IBOVESPA +0,34% | 198.000 Pontos
CÂMBIO +0,03% | 5,02/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a segunda-feira em alta de 0,3%, aos 198.000 pontos, renovando novamente máximas históricas e se aproximando da marca de 200 mil pontos. O movimento positivo acompanhou o desempenho dos mercados globais (S&P 500, +1,0%; Nasdaq, +1,1%), que avançaram mesmo com o fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana e o posterior anúncio de um bloqueio dos EUA ao Estreito de Ormuz. Durante o dia, Donald Trump afirmou que o Irã novamente expressou interesse em negociar um acordo.
Braskem (BRKM5, +30,1%) liderou os ganhos do dia. O papel acumula uma alta de 30,1% em 2026. Por outro lado, Copasa (CSMG3, -3,7%) apresentou queda de 5,8% nos últimos dois pregões.
Nesta terça-feira, destaque para a divulgação dos dados de inflação ao produtor de março nos EUA.
Renda Fixa
Os juros futuros tiveram queda nos vértices médios e longos nesta segunda‑feira, em uma sessão volátil, mas marcada por algum alívio na aversão ao risco com a continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e a possibilidade de uma nova reunião presencial antes do fim do cessar‑fogo. Ao longo do dia, os rendimentos dos Treasuries oscilaram entre altas e baixas, à medida que o mercado digeria notícias sobre o conflito no Oriente Médio, o risco de fechamento do estreito de Ormuz e sinais de que Washington e Teerã seguem conversando. A T‑Note de 2 anos encerrou em 3,77% (‑3 bps vs. sexta‑feira), a T‑Note de 10 anos em 4,29% (‑3 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,89% (‑2 bps). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 14,10% (+4 bps), o DI jan/29 em 13,32% (‑7 bps) e o DI jan/31 em 13,35% (‑7 bps).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em leve alta (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,3%), dando continuidade ao movimento positivo após uma sessão resiliente na véspera. Os principais índices avançaram mesmo diante da escalada geopolítica, com o mercado voltando a precificar um possível acordo entre EUA e Irã, o que levou o S&P 500 a recuperar todas as perdas acumuladas desde o início do conflito. No radar, destaque para o início da temporada de resultados dos grandes bancos, com JPMorgan Chase e Wells Fargo divulgando números hoje.
Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,6%), refletindo o otimismo com a possível retomada das negociações entre EUA e Irã. O movimento é amplo, com a maioria dos setores no positivo. No corporativo, destaque para a Novo Nordisk (+2%), após anunciar parceria com a OpenAI para acelerar o desenvolvimento de medicamentos via inteligência artificial. Por outro lado, a LVMH segue pressionada após resultados abaixo do esperado.
Na China, os mercados fecharam em alta (HSI: +0,8%; CSI 300: +1,2%), acompanhando o tom mais construtivo global. No restante da região, o movimento foi positivo, com o Nikkei subindo 2,4% e o Kospi +2,7%. No macro, destaque negativo para os dados de comércio exterior da China, com exportações crescendo apenas 2,5% A/A em março, bem abaixo das expectativas (8,6%), refletindo o impacto do aumento dos custos de energia e commodities sobre a atividade.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em queda de 0,19%, pressionado principalmente pelo desempenho negativo dos Fundos de Tijolo, que recuaram 0,28% no dia. Dentro do segmento, Ativos Logísticos caíram 0,24%, Shoppings recuaram 0,19% e Lajes Corporativas tiveram baixa mais acentuada, de 0,64%. Os Fundos de Recebíveis também contribuíram negativamente, com recuo de 0,10%, enquanto os Híbridos caíram 0,14%. Entre os demais fundos, FOFs apresentaram leve queda de 0,05%, e os fundos Multiestratégia recuaram 0,21%. Dentre os destaques positivos do pregão, chamaram atenção GRUL11 (+3,2%), BLMG11 (+1,6%) e HSAF11 (+1,3%). Já no campo negativo, as maiores quedas foram registradas por XPCI11 (-2,6%), VGRI11 (-2,2%) e WHGR11 (-2,0%).
Economia
No exterior, os Estados Unidos iniciaram um bloqueio naval a todos os portos do Irã, após o fracasso das negociações de paz realizadas no Paquistão no último final de semana. O preço do petróleo (Brent) subiu cerca de 4,5% e encerrou a sessão ligeiramente abaixo de US$ 100 por barril. Apesar da escalada, os mercados acionários americanos registraram ganhos moderados, com investidores apostando que as partes ainda encontrarão uma saída negociada dentro do período de cessar-fogo em vigor.
