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Combustível de aviação sustentável deve representar apenas 0,53% da demanda em 2024, diz IATA | Café com ESG, 03/06

Vibra pede mudanças no Renovabio; Produção de SAF cresce 3x em 2024 vs. 2023

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O Ibovespa atingiu uma nova mínima na última semana, caindo 1,8%, com o ISE também recuando -2,96%. Em linha, o pregão de sexta-feira fechou em queda, com o IBOV e o ISE caindo 0,49% e 1,24%, respectivamente.

• No Brasil, a Vibra está pedindo ao governo federal uma série de mudanças no programa Renovabio, que na visão da empresa precisa de melhorias para ter maior efetividade – entre as medidas, a maior distribuidora de combustíveis do país quer igualar responsabilidades entre distribuidoras, produtores e importadores.

• No internacional, (i) a produção global de combustível sustentável de aviação (chamado de SAF, em inglês) deve totalizar 1,9 bilhão de litros em 2024, segundo projeções da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), 3x mais do que foi produzido em 2023 – o total esperado para 2024, entretanto, deve representar apenas 0,53% da demanda de combustível da indústria no ano; e (ii) a dinamarquesa Maersk divulgou na última sexta (31/5) que passará a unificar duas sobretaxas relacionadas ao bunker em uma Taxa de Combustível Fóssil (FFF, na sigla em inglês), que futuramente também poderá englobar regulamentações que obriguem o uso de novos combustíveis – em comunicado aos clientes, a transportadora disse que a partir de jul/24, todas as novas cotações contratuais com validade superior a três meses vão considerar o FFF.

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Brasil

Empresas

Vibra pede mudanças no Renovabio e quer transferir as metas aos produtores e importadores

“A Vibra está pedindo ao governo federal uma série de mudanças no programa Renovabio, que na visão da empresa precisa de melhorias para ter maior efetividade. Entre as medidas, a maior distribuidora de combustíveis do país quer igualar responsabilidades entre distribuidoras, produtores e importadores. O pedido faz parte da contribuição enviada pela Vibra para a consulta pública aberta pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para discutir Transição Energética Justa, Inclusiva e Equilibrada, caminhos para o setor de O&G viabilizar a nova economia verde. A empresa também pretende transferir as metas de CBIO aos produtores e importadores e defende: (i) que sejam adotadas formas de promover o equilíbrio entre oferta e demanda de CBIO, com o estabelecimento de prazo para os emissores ofertarem o título para venda; (ii) Incentivar a certificação e emissão de CBIO pelas novas rotas de combustíveis sustentáveis para aumentar a oferta do título; (iii) Buscar a integração do RenovaBio com o Mercado de Carbono permitindo o cumprimento de meta com Créditos de Carbono para gerar maior concorrência no mercado de CBIO; (iv) Igualar as obrigações de distribuidoras, produtores e importadores de fósseis nas vendas diretas para o consumidor final para eliminar as assimetrias concorrenciais; (v) Buscar formas mais efetivas para garantir o cumprimento das metas pelos agentes inadimplentes para eliminar as assimetrias concorrenciais; e (vi) Avaliar formas de transferir as metas de CBIO aos produtores e importadores de combustíveis fósseis para tornar o programa mais sustentável e aplicar o princípio do poluidor pagador.”

Fonte: Epbr, 31/05/2024

Petrobras questiona uso de biometano no transporte urbano

“É questionável a capacidade do biometano reduzir a intensidade de carbono caso ele avance sobre mercados de mobilidade urbana, como Ciclo Otto e Ciclo Diesel”. A afirmação faz parte da contribuição enviada pela Petrobras para a consulta pública aberta pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para discutir “Transição Energética Justa, Inclusiva e Equilibrada”, caminhos para o setor de O&G viabilizar a nova economia verde. Vale lembrar que as contribuições foram recebidas pelo MME entre abril e maio, ainda na gestão de Jean Paul Prates no comando da estatal. A estatal alega que mesmo com a diminuição intrínseca na pegada de carbono do gás natural pela introdução de uma parcela renovável em sua composição, o incentivo para a substituição do uso de diesel B e gasolina C por uma mistura de 1% a 10% de biometano, por exemplo, poderia não trazer benefício em termos da redução da emissão de GEE pela frota. A empresa defende que a descarbonização para a mobilidade pode ser mais efetiva se for feita com etanol e biodiesel. E aponta dados de um estudo da EPE para balizar suas informações. “Considerando que a mistura entre gás natural e o produto renovável seja de 1% de biometano no primeiro ano, chegando a 10% no décimo, tem-se que a IC da mistura iniciaria com valor de 85,9 gCO2/MJ, chegando a 79,0 gCO2/MJ no final do período. Por outro lado, em 2027 a IC da gasolina C, que contém 27% de etanol, será de 74,3 gCO2/MJ, enquanto a IC do diesel B, que poderá ter 15% de biodiesel naquele ano, será de 77,6 gCO2/MJ”, diz a empresa na contribuição.”

