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Resumo da Semana: Ibovespa fecha em alta de 11,7%

Não conseguiu acompanhar de perto o mercado durante a semana? Resumimos para você os principais destaques!

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Destaques da semana: 03/04 a 09/04

Ibovespa: 11,7% | 77.681,9 pontos

O Ibovespa fechou a semana em alta de 11,7% em 77.681,9 pontos, seguindo os mercados internacionais que avançaram com notícias melhores sobre a evolução do coronavírus na Europa e nos EUA.

No Brasil, o governo iniciou nesta semana a operação para fazer o auxílio de R$ 600 chegar a 54 milhões de pessoas, além de extinguir o PIS-Pasep e autorizar saques de R$1045 por conta do FGTS. Na economia, o IPCA de março esboça os primeiros efeitos do coronavírus, registrando uma expansão de 0,07%, levemente abaixo tanto da nossa expectativa quanto das expectativas de mercado. Na política, a Câmara fez tentativas de votar o projeto com auxílio aos estados que está sendo discutido como alternativa ao Plano Mansueto.

No internacional, houve uma expectativa de redução do ritmo de avanço do novo coronavírus em todo o mundo e com proximidade do pico de número de casos. Nos EUA houve a desistência do senador Bernie Sanders da campanha à presidência do país. Ele era um dos principais cotados à candidatura pelo Partido Democrata, e agora abriu as portas para que o ex-vice-presidente de Barack Obama, Joe Biden, concorra às eleições contra o atual presidente. Também no radar, o número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos passou de 6,648 milhões na semana encerrada no dia 27 para 6,606 milhões na semana passada, acima da expectativa, que apontava para um aumento a 5,5 milhões de pedidos. A semana anterior havia sido de recorde histórico de pedidos.

Por fim, Arábia Saudita e Rússia chegaram nesta quinta-feira a um princípio de acordo para cortar a produção da Organização de Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) em 10 milhões de barris diários entre maio e junho, em um esforço para reverter a crise de preços no mercado internacional. A preocupação é de que o volume de cortes discutido seja equivalente a apenas uma fração da perda de demanda. 


Câmbio e juros

O Real teve uma valorização em relação ao dólar de 4,6%, fechando a semana em R$5,10/USD, principalmente devido a desaceleração nos números de novos casos e mortes por coronavírus na Europa e na Ásia, conjugada aos planos de estímulos econômicos lançados no mundo todo para combater os impactos da pandemia.


O que esperar

O PIB do primeiro trimestre de 2020 da China e alguns dados de atividade econômica de março do país (produção industrial, vendas no varejo e taxa de desemprego) serão os principais destaques da próxima semana. Todos os dados devem ajudar na compreensão de qual tem sido o tamanho do impacto dos efeitos do coronavírus sobre a economia chinesa, epicentro da pandemia. Nos Estados Unidos, os destaques serão o Livro Bege, a produção industrial de março e os pedidos de seguro-desemprego. E no Brasil, o destaque será o IBC-Br de fevereiro, que, por não ter sofrido os efeitos do coronavírus, deve ter sua importância reduzida.

Clique aqui para acessar a agenda econômica semanal.


Ações

*A empresa se encontra restrita para cobertura por determinação da nossa área de Compliance.

A companhia anunciou que realizará emissão de uma cédula de crédito bancário no valor de R$ 75 milhões, com vencimento de dois anos. Além disso, ações do setor de educação foram positivamente impactadas nessa semana com retomada do apetite de risco de investidores,  após quedas dos papéis em semanas anteriores

As ações reagiram positivamente nesta semana com a proposta de um novo programa de recompra de até 15 milhões de ações.

Sem notícias específicas, após recentes quedas, as ações a reagiram positivamente à expectativa de redução do ritmo de avanço de Covid-19 no cenário internacional e a retomada do apetite de risco de investidores

Ações do setor de educação foram positivamente impactadas nessa semana com retomada do apetite de risco de investidores,  após quedas dos papéis em semanas anteriores

Preços de celulose continuaram em torno dos US$460/t esta semana, ainda sem materialização do aumento de US$30/t anunciado pela Suzano há duas semanas. Ainda, a queda do dólar impulsionou o movimento de correção

A ligeira valorização do real frente ao dólar impulsionou o movimento de correção, que também afetou outras empresas exportadoras na semana. No entanto, seguimos confiantes com a JBS no médio-longo prazo, uma de nossas empresas favoritas no setor de Alimentos e Bebidas.

Sem notícias específicas, atribuímos a queda das ações à realização de lucros, tendo em vista a alta das ações nas últimas semanas.

O anúncio de abafamento dos altos-fornos 1 e 2 da Usina de Ipatinga pesou sobre as ações no início da semana.

Os preços de celulose continuaram em torno dos US$460/t esta semana. Ainda, a queda do dólar impulsionou o movimento de correção.


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