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Resumo Diário de Política 18/02/2022: Combustíveis e a corrida pelo voto evangélico

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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Mais uma semana que se encerra sem que tenha sido solucionada a questão dos combustíveis – embora Arthur Lira e Rodrigo Pacheco tenham deixado mais clara a linha de ação prevista para a próxima semana, com busca de consenso entre Câmara e Senado para o projeto que trata do ICMS com inclusão de emenda a permitir a desoneração de diesel e gás sem compensação. Também há expectativa de votação no Senado do projeto que cria a conta de estabilização. Ontem, Jean Paul Prates apresentou novo parecer para esse projeto em que mantém o imposto de exportação como uma das fontes para abastecê-la (https://bit.ly/3sKjhca) – ainda assim, há resistências no Senado sobre esse ponto específico.

Lula aproveitou a manutenção do tema em evidência e disse que, se voltar ao governo, vai trabalhar para “abrasileirar” o preço dos combustíveis (https://bit.ly/3oSUp0P).

Relator da PEC 110, o senador Roberto Rocha afirmou que a proposta de reforma tributária deve ser votada na CCJ na semana seguinte ao Carnaval (https://glo.bo/3rWxu6H). Ele disse ter compromisso de Rodrigo Pacheco de que a matéria seja levada ao plenário assim que possível.

Na bolsa de apostas, o “ministro sanfoneiro” Gilson Machado ganhou pontos para a vice (https://bit.ly/3GTwdS4), posição que, entre bolsonaristas, é cobiçada também pelos militares – falta ainda combinar com o centrão.

E, embora Bolsonaro conserve percentuais relevantes de votos entre evangélicos, líderes de algumas denominações iniciam movimento de afastamento do presidente, com apoio menos enfático do que houve em 2018 (https://bit.ly/3gSXn0Q) – o presidente tenta reaglutinar o público, enquanto Geraldo Alckmin age para fazer Lula a avançar nessa fatia do eleitorado (https://bit.ly/3sOc5vx). Bolsonaro vê problemas também na Fiesp, que abandonou o tom de apoio com a posse de Josué Gomes da Silva na presidência da entidade (https://glo.bo/3gTvSnR).

Ainda na frente bolsonarista, o ministro Tarcísio de Freitas tenta grudar no presidente para tenta avançar na disputa pelo governo de São Paulo (https://bit.ly/3Bx7BgR). Ele prometeu privatizar a Sabesp caso eleito (https://glo.bo/3I2L6D4). E Bolsonaro ganha espaço no noticiário reforçando o discurso de direita a seus apoiadores em encontro com o primeiro-ministro da Hungria (https://glo.bo/3sSz8FJ).

Já Sergio Moro investirá em um podcast, com dois episódios semanais, para suavizar a imagem “forma e sisuda” (https://bit.ly/3oZuLaB).

Em linha com o histórico, Augusto Aras enviou ontem manifestação ao STF em que discorda da Polícia Federal e diz que Bolsonaro não cometeu crimes no episódio do vazamento de informações do inquérito sobre invasão a sistemas da Justiça Eleitoral (https://glo.bo/3p0hfUl). Ele pede o arquivamento da apuração.

E permanece o mal-estar entre Bolsonaro e a Justiça Eleitoral: Barroso diz que seus ataques são “repetição mambembe de Trump (https://glo.bo/356lwOI) e que não há remédio contra maus perdedores (https://bit.ly/3BD21cT) e Fachin, embora deixe a mão estendida, diz que não tolerará intolerantes (https://bit.ly/3rXM0ek).

Nas redes

Segundo o monitor XP-Conatus, a agenda de Jair Bolsonaro pelo leste europeu ainda pauta debates nas redes. Notamos também que o preço dos combustíveis é alvo de críticas por parte de pré-candidatos.

Internacional

crise na fronteira entre Rússia e Ucrânia segue em destaque. Apesar de as tensões permanecerem em alta e a Ucrânia seguir em alerta com a chegada de 7 mil novas tropas russas na fronteira, a notícia que o ministro das Relações Internacionais russo, Sergei Lavrov, teria concordado em se reunir com o secretário de Estado dos EUA na próxima semana traz novo alívio, uma vez que que é interpretada como sinal de disposição do Kremlin a negociar (https://bloom.bg/3GW1CDs).

No lado da política doméstica americana, o Congresso evitou um shutdown (paralisação do governo) mais uma vez. Foi aprovada medida provisória que aloca recursos para a operação do governo até 11 de março. Parlamentares esperam chegar a um acordo mais amplo sobre o orçamento do ano até lá (https://bit.ly/33vRWlx).

Hoje é o 1145° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 226 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 709° dia da pandemia de Covid-19.

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