No Brasil, a mediana das projeções para o IPCA de 2026 aumentou de 4,36% para 4,71%, conforme divulgado ontem no Boletim Focus do Banco Central. Há quatro semanas, o mercado esperava inflação de 4,10%. Para 2027, as estimativas também foram revisadas para cima, com a mediana avançando de 3,84% para 3,91%. Essa dinâmica reflete, principalmente, os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que impulsionaram os preços do petróleo. Nossa previsão para o IPCA de 2026 subiu para 5,1%.
Na agenda internacional de hoje, destaque para a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) de março nos Estados Unidos. A mediana das estimativas indica aumento mensal de 1,1% no índice cheio e de 0,4% na medida de núcleo da inflação, que exclui itens de energia e alimentos (expectativas de 4,6% e 4,1% no acumulado em 12 meses, respectivamente). No Brasil, atenções voltadas para a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de fevereiro. Esperamos que o índice geral de serviços mostre elevação de 0,5% em relação a janeiro, reforçando as estimativas de sólido crescimento do PIB no 1T26.
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Economia
Boletim Focus mostra projeções para a inflação de 2026 próximas a 5%
- No exterior, os Estados Unidos iniciaram ontem um bloqueio naval a todos os portos iranianos, após o fracasso das negociações de paz realizadas no Paquistão no último final de semana. O Irã, que exporta cerca de 1,85 milhão de barris de petróleo por dia — grande parte destinada à China —, respondeu com alerta de que embarcações militares que se aproximarem do Estreito serão “tratadas com rigor”. Analistas de mercado avaliam que o bloqueio cria potenciais pontos de conflito (adicionais), incluindo o tráfego de navios chineses. O preço do petróleo (Brent) subiu cerca de 4,5%, encerrando a sessão ligeiramente abaixo de US$ 100 por barril. Apesar da escalada, os mercados acionários americanos registraram ganhos moderados, com investidores apostando que as partes ainda encontrarão uma saída negociada dentro do período de cessar-fogo em vigor;
- No Brasil, a mediana das projeções para o IPCA de 2026 aumentou de 4,36% para 4,71%, conforme divulgado ontem no Boletim Focus do Banco Central. Há quatro semanas, o mercado esperava inflação de 4,10%. Para 2027, as estimativas também foram revisadas para cima, com a mediana avançando de 3,84% para 3,91%. Essa dinâmica reflete, principalmente, os desdobramentos do conflito no Oriente Médio, que impulsionaram os preços do petróleo – o barril permanece ao redor de 100 dólares. O IPCA de março, publicado na última sexta-feira, veio acima das projeções (0,88% vs. 0,77%), refletindo pressões nos preços de combustíveis, alimentos e bens industrializados. Nossa previsão para a inflação de 2026 subiu para 5,1%. O Boletim Focus não trouxe alterações relevantes nas demais projeções macroeconômicas. Para mais informações, clique aqui;
- A taxa de câmbio brasileira encerrou a sessão de ontem a R$/US$ 4,99, o menor patamar desde março de 2024. O movimento de apreciação ganhou força após o anúncio de cessar‑fogo no Oriente Médio, mas a dinâmica favorável da moeda antecede esse evento e vem se consolidando desde o ano passado. O Brasil se configura como um “vencedor relativo” do atual choque do petróleo. O aumento das receitas de exportação, sobretudo de commodities energéticas, melhora os termos de troca e fortalece as contas externas. Esse efeito ocorre em paralelo a um processo de rotação dos fluxos globais em direção aos mercados emergentes. Nesse contexto, o real tem se beneficiado de forma consistente, apresentando desempenho superior ao de seus pares;
- Na agenda internacional de hoje, destaque para a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) de março nos Estados Unidos, que funciona como indicador antecedente de pressões inflacionárias ao consumidor — dado que ganha relevância em um contexto de choque de custos de energia. A mediana das estimativas de mercado indica aumento mensal de 1,1% no índice cheio e de 0,4% na medida de núcleo da inflação, que exclui os voláteis itens de energia e alimentos (expectativas de 4,6% e 4,1% no acumulado em 12 meses, respectivamente). No Brasil, atenções voltadas para a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de fevereiro. Esperamos que o índice geral de serviços mostre elevação de 0,5% em relação a janeiro, reforçando as estimativas de sólido crescimento do PIB no 1T26.
