XP Expert

Petróleo acima de US$ 100 e bolsas em queda

Na agenda desta semana, destaque para a divulgação do PIB do 1º trimestre e dos dados de atividade de março na China, a inflação ao produtor nos Estados Unidos e a inflação ao consumidor da Zona do Euro

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]Onde Investir 2026 mobile

Ouça no Spreaker


IBOVESPA +1,12% | 197.323 Pontos

CÂMBIO -1,16% | 5,02/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a semana em alta de 4,9% em reais e 7,8% em dólares, renovando máximas históricas e se aproximando da marca de 200.000 pontos.

Hapvida (HAPV3, +24,8%) liderou as altas do índice, impulsionada pela notícia de que a companhia contratou um banco de investimento para avaliar a venda de suas operações no Sul do Brasil. Já Azzas 2154 (AZZA3, -17,3%) foi a principal queda, refletindo o anúncio da saída de um executivo-chave. Confira o resumo semanal da Bolsa.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros futuros no Brasil mostraram movimento misto, com leve abertura na parte curta da curva e fechamento relevante na ponta longa. A alta dos vértices mais próximos refletiu a surpresa altista do IPCA de março, enquanto o maior apetite por risco ao longo da semana favoreceu ativos locais e pressionou para baixo os prêmios longos. Lá fora, as Treasuries avançaram levemente após os dados de inflação nos EUA, em um ambiente ainda sensível às notícias sobre o Oriente Médio. A T Note de 2 anos encerrou em 3,80% (estável vs. semana anterior), a T Note de 10 anos em 4,32% (+2 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,91% (+3 bps). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 14,06% (+3 bps), o DI jan/29 em 13,38% ( 25 bps) e o DI jan/31 em 13,42% ( 32 bps).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,6%; Nasdaq 100: -0,7%), pressionados pela escalada das tensões no Oriente Médio. O movimento ocorre após uma semana forte para os mercados, com o cenário mudando rapidamente após o fracasso das negociações no fim de semana. O WTI salta para US$ 104,5 (+8,2%) e o Brent para US$ 102,5 (+7,7%), refletindo continuidade do risco de disrupção no fluxo global de energia. No radar, começa a temporada de resultados do 1T26, com destaque para bancos americanos ao longo da semana.

Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,7%), acompanhando o movimento global. O setor de viagens e lazer lidera as perdas (-2,1%), pressionado pelo risco de disrupção no fornecimento de combustível, com companhias como Wizz Air, Lufthansa e EasyJet em forte queda. Em contrapartida, o setor de energia se destaca positivamente, com empresas como a norueguesa Var Energi avançando, acompanhando a alta do petróleo. O movimento reflete o aumento da percepção de risco de um conflito mais prolongado e seus efeitos sobre a economia europeia.

Na China, os mercados fecharam mistos (HSI: -0,9%; CSI 300: +0,2%), refletindo a cautela dos investidores diante da escalada geopolítica e da volatilidade no petróleo. No restante da região, o movimento foi majoritariamente negativo, com o Nikkei recuando 0,7% e o Kospi 0,9%, enquanto a Austrália também fechou em queda. O pano de fundo segue sendo a deterioração das perspectivas para o conflito, com o mercado precificando um cenário de guerra mais longa e impactos mais persistentes sobre energia e atividade global. Veja os Top 5 temas globais.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o período em alta de 0,67%, impulsionado pelo avanço dos Fundos de Tijolo, com destaque para o desempenho positivo dos Fundos de Shoppings e dos Fundos de Lajes Corporativas, que subiram 1,23% e 0,99%, respectivamente. Os Fundos de Recebíveis também fecharam a semana no campo positivo, com alta de 0,55%, puxados principalmente pelos fundos indexados ao IPCA. Entendemos que esses fundos podem se beneficiar de um ambiente mais inflacionário, dada a possibilidade de efeitos positivos sobre a distribuição. Ainda entre os Fundos de Papel, os principais destaques negativos ficaram com os FIIs de perfil mais high yield. Por fim, os Fundos Multiestratégia avançaram 0,75%. Saiba mais.

