DEB EQUATORIAL TRANSMISSAO S. – MAR/2036

DEB EQUATORIAL TRANSMISSAO S. – MAR/2036

  • Vencimento 15/03/2036
  • Rentab. IPC-A + 5,10%
  • Liquidez No Vencimento
  • Juros Semestral
  • Rating AA+(bra)
  • Risco (0 - 100) 31 Risco Alto

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  • Preço Unitário R$ 1.000,00

Análise do Emissor

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A Equatorial Energia é uma holding com atuação no setor elétrico brasileiro. A empresa atua na frente de distribuição, por meio da Equatorial Maranhão, Equatorial Pará, Equatorial Piauí e Equatorial Alagoas; transmissão, através da Equatorial Transmissão e geração, mediante a Termoelétrica Geramar, da qual detém 25% de controle. O ano de 2020 foi marcado pela entrada em operação de 5 lotes de transmissão, enquanto as distribuidoras do Piauí e de Alagoas ainda se encontram em processo de turnaround, apesar dos avanços consideráveis. No exercício, a Equatorial apresentou crescimento de 12% na receita operacional líquida ante 2019 e expansão de 17,4% no EBITDA na mesma janela. Ao fim de 2020, a empresa reportou endividamento líquido de R$ 9,6 bilhões e relação Dívida Líquida / EBITDA de 2,0x, confortavelmente abaixo de seu covenant de 4,0x.

Destaques positivos

  • Perfil de operações diversificado.
  • Histórico de boa eficiência operacional e de turnaround de companhias de distribuição.
  • Política de liquidez conservadora.

Pontos de atenção

  • Risco regulatório.
  • Elevado volume de investimentos.

Quem é a Equatorial?

História

A Equatorial Energia foi constituída em junho de 1999 pela PPL Global LLC., denominada Brisk Participações até então, para participar do leilão de privatização da Companhia Energética do Maranhão (Cemar).

A partir de 2001, a Cemar passou a apresentar problemas econômico-financeiros que colocavam em risco a distribuição de energia elétrica no Maranhão. Nesse cenário, a empresa negociou com credores um plano de reestruturação, e, como resultado, a GP Investimentos assumiu o controle da companhia em abril de 2004.

Em 2006, o fundo de private equity PCP Latin America Power Fund adquiriu 46,25% do capital social total e 50% do capital social votante da empresa. No mesmo ano, a empresa abriu capital na B3, por meio de uma oferta pública inicial de ações. Após a oferta, o free float da empresa alcançou 56,8% do seu capital social total.

A empresa passou por uma nova reestruturação em 2008, com a transferência da participação remanescente da GP Investimentos para o PCP Latin America Power Fund e a incorporação pela Equatorial da PCP Energia Participações S.A. A partir de então, a PCP Latin American Power Fund passou a consolidar na empresa seus investimentos no setor de energia, inclusive a participação indireta de 13,0% na Light, distribuidora de energia do Rio de Janeiro.

A Equatorial efetivou a migração de suas ações do Nível 2 de governança corporativa da B3 para o segmento Novo Mercado em 2008. Sendo assim, suas ações deixaram de ser negociadas sob a forma de Units e passaram a ser negociadas sob o código EQTL3.

Ainda em 2008, a empresa concluiu a aquisição de participação acionária de 25% na Geradora de Energia do Norte S.A. (Geramar).

A companhia alienou sua participação na Light em dezembro de 2009, por meio de Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças com a Cemig.

No contexto do Plano de Recuperação Judicial das Centrais Elétricas do Pará (Celpa) em 2012, a Equatorial assinou com os controladores da empresa um Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças. Em novembro de 2012, a Celpa se tornou uma controlada da Equatorial, sendo posteriormente renomeada Equatorial Pará.

Ainda em 2012, a Equatorial realizou uma operação de aumento de capital (follow-on) no total de R$ 1,1 bilhão. Com isso, o free float da companhia passou a ser 77% do capital total.

