Debênture Rodovias do Tietê – JUN/2028

Debênture Rodovias do Tietê – JUN/2028

  • Vencimento 15/06/2028
  • Rentab. -
  • Liquidez -
  • Juros -
  • Rating NA
  • Risco (0 - 100) 65 Risco Alto

    A nova pontuação de risco leva em consideração critérios de risco, mercado e liquidez. Para saber mais, clique aqui.

  • Preço Unitário R$ 1.000,00

Análise do Emissor

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Entendendo as Etapas da Recuperação Judicial – Plano de Recuperação Judicial

Quem é a Rodovias do Tietê?

A Rodovias do Tietê (RDT) é uma companhia que teve origem em 2009, após vencer um dos trechos (Corredor Leste da Marechal Rondon) da 2ª etapa de concessão de rodovias do estado de São Paulo.

Naquele momento, os investimentos previstos eram da ordem de R$1,3 bilhão, deságio de 22% em relação ao proposto no leilão. A concessão outorgada à companhia compreende 5 rodovias (SP-101, SP-113, SP-209, SP-300, SP-308), 2 contornos e 18 acessos, representando 7,76% do total de quilômetros das rodovias atualmente sob concessão no Estado de São Paulo e tem a duração de 30 anos.

Início da concessãoAbril de 2009
Término da concessãoAbril de 2039
Extensão415km
Fonte: Rodovias do Tietê

No detalhe, a concessão outorgada à companhia compreende:

  • 5 rodovias principais, o contorno de Piracicaba e rodovias ao redor (SP-101, SP 113, SP 209, SP 300 e SP 308);
  • Extensão total de 415 km passando por 25 municípios do estado de São Paulo;
  • 9 praças de pedágio: Agudos, Areiópolis, Botucatu, Anhembi, Conchas, Tietê, Rafard, Monte Mor, Rio das Pedras e Salto.

Acionistas antes do Plano de Recuperação Judicial

Os acionistas fundadores da companhia foram o Grupo AB Concessões, com 50% de participação e a Lineas B.V com o restante das ações. Na imagem abaixo é possível verificar a Estrutura Societária:

Acionistas pós-aprovação do Plano de Recuperação Judicial

A reestruturação implica a saída dos atuais acionistas por R$ 1,00 (ações e mútuo). A companhia necessita de um plano que englobe não só a solução dos passivos financeiros (dívidas com credores), mas também dos passivos regulatórios e financiamento para investimentos.

Nos termos aprovados na Assembleia Geral de Debenturistas (AGD) de Novembro de 2020, o Plano de RJ prevê que, após a sua implementação, o FIP–IE (Fundo de Investimentos em Participações de Infraestrutura) passará a controlar a companhia, com 100% das ações, e será controlado pelos debenturistas. O FIP-IE apontará o conselho, e este, por sua vez, indicará os diretores.

Segundo o Plano, será ainda assegurada à Geribá uma remuneração de 2% a 3% do equity value da companhia, pela sua participação na estruturação da transação. A Geribá Investimentos para atuou como compradora das ações da companhia e propôs realizar as ações necessárias para o Plano RJ Alternativo, em dezembro de 2020.

Segue a estrutura proposta, condicionada à aprovação da Artesp (órgão regulador do setor):

O FIP-IE deverá cumprir as pré-condições da Artesp para acionistas de concessões rodoviárias, garantindo expertise para a operação do ativo e patrimônio líquido mínimo de R$ 225 milhões para sócio único ou R$ 292,5 milhões para consórcio ou ter um waiver (perdão do cumprimento de condições preestabelecidas) da Artesp como solução intermediária.

Próximos passos – Rodovias do Tietê

Confira abaixo os próximos passos e a linha do tempo, proposta pelos Assessores do Plano, para a implementação e formalização do Plano de Recuperação Judicial

DPL: Debêntures Remuneradas por Resultado. Funciona como um uma debênture perpétua. O pagamento de juros da DPL está atrelado aos lucros futuros da companhia, ou seja, só haverá pagamento de amortização/juros na eventualidade de lucros/geração de caixa. O risco societário é menor, porém a expectativa de recuperação também é menor.

FIP-IE: Fundo de investimentos em participação de infraestrutura. Os debenturistas se tornarão acionistas da companhia, assumindo um risco de capital, diferente da DPL, o que poderá inclusive significar necessidade de aportes. Desta forma, o risco é maior, porém possui uma possível maior recuperação do capital investido em relação às DPLs.

DIP: DIP Financing (Debtor in Possession Financing). Modalidade de novo financiamento para uma empresa que está em processo de recuperação judicial. A sua principal finalidade é suprir a falta de caixa presente na empresa para financiar despesas operacionais como pagamento de fornecedores, salários, despesas administrativas, etc. Nesse sentido, o DIP Financing garante que a companhia continue gerando caixa para manter sua operação, bem como propicia o pagamento de todos os demais credores, assegurando assim as condições necessárias para o cumprimento do plano de recuperação¹.

¹ Fonte: TMF Group

Acompanhe aqui os prós e contras de cada opção e todo o procedimento de reestruturação da RDVT

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