Onde Investir – 2020


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O cenário tem ficado um pouco mais confuso para os ativos brasileiros na reta final de 2019, com um ambiente político mais conturbado e câmbio mais desvalorizado. Ganhos nos ativos prefixados também ficam mais difíceis, dado que o Banco Central já está muito próximo de encerrar o maior ciclo de cortes de juros desde 2003, com a Meta da Taxa Selic caindo de seu pico de 14,25% ao ano, em 2016, para 4,50%, agora em dezembro.

Mas existem muitas oportunidades em aberto, desde os prêmios de crédito em patamares elevados à renda variável, que deve continuar sendo impelida pelo crescimento de lucros em 2020.

Principais fatos que influenciaram os investimentos

5 anos em 5 minutos - Novembro de 2019

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Entenda nossa visão de longo prazo para o Brasil e para o mundo, que serve como bússola na construção da carteira ideal para cada perfil de investidor.

Aqui comparamos 3 cenários para o Brasil e como eles afetam os retornos de cada uma das classes de ativos que temos nos portfólios.

Nesse relatório temos conteúdo especial sobre os prêmios de crédito e sobre os benefícios da diversificação internacional.

Ler relatório na íntegra
Bolsa nas máximas. E Agora? Confira as expectativas de gestoras renomadas

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Desde o início do ano, em nosso relatório de alocação de janeiro, indicamos que a classe de renda variável seria um excelente investimento. Até o momento, não nos decepcionamos com a performance do índice que até o dia 08 de novembro, está com rentabilidade acumulada em 22,46%.

Constantemente somos questionados se ainda existem oportunidades. Em nossa última pesquisa com grandes instituições do mercado, a expectativa do Ibovespa para o final de 2020 é de 130 mil pontos e a da XP é de 140 mil pontos.

Entenda mais abaixo através das opiniões de grandes gestores, da visão detalhada da equipe de renda variável e qual nossa recomendação de alocação para esse cenário:

Ler relatório na íntegra

Guia de Investimentos

Novembro foi um mês positivo para as bolsas globais, com os investidores aos poucos percebendo que a pior fase da desaceleração da atividade industrial ficou para trás. Tal percepção fez com que fosse o terceiro mês consecutivo de abertura da taxa de juros de 10 anos nos Estados Unidos, para 1,78% ao ano. Ao final de agosto a taxa estava no menor nível do ano: 1,5%.

Para os ativos brasileiros foi um mês mais difícil. Em temas mais ligados diretamente ao país, as incertezas com a continuidade das reformas aumentaram após o Presidente da República optar por sair de seu partido atual e as tensões entre Estados Unidos e China continuam fortes. Além disso, os tumultos políticos na América Latina turvaram a visão dos investidores estrangeiros a respeito do país, deixando-os mais receosos.

No Brasil os ativos de renda fixa em geral foram destaque negativo. Nos Pós-fixados os prêmios de crédito continuaram aumentando, fazendo com que as Debêntures atreladas ao CDI, medidas pelo IDA DI, encerrassem o mês com ligeira perda. As curvas de juros foram pressionadas pela desvalorização do Real frente ao Dólar, fazendo com que papéis do Tesouro Nacional Prefixados (IRFM) e atrelados à Inflação (IMA-B) também sofressem perdas. Os fundos multimercados, medidos pelo IHFA da ANBIMA, também encerraram novembro com perdas, dadas as posições em renda fixa. A bolsa ainda assim conseguiu encerrar novembro em alta de quase 1%, impulsionada por uma melhora nos dados domésticos. O índice de fundos imobiliários também fechou o mês com ganhos (3,5%).

Nossa visão continua positiva com o Brasil, apesar da volatilidade recente. O Ibovespa está barato mesmo após toda a alta de 2019, dado o crescimento de lucros que esperamos para o ano que vem, de 22%. Os ativos com risco de crédito, que sofreram bastante nos últimos meses, já estão a preços atrativos. Continua sendo importante carregar ativos internacionais nos portfólios, auxiliando o investidor a navegar os humores do ambiente doméstico.


Última atualização: 3 de dezembro de 2019

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