Em 2015, a Squadra Investimentos passou a ser maior acionista da Equatorial, com 15% do capital. No mesmo ano, a empresa colocou 100% das ações em circulação no mercado acionário.

A empresa ingressou no segmento de transmissão por meio do Leilão de Transmissão da Aneel 013/2015, realizado em outubro de 2016, arrematando sete lotes. A região de concessão abrange os estados da Bahia, Piauí, Minas Gerais e Pará.

A Equatorial venceu a disputa por mais um lote no estado no Pará no Leilão de Transmissão da Aneel 05/0216, realizado em abril de 2017. No mesmo ano, a Companhia adquiriu 51% do capital total da Integração Transmissora de Energia (Intesa), linha de transmissão operacional de 695 km, atravessando os Estados do Tocantins e Goiás.

Em 2018, a Equatorial energia sagrou-se vencedora nos leilões de privatização da Equatorial Piauí (antiga Cepisa), que até então era controlada pela Eletrobras, e Equatorial Alagoas (antiga Ceal). Além disso, também adquiriu os 49% restantes do capital da Intesa.

Atuação

A Equatorial Energia é uma holding com atuação no setor elétrico brasileiro nos segmentos de distribuição, transmissão, geração, comercialização, além da área de telecomunicações e serviços.

A empresa atua na frente de distribuição, por meio da Equatorial Maranhão, Equatorial Pará, Equatorial Piauí e Equatorial Alagoas; transmissão, através da Equatorial Transmissão e geração, mediante a Termoelétrica Geramar, da qual detém 25% de controle.

A Sol Energia e a 55 Soluções são as subsidiárias da Equatorial nos setores de comercialização de energia e telecomunicações/serviços, respectivamente.

Presença

As distribuidoras de energia da Equatorial são localizadas nos estados do Maranhão, Pará, Piauí e Alagoas, com respectivas áreas de atuação de 332 mil km², 1.248 mil km², 251 mil km² e 28 mil km². Todas representam as únicas concessionárias de distribuição de energia elétrica em seus estados.

Já as transmissoras são presentes nos estados do Pará, Tocantins, Goiás, Piauí, Bahia e Minas Gerais. A Geramar é a sociedade responsável pela implantação e operação das usinas termoelétricas de Tocantinópolis e de Nova Olinda, no município de Miranda do Norte, Estado do Maranhão.

Fonte: XP Investimentos, Equatorial.

Quem são seus acionistas?

As ações da Equatorial são negociadas na B3 sob o ticker EQTL3 e listadas no segmento Novo Mercado, o qual concentra as empresas com mais elevado nível de governança corporativa na bolsa. A empresa é uma corporation, ou seja, possui capital pulverizado.

Squadra Investimentos (9,84%): gestora de investimentos focada em ações, fundada em dezembro de 2007 e sediada no Rio de Janeiro. Em 2020, administrou patrimônio de R$ 2,8 bilhões em fundos de ações.

Opportunity (9,66%): empresa brasileira de gestão de recursos fundada em 1994 por Daniel Dantas e Dorio Ferman. Atua nos segmentos de Asset Management, Wealth Management, Private Equity, Venture Capital e Real Estate.

Schroder Investment Management (5,04%): gestora de investimentos inglesa fundada em 1804. Em dezembro de 2020, era responsável pela gestão de ativos no valor de £ 574,4 bilhões.

BlackRock, Inc. (5,67%): maior gestora de recursos do mundo, com US$ 8,7 trilhões sob gestão (dez/20). É sediada em Nova York, com escritórios espalhados ao redor do planeta.

Verde Asset (5,07%): gestora de ações fundada em 2015 por Luis Stuhlberger. Contou com R$ 52 bilhões em ativos sob gestão em fevereiro de 2021 e possui em seu portfólio o Fundo Verde, fundo multimercado criado em 1997.