Commodities
Papel e Celulose: Desempenho recente do real ofusca uma postura mais favorável para os preços de celulose
- Na semana passada, publicamos nosso Pulp & Paper Market Outlook, destacando um cenário global de celulose mais divergente em Mar’26, com a força da celulose de fibra curta sendo cada vez mais desafiada pela resistência na China, enquanto as dinâmicas de curto prazo seguem moldadas por incertezas do lado da oferta (incluindo cortes de produção em curso, aumento dos custos de cavaco e químicos além de disrupções logísticas), com restrições de acessibilidade e demanda downstream fraca emergindo como vetores de pressão.
- Dito isso, notamos investidores cada vez mais céticos em relação aos nomes de P&P, particularmente considerando o desempenho recente do BRL, que é desfavorável para o crescimento do top‑line (em termos de BRL) e para a rentabilidade daqui em diante, embora yields de FCF relativamente atrativos permaneçam como um ponto positivo, em nossa visão, especialmente no curto prazo (melhores implicações de preços de celulose com hedges de câmbio mitigando parte da apreciação do BRL em 2026–27E).
- Em relação aos dados recentes do setor, os preços líquidos de celulose de fibra curta na China estão atualmente em US$600/t, com os futuros de celulose de fibra curta em US$600/t para Abr’26 (inalterado vs. semana anterior).
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Empresas
Localiza (RENT3): Prévia do 1T26 + Atualização de Estimativas
- Esperamos resultados sólidos no 1T, com lucro líquido em torno de R$1,0bn (+21% A/A), apoiados por:
- Forte crescimento de receita em RaC;
- Margens sólidas em Fleet; e
- Aceleração de volumes e margens em Seminovos;
- Também atualizamos nosso modelo, elevando o preço‑alvo para o fim de 2026 para R$65,0/ação (de R$62,0/ação) e revisando as estimativas de lucro líquido para R$4,2bn/R$5,3bn em ’26/’27E (+5%/+6% vs. anterior), refletindo:
- Perspectivas mais fortes em Rental (crescimento de receita em RaC e melhora de margens em Fleet);
- Fundamentos resilientes em Seminovos;
- Reiteramos nossa recomendação de Compra e mantemos a RENT entre nossas preferências setoriais, apoiados por maior visibilidade de resultados decorrente de:
- Um ambiente operacional mais favorável;
- Menor risco de valor residual (evolução estável dos preços de carros usados e impairment de frota já reconhecido);
- Seguimos vendo baixo risco de revisões negativas adicionais de lucro para a RENT, com nossas estimativas agora mais próximas do consenso (lucro líquido apenas ~2% abaixo em ’26/’27E);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Allos (ALOS3): Parceria estratégica com a Kinea
- A Allos anunciou na semana passada a assinatura de um memorando de entendimentos (MoU) para criar uma nova unidade de negócios por meio de uma parceria estratégica com a Kinea, envolvendo a constituição de um fundo de investimento imobiliário com gestão compartilhada. A iniciativa permite a monetização de parte do portfólio, preservando alinhamento estratégico, influência na governança e opcionalidade de longo prazo;
• Do ponto de vista tributário, eventuais ganhos de capital devem ser compensados por prejuízos fiscais no nível da holding, reduzindo o impacto de impostos na transação. O fundo será constituído com ativos dos Shopping Metrô Santa Cruz, Caxias Shopping, Bangu Shopping, Shopping Parangaba, Plaza Sul Shopping, Shopping Villa‑Lobos e Shopping Tamboré. Os recursos a serem levantados são estimados em aproximadamente R$ 0,6–1,6 bilhão (com base no NOI de 2025 e cap rate de 9,5%), em linha com o guidance da administração; uma captação próxima de R$ 1 bilhão representaria cerca de 6% do valor de mercado da companhia. A Allos pretende alocar os recursos em: (i) dividendos, (ii) projetos brownfield, e (iii) reinvestimentos no portfólio;
• Mantemos visão positiva para ALOS3 e reiteramos nossa recomendação de compra.
• Clique aqui para acessar o relatório completo.
