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Geopolítica, economia americana, Vistra, mineradoras e Baidu | 🌎 Top 5 temas globais da semana

1. Geopolítica: Venezuela e Irã provocam volatilidade do petróleo na semana 2. Economia americana: Atenções divididas entre três frentes 3. Vistra: O combustível exigido pela inteligência artificial 4. Mineradoras: A corrida do cobre 5. Baidu: Em busca da autossuficiência em inteligência artificial

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1. Geopolítica: Venezuela e Irã provocam volatilidade do petróleo na semana – Esferas de influência, orçamento militar e declarações de Trump geram temores

2. Economia americana: Atenções divididas entre três frentes – Payroll desacelerando, Trump pressiona mercado imobiliário e Obamacare é extendido

3. Vistra: O combustível exigido pela inteligência artificial – Vistra, TerraPower e Oklo firmam acordo com Meta para fornecimento de energia nuclear

4. Mineradoras: A corrida do cobre – Rio Tinto e Glencore avaliam fusão que poderia criar maior mineradora do mundo

5. Baidu: Em busca da autossuficiência em inteligência artificial – Baidu prepara cisão da Kunlunxin, sua unidade de chips de inteligência artificial

1. Geopolítica: Venezuela e Irã provocam volatilidade do petróleo na semana

Os mercados saíram do marasmo dos feriados para entrar em 2026 de forma agitada, despertos por uma operação militar dos EUA em Caracas, capital da Venezuela, que na madrugada do sábado, dia 3 de janeiro, extraiu o presidente Nicolas Maduro do país e o levou para ser julgado em Nova York por associação ao tráfico internacional de drogas. Desta forma, Donald Trump pôs fim a quase 13 anos da presidência de Maduro, e colocou em xeque o chavismo, que completa 27 anos no poder.

O evento disparou fortes reações ao redor do mundo, à medida que foram levantados questionamentos sobre a legalidade da intervenção americana, tanto domesticamente (Trump não buscou autorização do Congresso, que seria necessária para declaração de guerra), quanto de acordo com leis internacionais. Ainda que a legitimidade de Maduro já viesse sendo questionada há anos, o que se revelou ao longo da semana foram temores de que os EUA estivessem chancelando as chamadas “esferas de influência”, que dividem o mundo entre as principais potências militares de acordo com proximidade e interesse, com a América Latina sob influência dos Estados Unidos. Isso foi exacerbado por declarações explícitas dos EUA quanto à retomada da doutrina Monroe como política de Estado e interesse pelo petróleo venezuelano.

Ações de defesa dispararam na semana (ETF ITA: +4,8%; SHIELD: +13,2%) à medida que temores de movimentações da parte da China sobre Taiwan e de reinvindicações da Rússia sobre a Ucrânia emergiram como parte das consequências associadas à ideia das esferas de influência. Declarações de Trump acerca de pretensões americanas sobre a Groenlândia também geraram reações negativas da Europa e contribuíram para o movimento dos mercados, assim como interesse do presidente americano em expandir em 50% o orçamento militar para 2027 (para US$ 1,5 trilhão).

A dinâmica do petróleo ficou particularmente em evidência ao longo dessa semana, diante imbróglio da Venezuela, cujo futuro é opaco em momento de transição de poder (agora interinamente nas mãos de Delcy Rodríguez, vice de Maduro) e ainda sob ameaça dos EUA. A intenção de Trump de ampliar a produção da Venezuela, que conta com as maiores de reserva de petróleo do mundo, mas sofre com infraestrutura insuficiente e sanções americanas, chegou a provocar leve queda nos preços do petróleo, diante da possibilidade de ampliação da oferta global, que já é excessiva, e de preços baixos para o barril. No entanto, as ações de petroleiras americanas (em especial as que já possuem alguma associação com a Venezuela, como Chevron e ConocoPhillips) e companhias de equipamentos e serviços de óleo e gás, saltaram diante da perspectiva de novas operações e incentivos do governo.

Porém, ao final da semana o petróleo voltou a subir, impulsionado por temores associados à onda de protestos no Irã, que vem ganhando força desde o final de dezembro. Diferentemente de movimentos anteriores, que ganharam força em 2022, as manifestações no país agora estão espalhadas pelo país e são motivadas pelo aumento do custo de vida, à medida que a inflação anual ultrapassa a marca dos 40%. O país hoje produz cerca de 3,2 milhões de barris de petróleo por dia (contra 6 milhões registrados no auge, em 1974), enquanto a Venezuela produz cerca de 1,1 milhão (contra 3,5 milhões na máxima de 1970).

2. Economia americana: Atenções divididas entre três frentes

A economia americana entra em 2026 com sinais mistos e, em muitos casos, difíceis de reconciliar à primeira vista. De um lado, os dados seguem mostrando resiliência da atividade agregada e do consumo; de outro, o mercado de trabalho desacelera de forma clara, enquanto a agenda política volta a pesar sobre temas sensíveis como habitação e saúde. Payroll, housing e a extensão dos subsídios do Obamacare ajudam a ilustrar esse quadro de crescimento que resiste, mas com fricções crescentes nos fundamentos microeconômicos.