Economia

No cenário internacional, as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã em Islamabad, no Paquistão, foram encerradas sem acordo após mais de 21 horas de conversas. Em resposta, o presidente Donald Trump ordenou que a Marinha americana inicie hoje um bloqueio marítimo a portos iranianos, levando o petróleo Brent a superar novamente a marca de 100 dólares por barril.

No Brasil, o IPCA de março avançou 0,88%, acima das expectativas, com contribuição expressiva dos combustíveis — refletindo os primeiros impactos do conflito no Oriente Médio. Em resposta ao dado, revisamos nossa projeção para o IPCA de 2026 de 4,8% para 5,1%. Adicionalmente, o governo começa a delinear um pacote antiendividamento que prevê liberação parcial do FGTS e novas linhas de crédito, com potencial superior a R$ 100 bilhões.

Na agenda desta semana, destaque para a divulgação do PIB do 1º trimestre e dos dados de atividade de março na China, a inflação ao produtor nos Estados Unidos e a inflação ao consumidor da Zona do Euro. No Brasil, atenção para as vendas no varejo, receitas reais de serviços e o IBC-Br de fevereiro. 

Veja todos os detalhes

Economia

Negociações no Paquistão terminam sem acordo; petróleo volta acima de 100 dólares por barril

  • As negociações entre Estados Unidos e Irã realizadas em Islamabad, Paquistão, foram encerradas sem acordo, após mais de 21 horas de conversas mediadas pelo governo paquistanês. Segundo o vice-presidente americano JD Vance, que chefiou a delegação dos EUA, o impasse principal foi a recusa do Irã em se comprometer formalmente com o abandono do seu programa de armas nucleares. Do lado iraniano, o porta-voz do parlamento, Mohammad-Bagher Ghalibaf, atribuiu o fracasso a exigências que considerou “excessivas” por parte de Washington. Dentre as demandas iranianas, constam a reabertura controlada do Estreito de Ormuz somente após um acordo definitivo, reparações de guerra, desbloqueio de ativos congelados no exterior e a extensão do cessar-fogo ao Líbano. O Paquistão instou ambas as partes a manter a trégua de duas semanas em vigor, e sinalizou que tentará viabilizar nova rodada de diálogo nos próximos dias. Em resposta ao fracasso diplomático, o presidente Donald Trump ordenou que o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) inicie hoje um bloqueio marítimo às embarcações que entram e saem de portos iranianos. O preço do petróleo Brent reagiu com alta de cerca de 7%, voltando a superar a barreira de 100 dólares por barril.
  • Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor de março (CPI) avançou 3,3% no resultado acumulado em 12 meses – abaixo das expectativas do mercado (3,4%). O dado representou forte aceleração em relação ao 2,4% registrado em fevereiro. O salto foi praticamente integralmente explicado pelo componente de energia, que subiu 10,9% em um mês, impulsionado pela gasolina (21,2%), diretamente afetada pelo conflito no Oriente Médio. O resultado reforça o cenário de que o Fed deve manter os juros inalterados por período prolongado.
  • No Brasil, o IPCA de março avançou 0,88% — acima das expectativas (XP: 0,79%; mercado: 0,77%). A inflação acumulada em 12 meses subiu de 3,81% em fevereiro para 4,14% em março, e o índice acumulou alta de 1,93% no primeiro trimestre de 2026. Esta foi a primeira leitura do IPCA após o início da guerra no Oriente Médio, com contribuição expressiva de combustíveis: os preços da gasolina avançaram 4,6% no mês, enquanto o diesel saltou 13,9%. Em resposta ao dado, revisamos nossa projeção para o IPCA de 2026 de 4,8% para 5,1%, refletindo a aceleração em alimentos no domicílio (projeção: de 4,2% para 5,3%), bens industrializados (de 3,2% para 3,5%) e preços monitorados (de 5,1% para 5,4%). Para política monetária, seguimos projetando corte de 0,25 p.p. na Selic em abril, com a extensão do ciclo dependendo principalmente da evolução do conflito no Oriente Médio. Nossa projeção para a taxa básica de juros ao final de 2026 se mantém em 13,50%. Para detalhes, leia nosso relatório IPCA: Elevamos nossa projeção para 5,1% em 2026.
  • O pacote antiendividamento do governo começa a ser delineado. Segundo o jornal O Globo, o Planalto estuda expandir as medidas para além da renegociação de dívidas, incluindo novas linhas de crédito com juros abaixo dos praticados pelo mercado destinadas a motoristas de aplicativo, taxistas e caminhoneiros para renovação de veículos, com foco em segmentos em que o governo enfrenta menor aprovação popular — um plano que ainda depende do aval da equipe econômica. No campo da renegociação, avança a liberação de recursos do FGTS — entre R$ 7 bilhões retidos pela Caixa e outros R$ 5 a R$ 10 bilhões destinados à quitação de dívidas caras, como as de cartão de crédito —, além de estímulos à renegociação de dívidas de empresas de menor porte e uma linha de crédito para médias empresas, com aporte de cerca de R$ 2 bilhões no Fundo Garantidor de Investimentos (FGI). Segundo a Folha de S. Paulo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou que trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos (R$ 8.105) poderão sacar até 20% do saldo do FGTS para abater dívidas, com possibilidade de desconto de até 90% sobre o valor original e refinanciamento do saldo restante a taxas entre 2% e 2,5% ao mês, com garantia do governo via FGO.
  • Na agenda internacional desta semana, destaque para a publicação de dados de atividade na China. Entre eles, produção industrial, vendas varejistas, investimentos em ativos fixos e taxa de desemprego referentes a março, além do PIB do 1º trimestre de 2026. Além disso, índices de inflação ao consumidor da Zona do Euro e inflação ao produtor dos Estados Unidos serão conhecidos. No Brasil, a atividade econômica também estará no centro das atenções. As vendas varejistas devem registrar o segundo aumento consecutivo, refletindo a solidez do mercado de trabalho e o aumento das concessões de crédito (sobretudo para aquisição de veículos) no período recente. Estimamos alta de 1,0% para o índice de varejo ampliado em fevereiro em relação a janeiro. Na mesma linha, esperamos crescimento das receitas reais de serviços, embora a um ritmo mais moderado (0,5%). Com isso, o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), que serve como proxy mensal do PIB, também deve mostrar o segundo avanço seguido (0,3%).

