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Por que é a sua hora na Renda Fixa?

Camilla Dolle, coordenadora de análise de Renda Fixa da XP, deu um panorama do cenário junto com Pedro Sturm, Head da Mesa Institucional de Crédito Privado da XP

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A Renda Fixa não morreu mesmo com o cenário de juros baixos. Na verdade, ela está mais viva do que nunca e continua sendo um mercado estratégico para todos os perfis de investidor, sempre tendo a diversificação como um pilar de construção de portfólio, que inclui, então, a Renda Fixa. Camilla Dolle, coordenadora de análise de Renda Fixa da XP, deu um panorama do cenário junto com Pedro Sturm, Head da Mesa Institucional de Crédito Privado da XP, em painel na Expert 2020

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Panorama do mercado: a vez do crédito privado

Segundo Sturm, o cenário de crédito privado é o que se sobressai dentro do mercado de Renda FIxa de uns anos para cá.

“Teve um fluxo super comprador, no ano passado tivemos a primeira realocação da Renda Fixa para Renda Variável e, com isso, os papéis se tornaram mais atrativos. Durante o período do coronavírus, com toda a queda na Bolsa de Valores, gerou algumas oportunidades, os investidores sacaram dos fundos de Renda Fixa e houve uma abertura abrupta dos prêmios no mercado de crédito privado em que os fundos aproveitaram para atrair novos cotistas”

De acordo com o especialista da XP, os Fundos de Renda Fixa estão indo super bem, dando rentabilidade boa nos últimos meses, principalmente para quem conseguiu entrar no meio da crise, quando os prêmios estavam altos advindos de empresas com bom rating, as chamadas Triplo A (AAA), ou seja, com menos risco de darem calote nos investidores.

Os papéis ainda não voltaram e não estão operando aos níveis antes da crise. Ainda há possibilidade de bons ganhos nesse mercado de crédito privado, principalmente com as debêntures, de empresas boas e com boa classificação de risco. “São as fortalezas que a gente vê nesse período de crise”, diz Sturm.

As taxas dos ativos ficaram maiores por causa do risco de crédito ficar mais alto na pandemia. “Realmente, enxergamos que teve um efeito técnico dos fundos vendendo papel para conseguir honrar os resgates dos cotistas”, explica Camilla Dolle. As empresas emissoras de crédito privado de setores como as Elétricas e Rodovias são alguns dos mais resilientes e houve bons investimentos, diz a especialista.

Estratégia do especialista

Pedro Sturm indica uma estratégia para mostrar que a Renda Fixa está longe de ter o seu caixão pregado. “Papéis longos, de empresas sólidas e taxas bem atrativas são bons indicadores. No futuro, essas taxas podem decair, dada a alta demanda que a gente percebe nos papéis, e isso gera um ganho extraordinário caso o investidor queira eventualmente vender no mercado secundário, muito maior até se segurasse a ação da empresa, dependendo do período, e isento de Imposto de Renda. Dois efeitos positivos dessa estratégia”.

Para o especialista, quem consegue acompanhar esse mercado secundário no crédito privado pode extrair ganhos muito superiores do que outros títulos de renda fixa.

E o Tesouro?

Não existe um momento ruim ou bom para entrar no Tesouro Direto, afirma Camilla Dolle. A questão é combinar os objetivos do investidor. Geralmente, papéis mais longos como o IPCA e os títulos prefixados podem ser boas opções para maiores rentabilidades no mercado conservador.

E para a Reserva de Emergência, o objetivo não é a rentabilidade e sim a liquidez e a segurança, essenciais para uma meta de reserva emergencial em que se pode sacar rapidamente e com tranquilidade por causa do baixo risco.

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