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Resumo Diário de Política 16/12/2021: Promulgação da PEC dos Precatórios e sobra de pauta no Congresso

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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Depois de meses de idas e vindas, deputados aprovaram ontem em segundo turno a PEC dos Precatórios, concluindo o processo de votação da proposta. O texto vai hoje à promulgação em sessão marcada para as 14h (https://glo.bo/3F0qkSU). Ao final, o texto abre espaço de R$ 106 bilhões no Orçamento de 2022, que será usado, entre outros pontos, para fazer com que o benefício mínimo do Auxílio Brasil chegue a R$ 400.

Deputados e senadores se concentram agora na lei orçamentária do ano que vem, último ponto de discussão antes do recesso parlamentar. O governo deve pedir a reserva de R$ 2,5 bilhões para o reajuste de servidores da área de segurança (https://glo.bo/3GIsV4g)

Antes disso, há ainda pontos pendentes na pauta desta quinta-feira: dois deles são os projetos que abrem nova rodada para refinanciamento de dívidas tributárias, o Refis. O primeiro, direcionado a pequenas empresas, tem parecer semelhante ao texto do Senado, e, se aprovado, vai direto à sanção (https://bit.ly/3ywodUy). O segundo é de alcance geral e leva preocupação ao Ministério da Economia pela amplitude das renegociações que permite (https://bit.ly/3p0bbLL e https://bit.ly/3q5lI81). Havendo alteração, o texto precisa retornar ao Senado. As mudanças levaram o governo a fazer a promessa de vetar a proposta caso avance (https://glo.bo/3yxhoSB).

O Senado viu ontem Fernando Bezerra Coelho se despedir da função de líder de Bolsonaro (https://bit.ly/33Av3wU), o que isola ainda mais a agenda do Planalto na Casa. Marcos Rogério é apontado como opção.

E, no TCU, os ministros adiaram a conclusão da análise do processo de capitalização da Eletrobrás, mas permitiram que o governo dê sequência aos estudos e etapas necessárias para a operação (https://bit.ly/3DYifwD).

Com as questões no Congresso mais encaminhadas, cresce a atenção dedicada às movimentações eleitorais. A aproximação entre Lula e Alckmin fica cada vez mais concreta (https://bit.ly/3s9ccDj): o ex-governador anunciou ontem a saída do PSDB depois de 33 anos (https://bit.ly/3m4vBS7), mas a formalização da chapa deve ser feita apenas em 2022 (https://bit.ly/3qjSXof) – os dois vão se encontrar no próximo domingo em um evento público e a expectativa é que se deixem fotografar lado a lado (https://bit.ly/30wFf8x).

Ontem, Ciro e Cid Gomes foram alvo da Polícia Federal em operação sobre suspeita de propina em obras do estádio Castelão, da Copa de 2014. O presidenciável do PDT, que recebeu solidariedade de Lula (https://bit.ly/3saxWi5), atacou a ação como parte do “estado policialesco” de Bolsonaro (https://bit.ly/3DZQ2pw). O episódio reforçou a presença de Ciro nas redes, mas ampliou a movimentação de parte de seu entorno pela retirada da candidatura (https://bit.ly/3sbodZ8).

E a campanha de João Doria deve divulgar hoje nomes que integrarão sua equipe econômica (https://bit.ly/3F1dXGr).

Nas redes

Segundo o monitor XP-Conatus, a nova variante da covid-19 segue em destaque nas redes, a partir de notícias sobre contágios no exterior. Em menor volume, Paulo Guedes recebe pico de menções negativas sobre o estado da economia — em assunto que tem sido tratado por usuários além da polarização.

E vale a leitura de material sobre o comportamento de apoiadores dos principais pré-candidatos: nos últimos 15 dias, o ex-presidente Lula e o presidente Jair Bolsonaro apresentaram um crescimento no volume de apoiadores. Já o ex-ministro Sergio Moro apresenta queda, após pouco mais de um mês de sua filiação ao Podemos. Veja a nota na íntegra aqui https://xpi.app.link/m7Uk5Id21lb (app) ou https://bit.ly/3IUmq07 (desktop).

Internacional

Nos EUA, o noticiário destaca que a agenda econômica democrata estaria em risco, devido às divergências internas do partido sobre o Build Back Better Act de USD 1,75 trilhão. O principal desafio é a resistência do senador Joe Manchin, que reavalia pontos já negociados com a Casa Branca. Nesse contexto, o calendário das lideranças democratas, que tinham expectativa da aprovação do projeto até o fim do ano, é pouco provável (https://on.wsj.com/3m8H1Ep).

Hoje é o 1081° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 290 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 645° dia da pandemia de Covid-19.

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