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ANP aprova diesel marítimo renovável da Petrobras; Emissão de títulos verdes atinge recorde | Brunch com ESG

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. ANP aprova iniciativa da Petrobras para diesel marítimo renovável

Na mídia. ANP dá aval para diesel marítimo coprocessado da Petrobras – Eixos, 31 de dezembro (link)

Nossa visão. Nesta semana, o Conselho Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Petrobras a comercializar óleo diesel marítimo com conteúdo renovável. O produto, chamado de Verana Diesel, é produzido por meio do coprocessamento de 5% de óleo vegetal. O primeiro lote foi produzido em outubro na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), com previsão de início das vendas no próximo mês. Embora modesto em escala em relação ao portfólio da Petrobras, vemos essa iniciativa como significativa sob dois aspectos: (i) diversificação do portfólio: tal projeto posiciona a Petrobras no segmento de combustíveis de baixo carbono em um momento de aceleração da demanda global por alternativas mais verdes, especialmente no combustível marítimo para setores de transporte pesado; e (ii) alinhamento regulatório: ela antecipa a conformidade com a lei brasileira Combustível do Futuro, que estabelece metas de mistura de diesel renovável nos modais de transporte e pode apoiar o desenvolvimento de um mercado doméstico para esses combustíveis.

#2. Emissão global de títulos verdes atinge recorde de US$947 bilhões em 2025

Na mídia. Dívida verde atinge recorde apesar de reação à pauta climática – Valor Econômico, 26 de dezembro (link)

Nossa visão. De acordo com a Bloomberg Intelligence, a emissão global de títulos e empréstimos verdes alcançou um recorde de US$947 bilhões em 2025. Apesar da desaceleração nas políticas e regulamentações relacionadas ao clima nos EUA e na Europa, os ativos sustentáveis continuam crescendo, com os índices de ações relacionados à energia renovável caminhando para seu primeiro ganho anual desde 2020, superando o índice S&P 500. Em nossa visão, os títulos ESG estão se tornando uma parte cada vez mais relevante do mercado de dívida, criando novas oportunidades de investimento, ao mesmo tempo em que ajudando os emissores a atingirem suas metas ESG e fomentando um ambiente atrativo para os investimentos responsáveis. De modo geral, os principais fatores que impulsionam o interesse nesse mercado incluem: (i) um número crescente de emissores entrando no mercado; (ii) novos instrumentos financeiros adaptados às necessidades em evolução de investidores e emissores; e (iii) compromissos climáticos nacionais mais robustos, juntamente com uma maior pressão regulatória. 

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.



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