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Pesquisa com assessores XP: Intenção de reduzir exposição em renda variável aumenta após o rali

Confira os destaques dessa edição da Pesquisa XP de Sentimento com os assessores de investimento da XP e de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos.

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Neste mês, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos. Temos como objetivo obter a visão dos assessores e, principalmente, dos seus clientes sobre investimentos. Nesta edição, obtivemos 107 respostas únicas.

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Nesta edição de nossa pesquisa com assessores XP, observamos um aumento nos níveis de alocação em ações, mas uma queda no apetite por risco após o rali das ações brasileiras. Os principais resultados foram: (i) A intenção de reduzir a exposição a ações aumentou para 9% (+6 p.p. M/M.), enquanto 33% (+2 p.p. M/M) planejam aumentar a exposição e 58% não pretendem alterar sua alocação (-8 p.p. M/M); (ii) O sentimento em relação às ações melhorou ligeiramente, passando de 7,0 em janeiro para 7,2 (em uma escala de 0 a 10); (iii) A renda fixa continua sendo a classe de ativos preferida entre os clientes, mas o interesse em ações aumentou para 46% (+6 p.p. M/M.); (iv) Os riscos fiscais permanecem a principal preocupação para as ações brasileiras, seguidos por instabilidade política e riscos geopolíticos. e (v) 42% dos assessores disseram que as carteiras de ações dos clientes acompanharam a recente alta das ações brasileiras, apresentando desempenho amplamente em linha com o Ibovespa.

As alocações em ações aumentaram. Em fevereiro, houve uma mudança das faixas de alocação mais baixas para as mais altas. Mais especificamente, houve uma queda na faixa de alocação de 0 a 10% para 38% (-6 p.p. M/M) e um aumento significativo na faixa de 10 a 25% para 48% (+8 p.p. M/M). Por outro lado, observamos um recuo marginal na faixa de alocação de 25 a 50% para 9% (-2 p.p. M/M).

No entanto, a intenção de diminuir a exposição a ações aumentou. A parcela de respondentes que planejam reduzir sua alocação em ações subiu para 9% (+6 p.p. M/M), enquanto aqueles que planejam aumentar sua alocação chegaram a 33% (+2 p.p. M/M). Ao mesmo tempo, a parcela de clientes que pretendem manter sua exposição a ações inalterada diminuiu para 58% (-8 p.p. M/M).

O sentimento dos investidores em relação às ações melhorou ligeiramente, com 75% (+6 p.p. M/M) atribuindo uma pontuação de 7 ou superior e a pontuação média de sentimento subindo de 7,0 para 7,2. Em relação às projeções do Ibovespa, a estimativa média para o final de 2026 aumentou para 186 mil pontos, ante 172 mil anteriormente, mas ainda aponta para uma queda, dado o nível atual do índice de aproximadamente 190 mil pontos.

A renda fixa continua sendo a classe de ativos preferida. Em fevereiro, o interesse em renda fixa subiu para 75% (+6 p.p. M/M), enquanto o interesse em fundos de renda fixa caiu para 54% (-6 p.p M/M.). Além disso, o interesse em ações aumentou para 46% (+6 p.p. M/M), enquanto o interesse em investimentos internacionais subiu para 39% (+1 p.p. M/M).

Os riscos fiscais permaneceram a principal preocupação para as ações brasileiras. Os riscos fiscais domésticos aumentaram para 47% (+6 p.p. M/M), permanecendo o principal risco para as ações brasileiras, seguidos pela instabilidade política com 30% e pelos riscos geopolíticos com 10% (-4 p.p. M/M).

Por fim, quando questionados sobre a avaliação do desempenho das carteiras de seus clientes durante a recente alta das ações brasileiras, a resposta mais comum entre os consultores financeiros independentes (42%) foi que os clientes aproveitaram o movimento, com desempenho amplamente em linha com o Ibovespa.

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