No mercado de trabalho, o relatório de emprego de dezembro confirmou o enfraquecimento gradual do ritmo de contratações. Foram criadas apenas 50 mil vagas no mês, abaixo das expectativas e do número já revisado de novembro. Em 2025 como um todo, a média mensal de criação de empregos ficou em apenas 49 mil, o pior desempenho fora de recessão desde 2003. Ainda assim, a taxa de desemprego recuou para 4,4%, ajudada por ganhos no levantamento domiciliar, enquanto a medida mais ampla de subutilização também caiu. O cenário mostra inconsistência, já que empresas seguem lentas para contratar, mas também relutantes em demitir, reforçando a ideia de uma “recessão de contratações”. Para o Fed, o dado pouco altera o cenário de juros, uma vez que a leitura é de desaceleração ordenada, não de colapso do mercado de trabalho.

Na habitação, o foco se desloca cada vez mais para a política pública. Donald Trump anunciou que pretende barrar grandes investidores institucionais da compra de casas unifamiliares, argumentando que a presença de fundos e REITs nesse mercado teria pressionado preços e afastado famílias da compra da casa própria. A reação do mercado foi imediata, com quedas relevantes em empresas expostas ao aluguel residencial. Em paralelo, Trump sinalizou que instruirá Fannie Mae e Freddie Mac a ampliarem compras de títulos hipotecários, num esforço para aliviar custos de financiamento. O cenário ainda é desafiador, com um quadro de preços elevados, hipotecas ainda acima de 6% e um problema estrutural de oferta que dificilmente será resolvido apenas com restrições ao capital institucional.

Por fim, a Câmara aprovou nessa semana a extensão por três anos dos subsídios ampliados do Obamacare, com apoio de 17 republicanos. Embora a proposta deva enfrentar dificuldades no Senado, o movimento reflete a pressão política diante da perspectiva de fortes aumentos nos prêmios de seguro em 2026, após o vencimento dos créditos tributários. O episódio expõe divisões internas no Partido Republicano e sugere que temas de custo de vida, como emprego, moradia e saúde, devem permanecer no centro do debate econômico e eleitoral ao longo do ano.

3. Vistra: O combustível exigido pela inteligência artificial

A Vistra faz parte da carteira Top Ações Globais XP

A trajetória recente da Vistra (ticker: VST) ajuda a ilustrar como a corrida pela inteligência artificial vai além dos nomes tradicionais de tecnologia. Depois de anos em que a atenção esteve concentrada em chips, modelos e software, o desenvolvimento crítico também chega às empresas provedoras de infraestrutura. Data centers de AI operam em escala industrial, exigindo fornecimento estável e previsível de energia, algo que poucas fontes conseguem entregar sem comprometer metas ambientais ou segurança energética.

É nesse contexto que a Meta anunciou acordos com Vistra, TerraPower e Oklo para abastecer o Prometheus, seu supercluster de IA em construção em New Albany, Ohio, com início de operação previsto para 2026. No caso da Vistra, os contratos envolvem acordos de compra de energia nuclear por 20 anos, garantindo fornecimento a partir das usinas Perry e Davis-Besse, em Ohio, e Beaver Valley, na Pensilvânia. Além de assegurar eletricidade estável para os data centers, a Meta também ajudará a financiar a expansão das plantas nucleares e a extensão de sua vida útil, com licenças que se estendem até 2036 e, em parte, até 2047.

O mercado reagiu rapidamente à notícia. As ações da Vistra avançaram de forma expressiva, refletindo o reconhecimento de que a empresa passa a ocupar uma posição estratégica na infraestrutura que sustenta o ciclo de IA e, ainda mais importante, com boa previsibilidade de receita. Para a Meta, a escolha pela energia nuclear pode ser atribuída a sua capacidade de entregar escala, previsibilidade e baixas emissões de carbono simultaneamente. Não por acaso, Meta, Amazon e Google já haviam firmado um compromisso público de apoio à triplicação da capacidade nuclear global até 2050.

Enquanto a Vistra ancora o presente com ativos maduros, TerraPower e Oklo representam a aposta no futuro da geração nuclear. A Meta financiará dois projetos da TerraPower com potencial de geração a partir de 2032 e apoiará o desenvolvimento do campus nuclear avançado da Oklo em Ohio, que pode entrar em operação já em 2030. Somadas, essas iniciativas podem adicionar até 6,6 gigawatts de capacidade até 2035, volume superior ao consumo total de alguns estados americanos. Para a Vistra, o acordo marca mais uma virada de chave importante: uma empresa de utilidades públicas tradicional se transformando em um pilar da infraestrutura energética da economia da AI.