Fonte: Epbr, 31/05/2024

Abeeólica quer estaleiros nacionais no desenvolvimento da eólica offshore

“A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) propôs ao Ministério de Minas e Energia (MME) que os projetos de energia eólica offshore sejam executados com o uso de estaleiros e indústria nacional existente, e que a cadeia produtiva seja gradativamente ampliada. A sugestão integra a contribuição enviada pela Abeeólica para a consulta pública aberta pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para discutir “Transição Energética Justa, Inclusiva e Equilibrada”, caminhos para o setor de O&G viabilizar a nova economia verde. De acordo com a associação, o objetivo é fomentar “a transição energética da indústria e gerar empregos tecnológicos e de alto valor agregado”. O setor aguarda a aprovação do marco legal das eólicas offshore no Senado para começar a tirar do papel os mais de 200 GW de projetos em licenciamento atualmente no Ibama. O projeto de lei voltou a tramitar no Senado em abril, quatro meses após ser aprovado na Câmara dos Deputados, com uma série de emendas não diretamente relacionadas ao tema principal. A relatoria do PL 576/2021 é do senador Weverton (PDT/MA). A presidente da Abeeólica, Elbia Gannoum, afirmou à epbr na ocasião que estava otimista em relação à aprovação pelo Senado, sem as emendas não relacionadas à eólica offshore. A Abeeólica também defendeu na consulta pública o incentivo à renovação da frota marítima do país com embarcações de baixa emissão de carbono. Entre as tecnologias sugeridas estão: embarcações elétricas para transporte de pessoas em curtas distâncias (ferry-boats), utilização de novos combustíveis (etanol, metanol, hidrogênio verde e amônia), aplicação de bancos de baterias nas embarcações.”

Fonte: Epbr, 31/05/2024

Yvy Capital faz acordo com TPG e lança plataforma de carbono

“A Yvy Capital, gestora fundada no ano passado por Gustavo Montezano, ex-presidente do BNDES, e Paulo Guedes, ex-ministro da Economia, está dando a largada para atuar no mercado voluntário de carbono. A proposta é ambiciosa: criar uma plataforma que faça negócios com créditos de carbono de ponta a ponta. “A Yvy vai atuar como um intermediário financeiro nesse mercado”, diz Montezano. “Tanto o originador do crédito [de carbono] quanto quem os compra para fazer a compensação de emissões estão aprendendo como alocar capital e medir risco. Ter um intermediário que assume esse tipo de risco e capta capital dedicado para isso é um grande acelerador para o segmento.” Com a meta de atrair investimentos para o Brasil, a gestora acaba de fechar uma parceria com a Rubicon Carbon, plataforma de créditos de carbono criada pela gestora americana Texas Pacific Group (TPG), que tem US$ 224 bilhões sob gestão. A Rubicon, cujo modelo está inspirando o desenho da Yvy Carbono, tem uma atuação vertical em negócios de carbono: ela identifica projetos capazes de gerar créditos de carbono negociáveis, financia alguns deles e reúne os créditos gerados em fundos ou títulos securitizados para compra e venda. No Brasil, a Rubicon ainda tem uma atuação tímida e atua apenas como compradora de créditos de projetos existentes, gerados a partir de captura de metano em aterros sanitários e conservação de florestas, por exemplo. A área de finanças e investimentos ainda está em busca de projetos no Brasil que atendam a seus critérios. CEO da Rubicon, Tom Montag diz que a companhia quer estar na vanguarda da economia de baixo carbono, e isso inclui se tornar um investidor líder no desenvolvimento das indústrias regenerativas do Brasil.”

