XP Expert

Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários – Abril de 2026

Confira nosso panorama do mercado e as mudanças da carteira recomendada de fundos imobiliários de abril de 2026

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

A Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários XP é composta por 14 ativos de perfil defensivo e tem como objetivo superar o desempenho do IFIX, índice que mede a performance dos principais fundos imobiliários listados em bolsa, no horizonte de longo prazo. Sua composição é revisada mensalmente pelos analistas da equipe, podendo ou não sofrer alterações a cada mês. Faça seu login e confira o conteúdo completo.

1. Cenário econômico

No cenário internacional, as tensões geopolíticas voltaram a ganhar protagonismo, especialmente com o agravamento do conflito no Oriente Médio. O aumento das incertezas impulsionou os preços do petróleo e reacendeu preocupações sobre seus efeitos inflacionários globais, influenciando o humor dos mercados. Diante desse contexto, os principais índices acionários internacionais apresentaram maior volatilidade.

Nesse contexto, os principais bancos centrais adotaram uma postura mais cautelosa em março. O Federal Reserve, banco central americano, manteve os juros nos Estados Unidos na faixa de 3,5% a 3,75% ao ano, como amplamente esperado pelo mercado. No comunicado, a autoridade monetária reforçou que a economia americana segue resiliente, com atividade forte. A criação de vagas de emprego tem permanecido em níveis baixos, mas a taxa de desemprego pouco se alterou nos últimos meses.

O Fed passou a reconhecer um aumento da incerteza e reduziu a convicção quanto a cortes de juros. Outros bancos centrais, como o Banco Central Europeu, adotaram um tom ainda mais duro, chegando a deixar aberta a possibilidade de novas altas de juros.
No Brasil, apesar dos impactos indiretos do conflito global, o Copom se destacou como um dos comitês com comunicação mais brande entre os principais bancos centrais. Fatores domésticos ajudaram a reduzir ruídos no mercado local, como o arrefecimento do risco de greve dos caminhoneiros, o que foi positivo para o cenário inflacionário e para a leitura de curto prazo da política monetária. O Banco Central brasileiro iniciou o ciclo de ajuste taxa Selic com corte 0,25 pontos percentuais, que levou a taxa básica para o patamar de 14,75% ao ano.

Na avaliação do nosos time de economia, continuamos a antecipar que as tensões geopolíticas irão arrefecer, a atividade doméstica terá uma recuperação apenas moderada e a inflação permanecerá dentro do intervalo da meta. Dessa forma, seguimos projetando cortes de 0,50 p.p. na taxa Selic nas próximas reuniões, até 12,75%, seguidos por uma pausa para uma avaliação mais detalhada do período eleitoral e da política fiscal à frente.

No entanto, considerando os desenvolvimentos recentes tanto no cenário global quanto no doméstico, acreditamos que há chances de deterioração do cenário inflacionário, possivelmente impactando as expectativas de inflação. Assim, a calibragem monetária à frente pode acabar sendo menos intensa do que atualmente esperamos. O monitoramento dos preços do petróleo, da taxa de câmbio e, particularmente, das expectativas de inflação será fundamental nas próximas semanas.

No campo dos indicadores econômicos, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) apresentou alta de 0,44% em março, 0,40 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em fevereiro (0,84%). Em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 3,90%, abaixo dos 4,10% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,52% em março, revertendo a queda de 0,73% observada em fevereiro. Com esse resultado, o índice passa a acumular alta de 0,19% no ano e retração de 1,83% em 12 meses. Já o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,36% em março, acima da taxa de variação de 0,34% observada no mês anterior. Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses pelo índice atingiu 5,81%, representando uma desaceleração em relação a março de 2025, quando o índice acumulava alta de 7,32% em 12 meses.

Março foi marcado por elevada volatilidade nos ativos de risco, em meio ao aumento da aversão ao risco e à busca por proteção por parte dos investidores. As curvas de juros, reais e nominais, abriram em todos os vértices no Brasil, refletindo as expectativas quanto aos impactos da alta do petróleo sobre a inflação. Nesse contexto, o time Macro da XP revisou a projeção do IPCA para 2026 de 3,8% para 4,5%.

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o mês em queda de 1,06%, pressionado pelos segmentos mais sensíveis aos juros futuros, com destaque para os Fundos de Fundos (-2,27%) e os Fundos de Tijolo (-1,61%), este último impactado, sobretudo, pelo desempenho negativo das lajes corporativas (-2,48%). Em contrapartida, os Fundos de Recebíveis apresentaram retração mais moderada (-0,42%), em linha com seu perfil mais defensivo em um ambiente de juros possivelmente elevados e IPCA pressionado, o que pode se refletir em rendimentos mais robustos.

O mês também foi marcado por um fechamento relevante do prêmio de risco dos FIIs em relação à NTN-B de longo prazo, como reflexo da abertura da curva de juros real. Apesar da compressão dos spreads — com alguns segmentos negociando abaixo da média histórica —, avaliamos que muitos fundos seguem em níveis atrativos de preço, ainda que o cenário demande maior seletividade.

Diante dos impactos das tensões políticas externas e geopolíticas sobre os movimentos de mercado, observados desde o ano passado, publicamos o estudo “FIIs em um cenário de incertezas globais: evidências de baixa correlação e ganhos de diversificação”. A análise indica que os fundos imobiliários apresentam baixa correlação com as principais classes de ativos globais, inclusive quando comparados a outros ativos domésticos. Essa sensibilidade é ainda menor nos FIIs de papel, que exibem um perfil mais defensivo também sob essa ótica. Assim, mesmo diante das incertezas no ambiente externo, os resultados do estudo reforçam nossa visão positiva para a classe e sua relevância na composição dos portfólios no contexto atual.

