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Baterias em destaque: Huawei, WEG e BYD fortalecem suas estratégias | Brunch com ESG

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. Huawei e Aggreko anunciam maior projeto solar do Brasil com suporte de baterias

Na mídia. Huawei e Aggreko vão desenvolver na Amazônia maior projeto com baterias do Brasil – InfoMoney, 2 de março (link)

Nossa visão. Nesta semana, a Huawei e a Aggreko anunciaram um projeto conjunto para implantar 110 MWp de capacidade solar combinada com 120 MWh de armazenamento em baterias na Amazônia, que deverá se tornar o maior projeto de armazenamento de energia do Brasil. A implementação está planejada para começar até o final do ano, e o projeto tem como objetivo mitigar a intermitência solar e melhorar a confiabilidade do fornecimento de eletricidade em comunidades remotas da Amazônia que ainda dependem fortemente da geração a diesel. Em nossa visão, a iniciativa destaca o papel crescente do armazenamento em baterias no apoio à integração de renováveis e na melhoria da confiabilidade do sistema, especialmente em regiões isoladas ou com redes elétricas frágeis.

#2. WEG intensifica sua aposta em armazenamento de energia por baterias

Na mídia. WEG quer “encher a fábrica” com baterias. Negócio “pode ser maior que o solar” – Brazil Journal, 4 de março (link)

Nossa visão. A WEG continua ampliando suas ambições em sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS), após o anúncio recente de uma nova fábrica em Itajaí (fev/26). Nesta semana, Harry Schmelzer, diretor de Solar, BESS e Building da WEG, reiterou a visão construtiva da companhia sobre o potencial de crescimento de longo prazo do segmento. No curto prazo, a empresa está focada no leilão de baterias no Brasil, previsto para abril, no qual a administração espera assegurar 2 GWh de capacidade (~25% do volume total). Em nossa visão, embora a concorrência com pares locais e internacionais permaneça um risco, acreditamos que os sólidos relacionamentos da WEG com empresas de utilities, seu histórico operacional e o suporte pós-venda oferecem vantagens competitivas relevantes (veja aqui a nota da nossa equipe de Capital Goods).

#3. BYD lança bateria de recarga rápida em meio à desaceleração das vendas de elétricos

Na mídia. BYD lança bateria de carregamento rápido como forma de reanimar vendas na China – Valor Econômico, 5 de março (link)

Nossa visão. Nesta semana, a BYD apresentou a 2ª geração de sua ‘bateria blade’, capaz de carregar de 20% a 97% em menos de 12 minutos. O lançamento ocorre em um momento em que a empresa enfrenta uma desaceleração nas vendas domésticas de veículos elétricos na China, em meio ao aumento da concorrência. Em nossa visão, à medida que os incentivos de compra são gradualmente retirados e a penetração de veículos elétricos amadurece nos mercados pioneiros, o crescimento do setor tende a se normalizar, conforme discutido em nossa nota após a reunião com a ABVE (link). Nesse ambiente de crescimento mais moderado e concorrência crescente, a diferenciação tecnológica deve se tornar cada vez mais crítica para as montadoras, especialmente no que envolve avanços contínuos na tecnologia de baterias.

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.



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