10/06, 18h | ETFs: diversificando a carteira com os principais índices mundiais

O presidente da BlackRock Brasil, Carlos Takahashi, uma das maiores gestora de ETFs do mundo, criadora da família iShares, e o CEO da B3, Gilson Filnkezstain, conversam com o head de distribuição de fundos listados da XP, Giancarlo Gentiluomo, sobre o mercado de ETFs, uma indústria de USD 7.7 trilhões. De criptomoedas a índices de ações de bolsas americanas e chinesas, os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos de índices de mercados cujas cotas são negociadas em bolsa. Eles podem replicar a carteira de índices de diferentes ativos, sendo um bom termômetro do desempenho desses mercados, como bolsa, renda fixa e commodities, por exemplo. Veja a live e saiba como investir em ativos no exterior por meio de ETFs.

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Encerrando o International Week, mais um evento 100% online e gratuito da XP Investimentos, tivemos um painel exclusivo sobre o mercado de ETFs – Exchange Traded Funds. Para isso, o Head de Distribuição de Fundos Listados da XP, Giancarlo Gentiluomo, conversou com dois nomes importantíssimo do mercado, Gilson Finkelsztain, CEO da B3, e Carlos Takahashi, presidente da BlackRock Brasil.

Durante a discussão, eles falaram bastante sobre as vantagens deste tipo de ativo, que oferece exposição a uma infinidade de mercados e setores. Além disso, também conhecidos como Fundos de Índice, oferecem a facilidade de acesso de um ativo listado de bolsa e a gestão qualificada dos principais nomes do mercado. Veja no resumo abaixo:

Um mercado de 9 trilhões de dólares…

Os especialistas chamaram atenção para o crescimento exponencial do mercado de ETFs durante a última década, embora exista desde os anos 90. Carlos Takahashi, presidente da BlackRock Brasil, maior gestora de ETFs do mundo, acredita que o movimento foi alavancado após a crise de 2008, pois o produto oferece muita liquidez, transparência por replicar índices e acompanhamento diário e baixo investimento. “Todos esses fatores fizeram com que essa indústria crescesse muito, e hoje são 9 trilhões de dólares pelo mundo investidos em ETF”, relatou Takahsashi.

Gilson Finkelsztain, CEO da B3, concordou com a visão do seu companheiro de painel e chamou a atenção para o papel que os ETFs fazem ao encorajar a entrada de Pessoas Físicas na Bolsa de Valores. “Ainda há uma grande jornada para ser percorrida, mas já é vista uma grande mudança de atitude no investidor e deve continuar pelos próximos anos”, disse Finkelsztain.

Também destacaram a amplitude de mercados que é possível acessar através de ETFs. Entre eles foram citados índices internacionais como S&P500 e Nasdaq 100, índices ESG, de commodities, de Renda Fixa e até criptomoedas, oferecendo ótimas possibilidades de diversificação para sua carteira.

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…e que pode ser muito maior

Mas se a oferta já é boa, os especialista acreditam que ainda há muito para ser alcançado pela indústria brasileira de ETFs. “É uma diversidade enorme de estratégias, geografias, objetivos e setores. Na prática, tudo que tem liquidez e precificação, pode ser embalado num índice e por consequência virar ETF”, destacou Carlos Takahashi.

O presidente da BlackRock Brasil também falou da representatividade do ativo para os investimentos ESG: “40% de tudo que foi negociado nos 4 primeiros meses de aberturas de BDRs, foram para BDRs de ETFs de ESG. Existem ETFs de biotecnologia, de health care, lideranças femininas. É um mercado com muito potencial.”

Gilson Filkensztein falou também sobre uma forte tendência dos ETFs estrangeiros que tem gestão ativa, com índices que alocam parte da sua carteira em ativos de modalidades diferentes como Renda Fixa e Renda Variável. “Para o Brasil, não vejo nada que impeça, nada regulatório que inviabilizaria isso. Então acredito que seja uma questão de evolução natural do mercado e construir materialidade”, aponta o CEO da B3

Retornos e riscos replicados

Embora sejam grandes defensores da classe de ativos, os três especialistas acreditam que existem riscos também ao investir em ETFs. No entanto, por replicarem índices, o risco é calculado diretamente pelo ativo em que o fundo é lastreado. Ou seja, ao investir num ETF de Renda Fixa, os riscos serão os mesmos do que investir naquele produto, assim como investindo num índice de ações, você terá na cesta de produtos os riscos das empresas que compõem a lista.

Há risco, mas não há nenhum risco adicional ou acrescentado pelo caráter do ETF. O mesmo vale para os retornos, que serão replicados diretamente nos valores das cotas negociadas. A única coisa que não é replicada são os dividendos, que são reinvestidos pela gestora. Essa prática aumenta o patrimônio do fundo e, embora não se traduza em renda para você, vira valorização no preço do ativo.

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