Fonte: Capital Reset, 03/06/2024

Internacional

Empresas

Maersk introduz taxa de combustíveis fósseis

“A dinamarquesa Maersk divulgou nesta sexta (31/5) que passará a unificar duas sobretaxas relacionadas ao bunker em uma Taxa de Combustível Fóssil (FFF, em inglês), que futuramente também poderá englobar regulamentações que obriguem o uso de novos combustíveis. Em comunicado aos clientes, a transportadora explica que a intenção é simplificar custos. Atualmente, existem dois tipos de sobretaxas relacionadas ao combustível para frete marítimo: o Fator de Ajuste de Bunker (BAF) e a Sobretaxa de Baixo Teor de Enxofre (LSS). A partir de 1º de julho de 2024, todas as novas cotações contratuais com validade superior a três meses vão considerar o FFF. A companhia se prepara para um cenário que vem se desenhando no mercado internacional. Com uma frota envelhecida e funcionando quase exclusivamente com combustíveis fósseis, o frete marítimo é hoje responsável por mais de 80% do volume de comércio mundial e quase 3% dos gases de efeito estufa (GEE) lançados na atmosfera. Na última década, o setor registrou um aumento de 20% nas suas emissões. Para alinhar essa indústria aos objetivos globais de limitar o aquecimento do planeta – reduzindo o consumo de fósseis – será preciso mudar a energia utilizada para atravessar o oceano transportando carga. “Se forem introduzidas regulamentações que obriguem o uso de um novo tipo de combustível, teremos que repassar o custo ao cliente na forma de novas sobretaxas, aumentando a complexidade”, explica o comunicado divulgado pela Maersk.”

Fonte: Epbr, 31/05/2024

Combustível sustentável de aviação avança, mas representará apenas 0,53% da demanda em 2024

“A produção global de combustível sustentável de aviação (chamado de SAF, em inglês) deve totalizar 1,9 bilhão de litros em 2024, segundo projeções da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata). O número representa três vezes mais do que foi produzido em 2023. O combustível é peça central para a redução de emissão do setor aéreo, que tem meta de chegar até 2050 com emissão líquida zero de carbono. O total esperado para 2024, entretanto, deve representar apenas 0,53% da demanda de combustível da indústria no ano, o que evidencia o desafio do setor de atrair investimentos e políticas públicas que incentivem sua produção. Os dados foram divulgados pela Iata durante conferência anual, sediada neste ano em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. “O SAF fornecerá cerca de 65% da mitigação necessária para que as companhias aéreas alcancem emissões líquidas zero de carbono até 2050. Portanto, a esperada produção de SAF em 2024 é encorajadora. Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas a direção dos aumentos exponenciais está começando a entrar em foco”, disse Willie Walsh, diretor geral da Iata. Segundo a associação, o mercado global tem hoje cerca de 140 novos projetos para a produção de combustível sustentável e que devem entrar em operação até 2030. O número considera projetos que abraçam outros segmentos para além do SAF. Mas a Iata destacou que as indústrias podem diversificar sua capacidade de produção também para o SAF, uma vez que costumam compartilhar da mesma estrutura. Caso todo o pipeline dê certo, a capacidade total de produção de combustível renovável poderá atingir 51 milhões de toneladas até 2030. Por meio da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), o setor definiu uma meta de atingir uma redução de 5% nas emissões de CO2 para a aviação internacional a partir de SAF até 2030.”

Fonte: Valor Econômico, 02/06/2024

Excesso de painéis solares da China a preço baixo leva rivais europeus a fechar fábricas

“Os preços dos painéis solares caíram pela metade no ano passado devido a uma enxurrada de oferta da China, o que levou os fabricantes europeus a fechar fábricas e buscar apoio dos políticos locais. “O excesso de oferta é o resultado de uma estratégia agressiva da indústria chinesa, que levou a um colapso nos preços dos módulos e deixou os fabricantes europeus de módulos fotovoltaicos com grandes estoques não vendidos”, disse o European Solar Manufacturing Council (ESMC) em uma declaração de fevereiro. Os fabricantes chineses passaram a dominar a indústria de painéis solares, respondendo por cerca de 70% a 80% da produção global. De acordo com a consultoria solar japonesa RTS, os três principais participantes em remessas no primeiro semestre de 2023 foram todas empresas chinesas: Jinko Solar, TrinaSolar e Longi Green Energy Technology. Os mandatos de energia renovável do governo chinês para províncias e municípios estimularam a construção de instalações de energia solar em todo o país. Os fabricantes locais, buscando explorar essa tendência, investiram pesadamente na produção de painéis, levando a uma capacidade que superou a demanda. A capacidade global de fabricação de energia solar totalizou cerca de 700 gigawatts em 2022 — mais que o triplo dos cerca de 200 GW de nova capacidade de geração instalada naquele ano, mostram dados da RTS e da Agência Internacional de Energia. O problema do excesso de capacidade tem sido um fardo para os fabricantes de painéis europeus.”