Entre os fundos da nossa cobertura, o VISC11 concluiu a aquisição de 10% do BH Shopping, ativo consolidado em Belo Horizonte (MG). Avaliamos a transação como neutra, diante da combinação de um viés qualitativo positivo e quantitativo negativo (clique aqui para mais informações). Também destacamos o PMLL11, que propôs a aquisição de 100% do RBR Malls, transação positiva sob a ótica qualitativa, embora com efeitos dilutivos sobre a rentabilidade no curto prazo, que tendem a ser compensados ao longo do tempo (clique aqui para entender mais).

Por fim, destacamos a exposição de alguns fundos ao Grupo Pão de Açúcar (GPA), que protocolou pedido de recuperação extrajudicial junto aos principais credores, com o objetivo de reestruturar dívidas não operacionais. No segmento de tijolo, identificamos apenas dois fundos em nossa cobertura com exposição à varejista por meio de contratos de locação: TEPP11 e BRCO11. Já no segmento de recebíveis, XPCI11 (8,6% do PL), PCIP11 (6,7%), MXRF11 (5,1%) e HGCR11 (1,3%) apresentam exposição, majoritariamente por meio de CRIs lastreados em contratos atípicos de operações de sale & leaseback, nos quais o cedente é outro fundo imobiliário.

Em nossa análise preliminar, não identificamos impactos sobre o fluxo de receitas desses fundos, uma vez que as operações da varejista permanecem inalteradas. Ainda assim, a situação financeira do grupo seguirá sendo monitorada ao longo dos próximos meses (clique aqui para mais informações).

2. Performance e resultados do mês

Em março, a carteira registrou queda de 0,91%, ficando acima do IFIX, que recuou1,06% no período. Além disso, entregou um dividend yield mensal de 0,91%, equivalente a 10,9% em termos anualizados. Com isso, a carteira acumula valorização de 18,9% nos últimos 12 meses, correspondente a 112% do IFIX e a 131% do CDI acumulado no período.

Data Base: índice até fechamento 31/03/2026.

Conteúdo exclusivo para clientes XP
A conta XP é gratuita. Abra a sua agora!

Cadastrar

Já é cliente XP? Faça seu login

 

Assessor ou parceiro? Clique no botão abaixo

 

Invista melhor com as recomendações
e análises exclusivas dos nossos especialistas.

3. Racional da alocação

Fundos de Recebíveis (42,0% da carteira): Apesar da expectativa de menor distribuição em 2026, seguimos construtivos nos fundos de recebíveis, que continuam oferecendo perfil defensivo em um ambiente doméstico e global volátil. Os fundos atrelados ao CDI seguirão atrativos com a Selic em dois dígitos, enquanto aqueles indexados ao IPCA oferecem proteção inflacionária e podem se beneficiar de uma eventual queda nas taxas das NTN‑Bs. Além disso, o segmento permanece negociado com desconto médio em relação ao valor patrimonial e segue entregando rentabilidades competitivas. Nesse contexto, os fundos com risco de crédito de baixo a moderado devem continuar desempenhando papel relevante na composição das carteiras.

Ativos logísticos (19,0% da carteira): O mercado de galpões segue aquecido, mantendo a taxa de vacância em mínimas históricas no Brasil, impulsionado principalmente pelo avanço do e-commerce. Acreditamos que essa dinâmica deve continuar ao longo de 2026, beneficiando os fundos logísticos, que já operam com vacância reduzida e vêm aplicando reajustes consistentes nos valores de locação — fatores que devem seguir sustentando resultados operacionais sólidos.

Híbridos (0,0% da carteira): Por possuírem mandatos de investimento mais amplos e flexíveis, acreditamos que os fundos imobiliários híbridos continuam sendo uma opção atrativa para a composição de uma carteira focada na geração de renda.

Lajes Corporativas (7,0% da carteira): O mercado de escritórios em São Paulo segue em recuperação, impulsionado pela retomada do trabalho presencial. Esse movimento tem elevado os níveis médios de ocupação a patamares mais saudáveis e melhorado a performance operacional de diversos fundos, especialmente aqueles com portfólios de maior qualidade. Para 2026, mantemos uma visão positiva para o segmento, reforçada pelo seu desconto ainda significativo. Seguimos com preferência por fundos expostos às regiões primárias da capital paulista.

Shopping Center (12,5% da carteira): A ocupação média dos fundos sob nossa cobertura atingiu 96,3% em 2025, enquanto a inadimplência líquida e os descontos permaneceram em níveis saudáveis, refletindo a boa saúde financeira dos lojistas. Mantemos uma visão positiva para esses fundos em 2026, ainda que com expectativa de resultados mais moderados. O segmento segue atrativo, negociando com prêmio de risco elevado e desconto em relação ao valor patrimonial. Preferimos fundos com shoppings consolidados e voltados ao público A/B.

Multiestratégia (19,5% da carteira): Os FOFs e os fundos multiestratégia podem se destacar entre os principais beneficiários de um eventual bom desempenho dos FIIs ao longo do ano, dada sua maior sensibilidade às condições de mercado. Acreditamos, portanto, que esses veículos devem desempenhar papel relevante nas carteiras. Nossa visão construtiva é apoiada pelo nível ainda atrativo de preços, que sustenta dividend yields competitivos e um elevado duplo desconto. O principal ponto de atenção, contudo, é a maior volatilidade desses fundos em um ambiente de incertezas. Por isso, iniciamos o ano com alocação alvo reduzida e preferência por aqueles com maior exposição a crédito.

XP Expert
Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.