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Resumo semanal da Bolsa | Ibovespa sobe com fortes fluxos estrangeiros e resultados corporativos positivos

Não conseguiu acompanhar de perto o mercado durante a semana? Resumimos para você os principais destaques!

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  • O Ibovespa encerrou a semana em alta de 1,9% em reais e 1,7% em dólares, aos 186.464 pontos.
  • Os mercados globais registraram desempenho negativo (S&P 500, -1,4% na semana; Nasdaq, -1,4%), novamente pressionados por preocupações relacionadas ao tema de inteligência artificial e pelos receios quanto às implicações desse tema para diversos setores. Nos EUA, os dados macro foram positivos, com o relatório de empregos vindo acima das expectativas do mercado e o CPI de janeiro levemente abaixo do consenso. Enquanto isso, a temporada de resultados do 4T25 segue sólida: até o momento, 369 empresas do S&P 500 já divulgaram seus resultados, com 76% superando as estimativas de lucro a uma média de surpresa de 7,7%. Ainda assim, apesar desses fatores positivos, múltiplos setores foram pressionados ao longo da semana em meio ao chamado “AI scaretrade”, à medida que os investidores reavaliam quais indústrias podem enfrentar maior disrupção com as novas ferramentas de IA. Após a forte correção no setor de software, segmentos como o de serviços imobiliários e o setor financeiro também sofreram na semana. As ações do grupo conhecido como Magnificent 7 também apresentaram desempenho negativo (índice Magnificent 7 da Bloomberg, -3,2%), com as preocupações em torno da magnitude e do retorno potencial dos elevados níveis de capex permanecendo no centro das atenções do mercado.
  • Domesticamente, as ações brasileiras tiveram mais uma semana positiva. O principal fator por trás dessa tendência segue sendo a forte entrada de fluxos estrangeiros: segundo dados da B3 (até quarta-feira), os investidores estrangeiros registraram R$ 4,2 bi de entradas líquidas no mercado à vista durante a semana, elevando o acumulado de 2026 para R$ 33,5 bi e marcando 27 pregões consecutivos de fluxos positivos. O cenário de dólar mais fraco (DXY, -0,8% na semana) e a continuidade da rotação para fora dos EUA seguem dando tração ao rali da Bolsa brasileira via fluxos de capital. Ao mesmo tempo, com a temporada de resultados ganhando força, o micro também passou a ganhar relevância. Até o momento, 19 das 79 empresas do Ibovespa já divulgaram seus resultados, com 53% superando as estimativas tanto de lucro quanto de receita, e uma reação média de preço de +0,5% após a divulgação dos balanços, segundo dados da Bloomberg. No campo macro, o IPCA de janeiro veio em linha com o esperado, reforçando a visão do nosso time macro de um corte de 50 bps na reunião do Copom em março. Por outro lado, os dados de atividade mostraram enfraquecimento, com a pesquisa mensal de serviços ligeiramente abaixo das expectativas e as vendas no varejo registrando contração.
  • Suzano (SUZB3, +16,2%) foi o principal destaque positivo da semana, após a divulgação de resultados sólidos no 4T25 (veja mais detalhes aqui). Na ponta negativa, Cogna (COGN3, –9,2%) apresentou desempenho negativo após um banco de investimentos rebaixar a recomendação do papel de compra para neutro.

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