Canada Pension Plan Investment Board (5,00%): corporação canadense criada em 1997 para supervisionar e investir os fundos contribuídos e mantidos pelo Canada Pension Plan.

Outros (59,72%).

Fonte: XP Investimentos, Equatorial.

Principais fatores do crédito

Para melhor entendimento, esclarecemos que a nomenclatura “4T20” significa “quarto trimestre de 2020”. Suas variações também se aplicam (ex: 3T20 seria o terceiro trimestre de 2020).

Fonte: XP Investimentos, Alupar.

Cenário atual

As consequências econômicas da pandemia da covid-19 prejudicaram o desempenho das distribuidoras no primeiro semestre de 2020, devido à queda de demanda de energia e ao aumento da inadimplência.

Visando reduzir o impacto dos efeitos financeiros da pandemia no segmento de distribuição de energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a regulamentação de uma linha de crédito específica, denominada conta-covid, no dia 23 de junho de 2020. Ainda em junho, a Equatorial protocolou na Aneel sua adesão à conta-covid, no total de R$ 1,6 bilhão, recebida em parcelas até dezembro de 2020.

O ano de 2020 também foi marcado pela entrada em operação dos lotes de transmissão SPE 2 (BA) em fevereiro, SPE 1 (BA) em maio, SPE 7 (PA) em setembro, SPE 4 (BA/MG) em outubro e SPE 5 (BA/MG) em dezembro, os quais se aliaram ao SPE 8 e à Intesa no portfólio de linhas operacionais da Equatorial. Considerando todos os projetos de transmissão, a empresa reportou em março de 2021 75% de RAP ativa. Os lotes SPE 3 (BA/PI) e SPE 6 (MG) encontram-se em fase pré-operacional.

No front de distribuição, as distribuidoras do Piauí e de Alagoas, adquiridas em 2018, ainda se encontram em processo de turnaround (gestão estratégica com o objetivo de recuperação/êxito).

As próximas revisões tarifárias ordinárias das distribuidoras do Maranhão, Piauí e Alagoas estão previstas para agosto de 2021, dezembro de 2023 e maio de 2024, respectivamente. Em dezembro de 2020, foi aprovada pela Aneel Revisão Tarifária Extraordinária no Piauí.

Destaques operacionais

Em contraste ao Ambiente de Contratação Regulada (ACR), onde a energia é comprada pelas distribuidoras por meio de leilões, no Ambiente de Contratação Livre (ACL), os consumidores negociam as condições de compra de energia elétrica diretamente com as geradoras ou comercializadoras, remunerando às distribuidoras apenas por meio de tarifas referentes ao uso do fio.

O nível da qualidade e da eficiência do sistema de distribuição é medido pelos índices de DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora, que mede a duração média das interrupções, em horas por cliente por período) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora, que mede a frequência das interrupções, em número de interrupções por cliente por período), ambos no período de 12 meses.

As medidas de restrição de circulação adotadas em resposta à pandemia da covid-19 em 2020 atingiram as diferentes classes de consumo da Equatorial de maneiras distintas.

Os efeitos negativos da pandemia foram sentidos nas classes de consumo cativo industrial e comercial, as quais apresentaram contração de 12,9% e 8,9%, respectivamente, ante o registrado em 2019. Por outro lado, o segmento residencial, que representou participação de 54,4% no total cativo em 2020, avançou 9,9% no mesmo intervalo. Como consequência, as vendas no ACR da Equatorial registraram expansão de 2,4% no ano para 20.103 GWh.

Enquanto isso, no mercado livre, as vendas de energia elétrica avançaram em todas as frentes, avançando 14,3% no ano para 2.924 GWh. Sendo assim, o total de energia distribuída da Equatorial, incluindo mercados cativo, livre, uso distribuidora e consumo próprio, cresceu 3,8% em 2020 para 23.198 GWh.

