acordo com os preços de abertura dos ativos na segunda-feira vigente e o os preços de abertura da segunda-feira da semana seguinte.

Informamos que não haverá stop gain ou stop loss para os ativos indicados, visto que a ideia da carteira é que a média dos ativos recomendados no período supere o seu benchmark.


Quanto aos ativos da carteira, haverá um corte mínimo de liquidez para que os retornos das recomendações reflitam da forma mais fiel possível a realidade. São elegíveis cerca de 70% das ações do índice IBrX 100.


A carteira recomendada será apresentada toda 2ª feira até às 11hs pela Arena do Investidor. O panorama semanal (cenário macroeconômico, político e agenda) seguirá sob comando da área de Fundamentos, mas será enviado em conjunto com o relatório da Carteira Top Picks.

Visão Macroeconômica

Retrospectiva:


Na última semana, no Brasil, vimos que a produção industrial encerrou o segundo semestre de 2019 em queda puxada pela indústria extrativa. O resultado apresentado pela indústria geral em junho foi 0,6% inferior ao apresentado em maio e 5,9% menor que o resultado de junho de 2018. Vimos também que em julho de 2019, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou 94,8 pontos, recuando 0,9 pontos ante o mês anterior. Enquanto isso, o Índice da Situação Atual (ISA) recuou 2.2 pontos na margem e o Índice de Expectativas (IE) avançou 0.5 pontos. O índice de confiança de serviços calculado pela FGV também permaneceu abaixo da marca de 100 pontos, que separa o quadro de confiança do de desconfiança, mas na passagem de junho para julho, os dados mostraram uma melhora na margem (com o Índice de Confiança de Serviços (ICS), o índice da Situação Atual (ISA-S) e o Índice de Expectativas (IE-S) crescendo 2.2, 1.9 e 2.6 pontos, respectivamente). Além disso, no trimestre encerrado em junho, a taxa de desocupação recuou 0,7 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre do ano e caiu 0,4 pontos na comparação com o mesmo trimestre de 2018. Por fim, vimos que o Banco Central anunciou um corte de 0,50% na taxa de juros básica da economia (Selic), acima da projeção da XP e da expectativa mediana de mercado. Assim, a taxa Selic passou de 6,50% para 6,00% ao ano.
Nos Estados Unidos, o Banco Central americano (FED) decidiu cortar a taxa de juros em 0,25%, levando os juros para o inter-valo de 2,00% – 2,25%. Além disso, depois de uma queda acentuada em junho, a confiança do consumidor voltou a subir em julho ao atingir a marca de 135,7 pontos (acima dos 124,3 pontos no mês anterior). O Índice de Situação Atual aumentou de 164,3 para 170,9 enquanto o Índice de Expectativas passou de 97,6 no mês passado para 112,2 este mês. Também nos Estados Unidos, foram criadas 164 mil vagas de trabalho, o que estabilizou a taxa de desemprego perto das mínimas históricas, em 3,7%. Por fim, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou ontem a imposição de tarifa de 10% sobre US$ 300 bilhões de produtos importados da China, elevando a volatilidade dos mercados.

Na Zona do Euro, a confiança do consumidor atingiu 6,6 pontos negativos em julho, em linha com as projeções do mercado. A taxa de desemprego recuou de 7,6% para 7,5% em junho, atingindo o menor nível desde julho de 2008 e também ficando em linha com a previsão do mercado. De acordo com leituras preliminares, o PIB da região avançou 0,2% no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior e 1,1% na comparação anual. Também de acordo com leituras preliminares, o índice de preços ao consumidor (CPI) cresceu 1,1% em julho na comparação anual, mas recuou em relação a junho. Enquanto isso, o índice de preços ao produtor (PPI) caiu 0,6% em junho ante abril. O PMI do setor industrial da região caiu de 47,6 pontos em junho para 46,5 em julho, mas ficou levemente acima das expectativas do mercado. E as vendas no varejo subiram 1,1% em junho ante maio, superando as projeções dos analistas.
Por fim, na China, o PMI de serviços caiu de 54,2 pontos em junho para 53,7 em julho, enquanto o PMI industrial subiu de 49,4 pontos em junho para 49,7 pontos em julho. O resultado ficou acima das expectativas do mercado.


Perspectiva:


Para a próxima semana, monitorar:
PMI composto, ata do COPOM, vendas a varejo, inflação (IPCA) e volume do setor de serviços no Brasil;
PMI composto, ofertas de emprego, crédito ao consumidor e inflação (PPI) nos Estados Unidos;
PMI composto, confiança do investidor e boletim econômico na Zona do Euro;
PMI composto, balança comercial e inflação (CPI e PPI) na China.

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