Fonte: Valor Econômico, 01/06/2024

Crescimento eólico e solar da UE desloca geração de combustíveis fósseis, diz relatório

“A geração de energia eólica e solar na União Europeia aumentou 46% desde 2019, quando a atual Comissão Europeia tomou posse, até 2023, deslocando um quinto da geração de combustíveis fósseis do bloco, mostrou um relatório do think tank Ember. A Comissão propôs uma meta de 45% de fontes de energia renováveis ​​no cabaz energético global até 2030. As eleições para o Parlamento Europeu realizam-se de 6 a 9 de junho. As sondagens sugerem que os principais grupos pró-UE em torno do centro político – o centro-direita, o centro-esquerda, os Verdes e os liberais – terão uma maioria menor do que a actual, enquanto a extrema-direita obterá ganhos. Embora muitas políticas da UE para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa já estejam em vigor, algumas leis terão revisões nos próximos cinco anos e a aprovação de legislação mais ambiciosa poderá ser mais difícil. A capacidade eólica e solar da UE aumentou 65% desde 2019. A capacidade eólica aumentou 31%, para 219 gigawatts (GW), em 2023, enquanto a capacidade solar mais do que duplicou, para 257 GW, o equivalente à instalação de mais de 230.000 painéis solares todos os dias durante os quatro anos. , dizia o relatório. Sem esta expansão, a produção fóssil teria caído apenas 1,9% (21 TWh) em vez de 22%, uma vez que a menor procura de electricidade foi compensada por uma diminuição na produção a partir de outras fontes de energia limpa.”

Fonte: Reuters, 02/06/2024

Mudança de La Niña deverá alimentar condições climáticas extremas ainda este ano

“O efeito de aquecimento do El Niño no Oceano Pacífico, que contribuiu para um aumento nas temperaturas globais, deverá passar para a fase de arrefecimento oposta do La Niña a partir do final do verão, dizem os especialistas em meteorologia, mas sem abrandar as alterações climáticas a longo prazo. Uma rápida transição de um extremo ao outro no Pacífico tropical veria mais partes do mundo atingidas por fenómenos meteorológicos, não muito depois de o forte aquecimento do El Niño ter causado estragos nos padrões de precipitação e nos preços das matérias-primas. A Organização Meteorológica Mundial da ONU disse que há agora 70 por cento de chance de La Niña ocorrer entre agosto e novembro. O efeito cíclico La Niña “provavelmente” começará ainda este ano, disse a OMM, enquanto o El Niño mostra sinais de acabar depois de causar inundações mortais no Brasil no mês passado. La Niña está normalmente ligada à sua própria cascata de efeitos de repercussão localizados, incluindo um aumento de furacões no Atlântico, inundações no Canadá e no oeste da América do Norte, e condições de seca em partes da América do Sul. “Estamos realmente oscilando entre um extremo e outro”, disse Nathaniel Johnson, meteorologista que trabalha nas previsões da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA sobre as mudanças de temperatura no Oceano Pacífico. Houve alguma evidência de que as alterações climáticas contribuíram para a força e a velocidade destas oscilações que ocorrem naturalmente, acrescentou.”

Fonte: Financial Times, 03/06/2024

Política

Parceiros dos EUA e do Indo-Pacífico conversam em Singapura sobre energia limpa

“O Quadro Económico Indo-Pacífico liderado pelos EUA realiza uma reunião ministerial esta semana em Singapura, incluindo grandes empresas que se juntam a um fórum de investidores de “Economia Limpa” para impulsionar investimentos em infra-estruturas e clima em toda a região. Marca a primeira sessão ministerial presencial do IPEF desde a conclusão substancial das negociações para o Acordo de Economia Limpa do IPEF e o Acordo de Economia Justa, em novembro, em São Francisco. A secretária de Comércio dos EUA, Gina Raimondo, disse que os países planejam delinear as etapas de cada um dos acordos esta semana. “Vamos finalizar todos esses acordos na reunião ministerial”, disse Raimondo. Anúncios adicionais são esperados sobre um acordo de cadeia de fornecimento, disse ela. O Fórum de Investidores de Economia Limpa do IPEF inclui 22 grandes empresas dos EUA, como AWS da Amazon.com (AMZN.O), abre nova aba Bechtel, Google da Alphabet (GOOGL.O), abre nova aba, Microsoft (MSFT.O), abre nova aba , BlackRock (BLK.N), abre nova aba, Bechtel, Citi (C.N), abre nova aba, Goldman Sachs (GS.N), abre nova aba, JPMorgan (JPM.N), abre nova aba, Morgan Stanley (MS .N), abre nova aba e KKR (KKR.N), abre nova aba. Raimondo disse que também haverá grandes investidores australianos e japoneses no fórum.”

Fonte: Reuters, 03/06/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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