4. Mineradoras: A corrida do cobre

As conversas retomadas entre Rio Tinto e Glencore ao final da semana colocaram o setor de mineração no centro das atenções globais. Em um momento em que o mercado vive uma corrida por escala e por acesso a metais críticos, especialmente cobre, a possível combinação das duas companhias poderia dar origem à maior mineradora do mundo, com valor de mercado superior a US$ 200 bilhões. Ainda em estágio preliminar, as discussões envolvem a aquisição de parte ou da totalidade dos negócios da Glencore (avaliada em cerca de US$ 70 bilhões) pela Rio Tinto (US$ 135 bilhões), possivelmente por meio de uma transação integralmente em ações.

Por trás dessa movimentação, temos um mercado de cobre excepcionalmente aquecido. Os preços do metal atingiram máximas históricas, acima de US$ 13 mil por tonelada, impulsionados por interrupções de oferta, estoques preventivos nos EUA diante de possíveis tarifas e uma percepção crescente de escassez estrutural no longo prazo. O déficit de cobre pode chegar a 10 milhões de toneladas até 2040, reforçando a pressão para que grandes mineradoras ampliem rapidamente sua exposição ao metal. Uma fusão entre Rio e Glencore criaria um rival à altura da BHP (hoje avaliada em cerca de US$ 160 bilhões), além de reposicionar o portfólio da Rio, hoje ainda bastante dependente do minério de ferro, cuja demanda futura é mais incerta com o enfraquecimento do ciclo imobiliário chinês.

Para a Rio Tinto, a negociação também representa o primeiro grande teste estratégico do novo CEO, Simon Trott, que desde que assumiu tem priorizado corte de custos, simplificação operacional e maior disciplina em aquisições, em uma tentativa clara de se distanciar de erros de M&A do passado. Já para a Glencore, pressionada por desempenho mais fraco das ações no ano anterior e pela volatilidade dos preços do carvão, o reposicionamento como “empresa de crescimento em cobre” ganhou centralidade na estratégia sob a liderança de Gary Nagle, que projeta quase dobrar a produção do metal na próxima década.

Ainda assim, os obstáculos são relevantes. As diferenças culturais entre as companhias, o histórico sensível da Rio com carvão, atividade da qual saiu em 2018 e na qual a Glencore ainda possui participação, e o futuro dos amplos negócios de trading da Glencore seguem como pontos de dúvida. Não por acaso, o carvão é apontado como o primeiro candidato natural a desinvestimento em um eventual grupo combinado. Sob as regras do mercado britânico, a Rio tem até 5 de fevereiro para formalizar uma oferta ou se afastar das negociações por seis meses. Até lá, o setor segue atento.

5. Baidu: Em busca da autossuficiência em inteligência artificial

O pedido de abertura de capital da Kunlunxin, unidade de chips de inteligência artificial da Baidu, marca mais um passo concreto da China na tentativa de construir uma cadeia doméstica de infraestrutura para IA em um ambiente de restrições persistentes do acesso às novas tecnologias americanas. A empresa entrou com um pedido confidencial de IPO em Hong Kong, num movimento que ainda depende de aprovações regulatórias e cujo tamanho e estrutura permanecem em aberto, mas que já é visto como parte central da estratégia de Pequim de fomentar campeões nacionais em semicondutores.

Criada em 2012, a Kunlunxin nasceu para atender à crescente demanda interna da Baidu por poder computacional, especialmente para rodar seus modelos de IA em data centers e serviços de nuvem. Ao longo do tempo, porém, a unidade passou por uma transformação relevante: deixou de ser apenas um fornecedor interno e passou a operar de forma mais independente, expandindo vendas para terceiros e se posicionando como uma das soluções de chips de IA mais utilizadas no mercado chinês. A empresa deve ter superado 3,5 bilhões de yuans em receita no último ano, com a expectativa de que as vendas externas representem mais da metade do faturamento em 2025, e completou uma rodada de investimentos recentemente, atingindo valuation próximo a US$ 3 bilhões de dólares.

Esse pano de fundo ajuda a contextualizar a decisão recente de Pequim de reabrir, de forma seletiva, o acesso aos chips H200 da Nvidia. Autoridades chinesas preparam a aprovação de importações já neste trimestre, restritas a usos comerciais e excluindo setores sensíveis como defesa, infraestrutura crítica e estatais. Mesmo assim, o processo permanece cercado de incerteza: a Nvidia passou a exigir pagamento integral antecipado, sem opção de cancelamento ou reembolso, transferindo o risco regulatório integralmente aos clientes chineses. Ao mesmo tempo, reguladores locais avaliam impor contrapartidas para fomentar a cadeia de semicondutores chinesa, exigindo a compra conjunta de chips domésticos a cada pedido de H200.

O IPO, que pode levantar até US$ 2 bilhões, também cumpre um papel estratégico para a Baidu. Ao dar maior visibilidade e autonomia à Kunlunxin, a empresa busca alinhar incentivos de gestão, ampliar o acesso a capital e reforçar sua posição em um ecossistema doméstico que inclui nomes como Huawei e Cambricon. Mais do que uma simples operação financeira, a listagem sinaliza como a disputa tecnológica entre China e Estados Unidos está moldando, de forma estrutural, o mercado global de semicondutores e inteligência artificial.

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