Na frente de indicadores de qualidade, as distribuidoras do Maranhão e Pará apresentaram indicadores (DEC e FEC) substancialmente abaixo dos patamares regulatórios no 4T20 (quanto menor, melhor). As subsidiárias do Piauí e Alagoas, por sua vez, reportaram desempenho acima do limite regulatório, porém, com considerável avanço ante o apresentado no 4T19.

Como destaque do exercício, aponta-se a redução anual de 50,1% no DEC da Equatorial Alagoas para 19,3 horas.

Quanto às perdas, as distribuidoras do Maranhão e Pará apresentaram leve aumento em 2020, em decorrência do cenário mais adverso imposto pela pandemia. Já no Piauí e em Alagoas, as controladas seguem o processo de turnaround e de combate as perdas, com queda ante o apurado no ano anterior. Todas as distribuidoras apresentaram relação entre perdas totais e energia injetada superior ao patamar regulatório.

Destaques financeiros

Receita líquida e EBITDA

A Equatorial reportou operacional líquida, desconsiderando receita de construção de R$ 13,7 bilhões para o exercício de 2020, crescimento de 12% frente ao registrado em 2019.

O avanço pode ser explicado em sua maior parte pelo reconhecimento da receita de ressarcimento das sobras físicas na RTE da Equatorial Piauí, pelo recebimento de valores da Conta-Covid e pelas menores deduções no intervalo.

O EBITDA da empresa representou expansão de 17,4% em 2020 ante 2019 para R$ 4,76 bilhões, com margem de 35%.

Endividamento e alavancagem

Ao fim de 2020, a Equatorial reportou endividamento líquido de R$ 9,6 bilhões, contração de 3% em comparação com o saldo de 2019. A relação Dívida Líquida / EBITDA encerrou o exercício em 2,0x, confortavelmente abaixo de seu covenant de 4,0x.

Quanto ao cronograma de amortização dívida, a atual posição de disponibilidades de R$ 7,74 bilhões é suficiente para o cumprimento das obrigações financeiras da empresa até meados de 2023.

Pontos de atenção

Risco regulatório

O serviço público de energia no Brasil é regido pela Aneel, que possui as funções de regulação, fiscalização, mediação e definição de tarifas, para garantir o equilíbrio do mercado. Logo, alterações nas legislações e portarias já existentes podem impactar o fluxo de caixa das companhias elétricas. Como exemplo, é possível citar as atuais discussões de reforma tributária ou da reforma do setor elétrico (Projeto de Lei do Senado nº 232/2016).

Dentre os três principais segmentos do setor de energia elétrica (geração, transmissão e distribuição), os serviços de distribuição estão mais expostos aos riscos, já que as tarifas dos projetos de geração e transmissão já são acordadas nos leilões, ao passo em que as audiências de revisões tarifárias das distribuidoras ocorrem a cada cinco anos em geral.

Elevado volume de investimentos

A operação de distribuidoras e transmissoras requer grande volume de recursos financeiros. Portanto, a Equatorial já contraiu e continuará contraindo financiamentos em volumes significativos.

Além do risco da variação relevante da taxa básica de juros, que aumentaria as despesas futuras com encargos de dívida, a Equatorial pode precisar de novas captações para financiar projetos futuros, incluindo novas concessões.

Se as controladas da empresa vierem a contrair novos empréstimos, os riscos associados ao seu endividamento, incluindo o risco de não serem capazes de pagar suas dívidas, poderão afetar adversamente a situação financeira da companhia, como pressionar seus covenants de alavancagem, por exemplo.

Dentre as controladas que demandam investimentos mais elevados, a Equatorial possui dois lotes de transmissão em estágio pré-operacional e duas distribuidoras, localizadas no Piauí e em Alagoas, ainda em processo de turnaround. Contudo, as SPEs de transmissão já contrataram a totalidade da necessidade de financiamento, enquanto o processo de turnaround das distribuidoras já vem apresentando resultados significativos.

Veja mais

Fonte

Aneel

Equatorial

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