WEG (WEGE3): Ventos contrários de curto prazo se acumulando
- Um A WEG (assim como o mercado acionário brasileiro de forma geral) vem seguindo uma trajetória de alta, com a WEGE3 avançando +14% em relação às mínimas recentes e fechando parte da assimetria positiva que víamos para o papel;
- Dito isso, passamos a enxergar riscos crescentes de downside para as ações, à luz de: (i) resultados do 1T26E esperados mais fracos, com FX;
- E uma sazonalidade de início de ano mais desafiadora pesando sobre as receitas (embora mix e preços devam sustentar uma lucratividade relativamente resiliente);
- (ii) uma premissa de crescimento mais conservadora ao longo do ano (crescimento de receita em 2026E revisado para ~5% A/A), limitada por um USD/BRL ainda menos favorável;
- Antes de uma reaceleração gradual a partir do 2S26E e retorno a crescimento de dois dígitos em 2027‑28E, à medida que novas capacidades de T&D entram em operação;
- E (iii) desenvolvimentos recentes em tarifas adicionando incerteza à dinâmica dos mercados externos. Somando tudo, estamos reduzindo nossas estimativas de lucro líquido para 2026‑27E em 3‑4%;
- Passando a ficar 4‑7% abaixo do consenso, com múltiplos implícitos de P/L 2026‑27E de 33‑29x, próximos ao limite superior da faixa que consideramos justa para negociação da WEG;
- O que sugere uma assimetria do equity inclinada para o downside, em nossa visão (nosso preço‑alvo 2026E implica queda potencial de ~8% frente aos níveis atuais);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
- Óleo e Gás | Pacote Diesel: As vantagens e desvantagens de atenuar a volatilidade
- Nesta quinta-feira (12), o governo brasileiro anunciou um pacote de medidas destinadas a amenizar o impacto do recente aumento nos preços do petróleo, resultante do conflito entre os EUA e o Irã. O objetivo final do governo é conter o aumento dos preços do diesel para os consumidores finais. Para isso, foram tomadas duas decisões. Em primeiro lugar, o governo reduziu a zero as alíquotas do PIS e da Cofins aplicadas tanto à importação quanto à comercialização do diesel;
- Em segundo lugar, introduziu um mecanismo de subvenção ao diesel para produtores e importadores nacionais. Como contramedida, o governo criou um imposto temporário sobre as exportações de petróleo bruto e diesel. No final do dia, a Petrobras anunciou sua adesão ao programa de subvenção. Vale ressaltar que a adesão é voluntária e permanece sujeita à publicação de instrumentos regulatórios. Em nossa visão, o imposto de exportação é negativo para as empresas petrolíferas independentes (PRIO, BRAV, RECV), enquanto margens de refino mais fortes ajudam a compensar o impacto para a Petrobras;
- Por fim, tanto a redução do PIS/Cofins quanto o mecanismo de subvenção têm implicações financeiras limitadas para os distribuidores de combustível, mas ajudarão a mitigar o impacto no preço de varejo quando a Petrobras eventualmente aumentar os preços domésticos;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua 0,19%, mas fecha perto das máximas de 52 semanas (Suno);
- Galpões logísticos: pouco espaço para muita procura; matéria do Valor (Buildings);
- Funcef entra em aquisição de 9% do Pátio Paulista por R$ 226,9 milhões (SiiLA);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
UE lança plataforma de minerais críticos; Petrobras decide Conselho de Administração na AGO | Café com ESG, 14/04
- O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território misto, com o IBOV avançando 0,34%, enquanto o ISE andou de lado (+0,03%);
- Do lado das empresas, a Petrobras deve ter mais uma eleição disputada para o conselho de administração na AGO nesta quinta-feira (16) – em análise prévia dos indicados, os atuais conselheiros da empresa se opuseram a novos nomes que surgiram, tanto os que vieram da União quanto os apontados por minoritários; de válida menção, a posição dos conselheiros não é determinante para eleição, que será decidida pelo minoritários;
- Na Europa, (i) a União Europeia lançou ontem uma seção dedicada a minerais críticos em sua plataforma de compras de energia e materiais, com o objetivo de reduzir a dependência da China, que responde por 90% da produção global desse mercado – a iniciativa integra a estratégia RESourceEU do bloco, voltada ao desenvolvimento das cadeias de suprimento de terras raras e de outros minerais estratégicos necessários à transição energética e a aplicações de defesa; e (ii) os elevados preços da gasolina na Europa impulsionaram os consumidores a migrarem para veículos elétricos em um março de vendas recordes, segundo dados da Benchmark Mineral Intelligence – os emplacamentos de novos carros elétricos a bateria e híbridos plug-in aumentaram 37% A/A no continente no mês, frente a uma alta de 3% A/A na comparação global;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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