Onde Investir – Junho de 2021


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Encerramos maio com mais um recorde do Ibovespa, ultrapassando os 125 mil pontos, após alta de mais de 6% no mês. O terceiro mês positivo consecutivo no ano foi devido ao: (i) cenário externo mais favorável devido ao otimismo dos mercados globais com a recuperação econômica que permanece em curso, superando preocupações com a inflação; (ii) retomada da economia nacional – conforme saímos da fase mais aguda da segunda onda de COVID e a economia reabre-, melhora nos números fiscais – o resultado primário do governo central registrou superávit de R$ 16,5 bilhões em abril, levando o déficit acumulado em 12 meses a 7,9% do PIB (de 9,5% em março); (iii) e alguns avanços nas discussões das reformas administrativas e tributárias.

O índice das bolsas globais – MSCI ACWI – subiu mais de 1% no mês e o S&P 500 fechou com leve alta. O início do Maio foi marcado por uma preocupação significativa em relação à inflação americana e os projetos trilionários de Joe Biden. Os estímulos e dados de inflação serão o norte que determinarão a velocidade em que o banco central americano diminuirá os estímulos econômicos.

Mês positivo também para as bolsas europeias em linha com indicadores recentes na sinalização de forte recuperação na região da Zona do Euro já no segundo trimestre.

Para os perfis com maior tolerância ao risco, migramos uma parcela de nossa exposição a renda variável global para o índice de bolsa europeia visando capturar os possíveis ganhos devido ao aumento do número de vacinações e consequentemente reabertura econômica na região.

Principais fatos que influenciaram os investimentos

5 anos em 5 minutos – Maio 2021

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Raio-XP da Bolsa: Não há Brasil sem as commodities

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Guia de Investimentos

Encerramos maio com mais um recorde do Ibovespa, ultrapassando os 125 mil pontos, após alta de mais de 6% no mês. O terceiro mês positivo consecutivo no ano foi devido ao: (i) cenário externo mais favorável devido ao otimismo dos mercados globais com a recuperação econômica que permanece em curso, superando preocupações com a inflação; (ii) retomada da economia nacional – conforme saímos da fase mais aguda da segunda onda de COVID e a economia reabre-, melhora nos números fiscais – o resultado primário do governo central registrou superávit de R$ 16,5 bilhões em abril, levando o déficit acumulado em 12 meses a 7,9% do PIB (de 9,5% em março); (iii) e alguns avanços nas discussões das reformas administrativas e tributárias.

O índice das bolsas globais – MSCI ACWI – subiu mais de 1% no mês e o S&P 500 fechou com leve alta. O início do Maio foi marcado por uma preocupação significativa em relação à inflação americana e os projetos trilionários de Joe Biden. Os estímulos e dados de inflação serão o norte que determinarão a velocidade em que o banco central americano diminuirá os estímulos econômicos.

Mês positivo também para as bolsas europeias em linha com indicadores recentes na sinalização de forte recuperação na região da Zona do Euro já no segundo trimestre.

Para os perfis com maior tolerância ao risco, migramos uma parcela de nossa exposição a renda variável global para o índice de bolsa europeia visando capturar os possíveis ganhos devido ao aumento do número de vacinações e consequentemente reabertura econômica na região.


Última atualização: 31 de maio de 2021