08/06 | 18h: Oportunidades em ações de mercados emergentes e recuperação das economias pós-covid

Os mercados de ações emergentes têm se beneficiado das baixas taxas de juros e ampla liquidez no mercado externo. A perspectiva para essas economias vai depender do ritmo de vacinação, que tem sido mais acelerado nos países desenvolvidos. Nesse painel, os executivos vão discutir quais as oportunidades de investimentos em renda variável nos mercados emergentes e riscos para crescimento e inflação nesses países.

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Neste painel, Jennie Li, Estrategista de ações da XP Investimentos, recebeu Fernando Assad, Global Manager Selection da XP US, e Saul Henry, Co-head de Produtos Alternativos e Multiestratégia e head para EMEA da Wellington Management, para falar sobre as oportunidades de investimentos em países como África do Sul, China, Rússia, México e Índia.

O grande mote da discussão ficou em volta da particularidade de cada mercado que, embora com características semelhantes ao Brasil, pode suprir diversas necessidades, em momentos distintos na sua carteira. Veja no resumo abaixo:

Cenário, oportunidades e riscos

Embora o desempenho recente das ações destes mercados tenha sido negativo recentemente, Fernando Assad, acredita que esse momento é justificado como o mercado equilibrando os Emergentes diante de Europa e Estados Unidos. Após a crise de 2008, esses mercados receberam muitos estímulos. No entanto, nesta crise, eles sofreram mais pela dificuldade de acompanhar o controle e saída da pandemia em relação aos mercados desenvolvidos.

No entanto, eles não enxergam esse movimento como negativo, visualizando um cenário positivo adiante, apoiado principalmente pela alta demanda de microchips e semicondutores. Assim, países como China, Taiwan e Coréia do Sul, devem obter muito sucesso com a produção desse tipo de produto. Saul Henry destacou tendências ainda mais a longo prazo, como a indústria de carros elétricos, beneficiando este mercado. Para Fernando Assad, por se tratarem de mercados que ainda estão ampliando sua capacidade produtiva, Coréia do Sul e Taiwan pode potencializar ainda mais seu desempenho com a falta do componente do mercado.

Como ponto de atenção, fica a dinâmica para se recuperar da pandemia, especificamente na Índia que ainda tem muitas dificuldades para avançar na vacinação e reduzir casos e mortalidade. “Felizmente, o sistema de saúde indiano é muito evoluído e capaz, e avançou muito nos últimos meses. Isso permitiu que a economia flertasse com um movimento de recuperação, mas ainda há muito para melhorar”, relatou o gestor da Ashmore.

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Para Saul Henry, a necessidade de desenvolver a produção de energias renováveis e ampliar o acesso à tecnologia e serviços financeiro pela população indiana também são necessários para poder olhar para o pais de forma mais construtiva.

Os especialista também destacaram o cenário e os desafios ESG para estes mercados. Embora atualmente seja negativo, com os países carregando as principais posições entre os produtores de CO2 – China em 1º, Índia em 3º e Rússia em 4º -, Fernando Assad acredita que isso é por um movimento de empresas de mercados desenvolvidos, deslocarem suas produções par plantas em países emergentes.

A inflação global

A inflação global é algo que deve ser muito observado para estes mercados, segundo os panelistas. “Seria irresponsável dizer que não há risco. Mas estamos conscientes que pode ser um movimento transitório já que passamos por um período muito experimental em políticas monetárias e estímulos mundialmente. A pergunta de 1 milhão de dólares é como responder a isso, se não for transitório”, alertou Saul Henry.

Fernando Assad concorda que há um risco, mas é mais próximo da teses de que essa alta é temporária. Para isso, ele defende três pontos que devem estabilizar a dinâmica da inflação: a estabilização das taxas de câmbio em relação ao dólar, o preço das commodities e o equilíbrio entre demanda e oferta de semicondutores.

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