Empresas

Aura (AURA33): Produção em linha, com Borborema e MSG em destaque

  • A Aura reportou números de produção em linha (com ex‑MSG -5% T/T, +22% A/A, +3% vs. XPe), com destaque operacional forte em Borborema e upside modesto vs. nossas estimativas em MSG (volumes ainda abaixo de níveis normalizados), parcialmente compensados por volumes mais fracos em Aranzazu e EPP.
  • Destacamos: (i) Borborema, que entregou mais uma melhora sequencial, refletindo a continuidade do ramp‑up e maior output de moagem;
  • (ii) MSG, onde a produção superou nossas estimativas apesar dos volumes ainda estarem abaixo dos níveis normalizados, uma vez que a companhia dedicou o trimestre a upgrades críticos de infraestrutura subterrânea, preparando o terreno para uma produção mais consistente à frente; e
  • (iii) Aranzazu e EPP, que registraram queda de volumes T/T, impulsionada por efeitos de conversão de cobre para ouro em Aranzazu e por sequenciamento de mina e menores recuperações em EPP.
  • No geral, com a produção amplamente em linha com nossas expectativas, mantemos uma visão construtiva para a tese de investimento da Aura, com os principais vetores de upside ligados à execução em MSG e Borborema, combinados a uma perspectiva favorável de preços do ouro no médio prazo, apesar da volatilidade recente das commodities associada ao conflito EUA–Irã.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Rumo (RAIL3): Tracker Mensal de Ferrovias + atualização de estimativas

