Medalhistas olímpicos podem receber até R$ 250 mil por premiação. Veja como investir para garantir uma aposentadoria vitoriosa

Considerando que a carreira de um atleta é mais curta do que de um profissional comum, é importante planejar a aposentadoria. Veja as opções de investimento para cada ciclo da carreira


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Medalhistas olímpicos podem receber até R$ 250 mil por premiação. Veja como investir para garantir uma aposentadoria vitoriosa

Para qualquer atleta olímpico, o grande objetivo de toda uma carreira é subir no pódio e ganhar uma medalha. Seja de ouro, prata ou bronze, as medalhas são o símbolo para eternizar seu nome e dedicação ao esporte na competição mais antiga e importante do mundo. Mas além disso, um atleta profissional precisa garantir o sustento para sua família, planejar sua carreira, treinamentos e aposentadoria. Por isso, é comum que os comitês olímpicos ofereçam premiações aos campeões que voltem das competições com uma medalha.

Na Olímpiada de Tóquio, que começou no último dia 23 de julho após um ano de adiamento devido à pandemia da Covid-19, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) anunciou a maior premiação já oferecida para medalhistas olímpicos do Brasil – veja abaixo. Até o momento, a ginasta Rebeca Andrade é quem mais arrecadou, somando R$ 400 mil por uma medalha de ouro e outra de prata.

Apesar dos bons números, é importante considerar que os Jogos Olímpicos acontecem somente de quatro em quatro anos. Entre cada um dos ciclos, a maioria dos atletas vive de patrocínios, salário de clubes ou do Bolsa Atleta – programa do governo federal que remunera mensalmente atletas com valores entre R$ 370 e R$ 15 mil, de acordo com modalidade e desempenho.

Da delegação de 301 atletas que competem atualmente em Tóquio, 80% é financiada pelo Bolsa Atleta, sendo que 88 deles estão na categoria pódio, voltada para esportistas que se destacam entre os 20 melhores do ranking mundial de suas modalidades, e que recebem remuneração mensal entre R$ 5 mil e 15 mil. Outros 62 atletas estão na categoria Olímpica, destinada a quem já participou de alguma edição dos Jogos e segue com resultados expressivos, que recebem remuneração R$ 3.100 por mês.

Importância de investir para planejar a aposentadoria

Investir é primordial para qualquer pessoa, independente da sua profissão, idade ou realidade financeira. Considerando que a carreira de um atleta é consideravelmente mais curta do que de um profissional comum, investir bem esse dinheiro é ainda mais importante para seguir com uma vida financeiramente saudável após a aposentadoria.

A ginasta Daiane dos Santos, por exemplo, se aposentou com 29 anos. O ginasta Diego Hypólito, que ganhou medalha de prata nos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, anunciou a aposentadoria aos 33 anos.

Mesmo em casos como o de Rayssa Leal e Kelvin Hoeffler, medalhistas de prata no skate em Tóquio, ou Mayra Aguiar, medalhista de bronze no judô na Olimpíada no Japão, em que as carreiras nesses esportes podem chegar até ultrapassar os 40 anos de idade, ainda há bastante tempo para viver depois da aposentadoria.

Pensando nisso, preparamos algumas estratégias de investimento em que esses atletas poderiam investir o dinheiro recebido nas premiações em Tóquio para transformarem essas medalhas não somente em conquistas históricas, mas também em renda e patrimônio de uma vida toda.

Lembrando que em todos os casos, alguns fatores essenciais devem ser levados em conta para criar sua carteira: possuir uma reserva de emergência, buscar diversificação de ativos, setores e geografias e adequar às alocações a seus objetivos e perfil de investidor.

Enquanto para um investidor comum, a Reserva de Emergência leva em conta crises ou imprevistos, para um atleta o cuidado deve incluir lesões, suspensões que possam impedi-lo de praticar seu esporte. Neste caso, indicamos o Tesouro Selic, CDBs de liquidez diária ou o fundo Trend DI Simples, que replica a Selic através de títulos públicos pós-fixados (LFT).

Como calcular o valor sua reserva de emergência?

O método mais comum e indicado para saber de quanto deve ser sua reserva de emergência é calcular o valor dos seus gastos mensais fixos e multiplicá-los por 6 a 12 vezes, pensando em uma reserva semestral ou anual.

Exemplo, se seu custo mensal é de R$ 2.000 e você deseja acumular uma reserva de um ano, o valor destinado deverá ser de R$ 24.000.
R$ 2.000 x 12 meses = R$ 24.000

Veja abaixo alguns exemplos baseado em 3 perfis de atletas:

Atleta jovem

Pensando em um atleta que ainda dá os primeiros passos na carreira, com bastante tempo pela frente, mas já começa a participar de grandes competições e se destacando na sua modalidade indicamos investimentos mais agressivos com uma boa dose de renda variável e de risco. Com olhar a longo prazo, o foco fica em crescimento sem preocupar-se com volatilidade e flutuações momentâneas, concentrado nas competições enquanto seu patrimônio vai se valorizando, aproveitando-se do tempo.

Um fundo como o DNA Brave, é uma das melhores opções para este perfil. A estratégia do fundo oferece uma carteira composta por ativos de renda variável, renda fixa estrangeira, câmbio, commodities e títulos de juros nacionais e internacionais., diversificando também entre gestões ativas, passivas e com métodos quantitativos. Veja abaixo a valorização do fundo desde agosto de 2020:

Como já destacamos, o foco é de longo prazo e a taxa de administração de 1,90% também é um diferencial deste produto.

Atleta no auge

Para um medalhista que já alcançou o auge da sua carreira, com grandes conquistas na mala, sua carteira pode incluir uma parcela com mais risco, mas com caráter mais defensivo por estar mais próximo de sua aposentadoria.

Nesta caso, um fundo como o DNA Energy Prev é uma boa opção pois é um perfil que traz os melhores retornos em um horizonte longo, com a atratividade da menor tributação de um ativo de previdência. É possível escolher entre duas modalidades: o PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres), indicado para pessoas que fazem declaração do IR completa e são contribuintes do INSS, pois permite reduzir até 12% da renda bruta tributável do ano e o VGBL, para os demais casos.

Sua cesta de ativos traz a maioria da alocação em ativos de Renda Variável (35%) e Multimercado (27%), mas com o caráter mais defensivo explícito nos 17% alocados em títulos de Renda Fixa pós-fixados e mais 11% em ativos indexados a inflação.

Atleta próximo da aposentadoria

Pensando em um atleta que já construiu sua carreira e patrimônio, o horizonte de investimento fica ainda mais curto. Nessa situação, o desafio é vincular uma taxa de risco adequada em um curto prazo para obter rentabilidade. Um medalhista que se aposenta, vê sua principal fonte de renda se liquidar. Assim, a melhor opção seria construir uma carteira para gerar renda através desse patrimônio.

Os principais instrumentos para obter renda recorrente são os dividendos pagos por ações e FIIs, juros semestrais e retornos reais ajustados à inflação de ativos de Renda Fixa. A Expert XP oferece a carteira Viver de Renda, voltada para os investidores que buscam viver da renda gerada por seu patrimônio.

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