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🌎 RADAR GLOBAL: Microsoft vs. Apple

Aplicativos no Windows 11, recorde da Nike e IPO da Didi.

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MACRO

Mercados globais amanhecem mistos (EUA 0% e Europa -0,4%) após o S&P 500 fechar, na sexta-feira, em patamar recorde, marcando a melhor semana para a bolsa americana desde fevereiro. Na Europa, preocupações com a variante Delta do coronavírus prejudicam ações de lazer e turismo, que puxam a baixa do Eurostoxx 600. Bitcoin mantém-se próximo dos US$ 34 mil após criptocorretora Binance ser proibida de operar no Reino Unido.

Coronavírus: Nesta semana, a Índia administrou 8,6 milhões de doses de vacinas, estabelecendo um recorde nacional. A importância do fato ocorre em meio a um início lento, devido à escassez do imunizante e desacordo entre os estados e o governo central. Menos de 20% das pessoas receberam pelo menos uma dose da vacina e apenas 5% da população está totalmente vacinada.

EMPRESAS

Microsoft vs. Apple: A Microsoft (MSFT34) mostra o Windows 11, sua primeira grande atualização de sistema operacional desde 2015, com mudanças que visam competir diretamente com o modelo de negócios da Apple. A novidade, com previsão de lançamento para o final deste ano, incluirá uma nova Windows Store que permitirá que os desenvolvedores usem seus próprios sistemas de pagamento sem pagar comissões à Microsoft e que os usuários localizem e executem aplicativos Android em seus laptops e PCs.

Mercado competitivo: As mudanças revelam o acirramento da disputa entre as gigantes da tecnologia Microsoft e Apple, ambas avaliadas em ~US$ 2 trilhões. 

Concorrência: A empresa também integrará o Teams ao pacote Office, criando um desafio para o Slack, principal rival da Microsoft no setor de bate-papo. Como resposta, o Slack, que está sendo comprado pelo Salesforce por US$ 27,7 bilhões, entrou com uma ação antitruste contra a Microsoft na União Europeia. Do lado dos notebooks, o Windows perdeu parte do mercado em 2020 para os Chromebooks do Google, já que as escolas optaram por dispositivos mais baratos para o aprendizado online, mas ainda mantiveram mais de 80% do mercado, de acordo com a empresa de dados IDC.

Recorde histórico: A Nike (NIKE34) publicou uma receita trimestral recorde, a maior dos seus 50 anos de história. Superando a casa dos US$ 12bi, a gigante acaba de dobrar a receita apresentada no primeiro trimestre de 2020, quando a pandemia afetou negativamente as vendas da empresa. Em contrapartida, mesmo em um comparativo com o primeiro trimestre de 2019 (pré-pandemia), a empresa ainda sim foi capaz de aumentar sua receita em 19%.

De onde vem este crescimento? A receita do sucesso da companhia pode ser atribuída a dois fatores: 1) Forte investimento em e-commerce e 2) Sucesso no mercado chinês. Falando em números de e-commerce, as vendas digitais da Nike saltaram 41% quando comparadas ao mesmo trimestre de 2020.

China na NYSE: A empresa chinesa Didi (dona da 99 Táxi) está prestes a levantar até US$ 4bi em seu IPO na bolsa de Nova Iorque. Em um cenário positivo, a empresa pode ser avaliada em US$ 67bi, com base nas ações em circulação durante o processo. O IPO pode ser a maior venda de ações dos EUA por uma empresa chinesa neste ano. Para se ter uma ideia, outras gigantes, como o Alibaba (2014), Facebook (2012) e Uber (2019), chegaram a levantar US$ 25bi, US$ 104bi e US$ 8bi em suas respectivas listagens.

A Didi acelerou seus planos de listagem após recuperar-se da pandemia de coronavírus na China. No 1T21, a receita mais que dobrou vs. 1T20, atingindo US$ 6,4 bi. A empresa também obteve lucro líquido de US$ 837 milhões no trimestre, contra o prejuízo de US$ 1,6bi no ano anterior. Embora Didi tenha se expandido para 15 países, a maior parte de sua receita ainda vem de suas operações na China.

Olhando para frente: A empresa busca capital para investir em tecnologia de direção autônoma, veículos elétricos e ampliar sua presença global. Didi planeja fazer sua estreia na Europa ainda neste ano, onde deve competir com a Uber, que atualmente detém 65% de participação no continente.

ANÁLISES

Fonte: Goldman Sachs

Ostentação pós crise: O Goldman Sachs revisou suas projeções para o crescimento da indústria de luxo. A previsão anterior era de um aumento de +15% nas vendas em 2021, porém, devido à alta demanda por essa classe de bens, o banco aumentou suas projeções para +22,5% em 2021 e +13% em 2022. Essa demanda por bens de luxo pode estar relacionada ao grande volume de dinheiro poupado pela população durante a pandemia, devido à falta de opções de consumo e estímulos governamentais. Nos EUA, por exemplo, um estudo do Federal Reserve de Kansas City afirma que americanos acumularam um montante de US$ 2tri durante o período pandêmico.

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