  • Apresentamos nosso Track Mensal de Mar’26, destacando a continuidade de volumes fortes da Rumo, com 7,6 bilhões de RTK (+17% A/A; +6% vs. XPe), sustentados por:
    • Desempenho sólido no Norte (+16% A/A), principalmente impulsionado por grãos, em meio a uma dinâmica mais favorável da soja;
    • Força sustentada no Sul (+22% A/A);
  • Também estamos reduzindo nossa estimativa de EBITDA ( 3% para 2026) e atualizando nosso Preço Alvo 2026 (de R$24/ação para R$22/ação) para refletir:
    o Preços levemente menores (ex diesel) ( 2% em 2026);
    o Custos caixa um pouco mais elevados (custos fixos +3% em 2026);
    o Volumes mais fortes (+2% em 2026);
  • • Apesar das estimativas menores, seguimos construtivos com os fundamentos de longo prazo da Rumo, além de:
    o Melhora nas perspectivas de demanda de curto prazo;
    o Níveis de valuation ainda atrativos;
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Assaí (ASAI3) | Prévia do 1T26: Receita pressionada segue como o desafio; uma tese macro com um momentum desafiador no curto prazo

  • Esperamos resultados fracos no 1T, com as vendas nas mesmas lojas (SSS) ainda pressionadas pela deflação de alimentos e pela dinâmica de volumes, enquanto o EBITDA deve sofrer com a desalavancagem operacional, apesar dos esforços de controle de custos.
  • Também aproveitamos para atualizar nosso modelo com a inflação de alimentos e a dinâmica macro mais recentes, agora incorporando uma taxa básica de juros de 13,5% até o fim de 2026 (vs. 12,5% anteriormente).
  • Como resultado, reduzimos nosso Lucro Líquido Ajustado de 2026 em 10%, principalmente devido a maiores despesas financeiras, mantendo nosso preço-alvo e recomendação inalterados.
  • Mantemos nossa recomendação de Compra, pois vemos o Assaí como uma tese macro/juros, com sólido controle de custos e geração de caixa, enquanto as iniciativas em andamento (por exemplo, farmácia, marca própria, parceria com o MELI) podem ajudar a dinâmica de SSS.
  • No entanto, a inflação de alimentos moderada e o poder de compra apertado devem permanecer como ventos contrários para o momentum de curto prazo.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

Vale avança em frete de baixo carbono; Aneel adia regras para leilão de baterias | Brunch com ESG

  • Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
  • Nesta semana, destacamos: (i) Vale fecha acordo de 25 anos para frota de navios de minério movidos a etanol; e (ii) Aneel adia decisão sobre regras para sistemas de armazenamento, reduzindo visibilidade para o 1º leilão de baterias;
  • Clique aqui para ler o conteúdo completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Com alta de 0,49% no pregão da sexta, IFIX avança 0,65% na semana (FIIs);
    • Allos e Kinea se unem para criar FII de shoppings de até R$ 2 bi (Metro Quadrado);
    • Fundo imobiliário fará amortização milionária e XPML11 reduz cotistas; veja as mais lidas da semana (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

No Brasil, venda de elétricos e híbridos cresce 89% A/A no 1T26, diz Fenabrave | Café com ESG, 13/04

  • O mercado encerrou a semana passada em forte alta, com o IBOV subindo 4,9% e o ISE 5,4%. O pregão de sexta-feira também terminou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 1,12% e 0,79%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a Vale começará a construir, neste ano, uma usina de processamento de rejeitos e estéril com capacidade para produzir 2 milhões de toneladas de minério de ferro por ano – a usina, que deve entrar em operação a partir de 2027, faz parte da meta da empresa de reaproveitar matérias-primas antes rejeitadas e avançar em programa de economia circular; e (ii) após o recorde de 2025, as vendas de veículos eletrificados seguem em forte expansão no Brasil em 2026 – de acordo com a Fenabrave, no acumulado do primeiro trimestre de 2026, os eletrificados somaram 94.700 unidades, crescimento de 89% em relação ao mesmo período de 2025;
  • No internacional, o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, afirmou na sexta-feira que o país vai dobrar o apoio estatal para 10 bilhões de euros por ano até 2030, a fim de acelerar a transição do uso de petróleo, gás e seus derivados para a eletricidade – as medidas, que incluem o incentivo ao uso de veículos elétricos, visam reduzir a dependência da França de energia importada;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.