Eduardo Savarin: conheça o brasileiro mais rico do mundo e cofundador do Facebook

Conheça a história do empreendedor da tecnologia que é cofundador do Facebook e acaba de se tornar o brasileiro mais rico do mundo


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Eduardo Savarin: conheça o brasileiro mais rico do mundo e cofundador do Facebook

Quando pensamos em Facebook, pensamos na gigante rede social de US$ 1 trilhão e no seu fundador e CEO genial e polêmico, Mark Zuckerberg. Mas voltando aos primeiros passos da empresa, que nasceu nos corredores da universidade de Harvard, notamos a presença de um brasileiro na história do Facebook.

Seu nome é Eduardo Saverin, confundador da rede social e que acaba de passar Jorge Paulo Lemann na lista da Forbes, se transformando no brasileiro mais rico do mundo.

Dos US$ 19,5 bilhões acumulados, grande parte vem de sua participação em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. No entanto, aos 39 anos, este brasileiro ainda empreende e trabalha além dos ganhos de sua breve parceria com Zuckerberg.

Conheça mais sobre ele neste texto:

Nascido no Brasil, criado em Miami

Natural de São Paulo, Brasil, Eduardo Saverin é o terceiro e mais novo filho do casal Paula e Roberto Saverin. No entanto, passou a maior parte da sua adolescência nos Estados Unidos, ao se mudar com a família para Miami, com 11 anos de idade.

De família rica, viu seu sobrenome prosperar ainda mais graças aos empreendimentos do seu avo Eugênio, dono e fundador da Tip Top, famosa marca brasileira de vestuário infantil. Com a crise econômica e social vivida no Brasil no início da década de 90, sua família decidiu mudar-se em busca de mais segurança.

O nome de Eugênio circulava como alvo de uma quadrilha especializada em sequestros de milionários, o que contribuiu para a sensação de insegurança de seu pai, que em 1992 fez de Miami a residência da família.

Na Flórida, Eduardo estudou na Gulliver Preparatory School. Formado no Ensino Médio, foi aceito na conceituada Universidade de Harvard, onde cursaria Economia. Rapidamente se destacou, se tornando presidente da HIA, Harvard Investments Association.

Nesse período, lucrou cerca de US$ 300 mil ao explorar uma brecha regulatória no mercado petrolífero brasileiro, que lhe rendeu honrarias ao formar-se pela universidade, em 2006.

Você sabia?

No filme “A Rede Social”, que contou a conturbada fundação do Facebook, Eduardo é interpretado por Andrew Garfield, famoso por papéis de protagonista em filmes como “O Espetacular Homem Aranha” e “Até o Último Homem”

Amizade com Zuckerberg e o Facebook

Apesar do grande destaque do curso de Economia, outro fato notável de sua formação seria uma amizade. Estudioso e introvertido, Eduardo Saverin tinha como sua relação mais próxima a amizade com Mark Zuckerberg, então estudante de Ciências da Computação de sua universidade. Ambos integrantes da fraternidade judaica Alpha Epsilon Pi, dividiam alguns projetos juntos.

Um deles era o Thefacebook, uma rede social destinada para uso interno dos estudantes da universidade. Embora hoje Chris Hughes e Dustin Moskovitz também sejam reconhecidos como cofundadores do Facebook, o pontapé inicial foi dado por Eduardo e Mark, que tinham respectivamente 30% e 70% de participação.

Eduardo teria investido os US$ 18 mil iniciais para o desenvolvimento da plataforma. Mas conforme o projeto foi tomando proporções cada vez maiores, Mark Zuckerberg foi isolando e excluindo os seus sócios da participação na empresa.

O reconhecimento como cofundador e atribuição de sua parcela foram conquistados por Eduardo através de uma disputa judicial complexa, relatada no filme “A Rede Social”, do diretor David Fincher, lançado em 2010.

Embora o resultado seja sigiloso, estima-se que Eduardo tenha recebido 5% da divisão acionária atual do Facebook, representando maior parte de sua fortuna.

Nova aposta em tecnologia com a Qwiki

Após a resolução do litígio com o Facebook, Eduardo seguiu para tocar novos projetos. Sempre ligado a investimentos em tecnologia, em 2011 investiu na Qwiki, uma espécie de enciclopédia virtual.

A ideia era um buscador como a Wikipedia, mas que entregasse ao usuário um vídeo editado sobre o assunto procurado, com fotos, vídeos e informações disponíveis na internet. No nascimento da plataforma, esperava-se um potencial de crescimento igual ou melhor que gigantes como Google e o próprio Facebook, resultando em um investimento de US$ 11 milhões de Eduardo.

No entanto, a ideia não engrenou, e acabou sendo vendida para o Yahoo em julho de 2013. O comprador incorporou a operação da plataforma para suas demandas e em novembro de 2014, a Qwiki saiu do ar e deixou de existir oficialmente.

Investindo em tecnologia com a B Capital Group

Embora a Qwiki não tenha sido um fracasso, não respondeu às expectativas iniciais de Eduardo. Mas isso não o impediu de seguir apostando em tecnologia. Em 2016 fundou, junto com o investidor Raj Ganguly, o B Capital Group, um fundo de investimento focado em Venture Capital para startups de tecnologia. O fundo tem focado em startups do setor que oferecem soluções financeiras, assistência médica, transporte, bens industriais entre outros.

Com cerca de US$ 760 milhões investidos através de sua empresa, tem três escritórios em Singapura, Los Angeles e Nova Iorque e participação em ao menos 50 empresas de mercados como China, Índia, Estados Unidos, Canadá, Israel e Singapura.

Através do seu fundo, ele serve de ponto de contato entre essas iniciativas, ainda em crescimento e investidores que buscam se expor ao enorme potencial do setor de tecnologia.

Vida pessoal

Aos 39 anos, Eduardo segue sua carreira com seu caráter discreto e disciplinado. Desde 2009, mora em Singapura, após renunciar sua cidadania americana. É casado com uma colega de universidade, a indonésia Elaine Andriejanssen.

Avesso a aparições públicas, deu suas declarações mais marcantes ao escritor Ben Mezrich, autor do livro Bilionários por acaso: a criação do Facebook, um best seller do New York Times e que foi adaptado para o roteiro do filme “A Rede Social”

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