2 Investimentos de Renda Fixa e Renda Variável que você deveria dar mais atenção em 2021; confira

Ainda escondidos de grande parte do público investidor, esses dois ativos podem ser bons adicionais na carteira dependendo do seu perfil e apetite ao risco


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2 Investimentos de Renda Fixa e Renda Variável que você deveria dar mais atenção em 2021; confira

Finalmente, entramos em um novo ano e, nestes primeiros dias de 2021, temos aquela tarefa reflexiva de reavaliar o que fizemos nos 365 dias anteriores e o que, de fato, poderíamos melhorar. As principais resoluções de investimentos você já deve ter feito, se não fez a gente te ajuda neste post aqui.

Mas quando a gente fala de alocar melhor o dinheiro, talvez alguns pontos possam ter passado despercebidos porque o foco está nos grandes feitos a serem repetidos ou nos grandes defeitos a serem sanados, mas, lembre-se, os detalhes também são importantes. E é exatamente esse o objetivo deste texto: mostrar dois segmentos em Renda Fixa e em Renda Variável que ainda não estão na boca do povo, mas que, certamente, podem ser um adicional interessante à sua carteira.

São eles: Crédito Privado e os ETFs. Apesar de ainda serem, respectivamente, os “patinhos feios” da Renda Fixa e da Renda Variável para o público em geral, muito por conta de o conhecimento ainda não ter chegado a uma massa maior de pessoas e por envolverem um pouco mais de risco, esses investimentos são promissores para 2021, segundo a nossa consulta aos especialistas da XP. A seguir, conheça um pouco melhor esses ativos e por que acreditamos que eles podem caber na sua carteira.

ATENÇÃO
Sempre estabeleça um contato próximo com o seu assessor de investimentos para saber se esses tipos de ativos são compatíveis com o seu perfil de investidor e com o seu apetite ao risco.

Crédito privado: por que investir em 2021?

Os ativos de Crédito Privado tiveram uma explosão de crescimento no quesito de holofotes em 2020. Principalmente gestores, grandes investidores e especialistas da XP, como a analista especializada em Renda Fixa, Camilla Dolle, deram bastante atenção a esse segmento na Renda Fixa por causa do cenário que se estabeleceu no campo econômico brasileiro.

Com a queda recorrente da taxa Selic, que hoje está em 2%, o menor patamar da história dos juros brasileiros, a rentabilidade dos títulos de Renda Fixa em geral foi impactada e, portanto, reduzida. Principalmente os ativos do Tesouro Direto, os mais conhecidos do grande público, caíram bastante em termos de retorno. Com isso, ficou mais claro na Renda Fixa quais ativos são destinados para a segurança e liquidez de uma reserva de emergência, por exemplo, e quais são aqueles que, mesmo neste cenário, podem se sobressair.

É aí que entram os ativos de Crédito Privado, considerados, atualmente, a principal possibilidade de rentabilidade na Renda Fixa, deixando os títulos públicos e CDBs (geralmente mais seguros e mais líquidos) mais para um investimento de fluxo de caixa e de resgate rápido.

Mas por que investir, então, em Crédito Privado neste ano? É simples: porque esses ativos são os principais na Renda Fixa, no cenário de juros baixos que estamos, com chances maiores de retorno.

Conheça os ativos de Crédito Privado

Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e debêntures são os principais ativos que compõem a categoria de Crédito Privado. São títulos oferecidos por empresas, basicamente, que representam um empréstimo feito pelo investidor. Por exemplo, se uma companhia precisa captar recursos, a depender de sua área de atuação, ela emite um desses títulos para angariar recursos em benefício de algum projeto corporativo.

Para isso, a contrapartida para quem investir e comprar um título de crédito privado é uma rentabilidade que assume duas formas: prefixada, quando o investidor já sabe exatamente o retorno até o vencimento, e pós-fixada, quando a rentabilidade está atrelada a um indexador como a taxa básica de juros ou a inflação, por exemplo

E a grande tacada para 2021 é que há boas oportunidades, segundo a analista da XP, Camilla Dolle, considerando tanto a rentabilidade mas também segurança. Isso acontece porque estão sendo ofertados ultimamente títulos de companhias AAA (“triplo A”), classificação que significa que são consideradas boas pagadoras e não têm um grau elevado de riscoe de calote.

Portanto, é possível encontrar nos títulos de Crédito Privado rentabilidade em títulos de empresas com boa classificação de crédito mesmo no mercado mais conservador da Renda Fixa. Por isso, é uma boa opção para 2021.

Caso você queira informações mais detalhadas sobre esse tipo de investimento, confira o relatório especial que a analista Camilla Dolle produziu sobre Crédito Privado.

ETFs: Por que investir em 2021?

Assim como os investimentos de Crédito Privado ainda não são tão conhecidos para o público em geral na Renda Fixa, o mesmo acontece com os Exchange Traded Funds (ETFs) na Renda Variável. Porém, isso tende a mudar com a evolução dos ETFs aqui no Brasil, que já mostra sinais com aumento e diversificação de portfólio na Bolsa.

Se você nunca ouviu falar nos ETFs, saiba que você pode ter ouvido falar nele como “fundos de índice”, como também são conhecidos esses ativos. E esse termo usado reflete bem o que são os ETFs: investimentos negociados na Bolsa que replicam índices.

Mas por que, então, ETFs em 2021? Porque as opções de ETFs se alastraram bastante nos últimos tempos, o que ficou ainda mais atrativo para investir neles. Por exemplo, agora há mais opções para investir no mercado internacional a partir dos ETFs e, por essa diversificação Brasil afora, esse tipo de investimento acaba sendo bastante benéfico para a carteira.

ETF de Ouro

Investir em ouro é uma recomendação recorrente por décadas feitas por grandes investidores, como Ray Dalio. Quando a crise bate na porta o ouro rouba os holofotes por ser considerado um porto-seguro para tempos de volatilidade. Na pandemia do coronavírus, por exemplo, o ouro foi um dos principais ativos e, para 2021, apesar das vacinas e do possível abrandamento da crise pandêmica, o metal ainda pode ser uma boa alternativa para reserva de valor.

E para investir em ouro, o primeiro ETF que replica a movimentação desse ativo foi lançado recentemente na Bolsa brasileira, o GOLD11. Para você saber mais, a equipe de fundos da XP fez um relatório especial.

ETF de China

Já pensou em investir no motor da economia mundial? Estamos falando da China, o país que vem ditando tendências tecnológicas e vem sendo, ao lado dos Estados Unidos, a grande potência em termos econômicos. Mesmo sendo o epicentro do coronavírus em 2020, a China deve ser o único país dessa magnitude a ter crescimento de sua economia.

2021 segue como um ano promissor para os chineses. E para os investidores que quiserem expor o seu dinheiro no país, há agora na Bolsa brasileira um ETF específico para as ações da Bolsa chinesa, o XINA11.

Se você quiser se aprofundar nesse ETF, a equipe de fundos também fez um especial só sobre o ativo.

ETF Imobiliário

Outro ETF que chama atenção para este ano, e que é inédito no mercado brasileiro, replica a movimentação do IFIX, o índice que mede o desempenho dos Fundos Imobiliários no Brasil. Chamado de XFIX11, este ETF é importante porque abre um caminho para os investidores terem acesso aos principais fundos imobiliários em apenas um ativo.

Veja o especial para conhecer mais sobre o XFIX11

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