Saiba mais sobre o crédito colateralizado

Conheça essa modalidade de crédito que oferece taxa mais baixas que a média do mercado e usa carros, imóveis e outros tipos de garantia


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Saiba mais sobre o crédito colateralizado

Mesmo no cenário atual de baixa de juros, a busca por crédito ainda oferecia dificuldades. Apesar de a taxa básica de juros em 2% há pouco tempo e em sua mínima histórica, o crédito pessoal ou para o comércio ainda encontra taxas altíssimas.

Em fevereiro de 2021, segundo dados da Fundação Procon, a taxa média do cheque especial era de 7,96% ao mês. No empréstimo pessoal, a taxa média era de 6,17%. Complementando com números levantados pela ANEFAC, Associação Nacional dos Executivos de Finanças, no cartão de crédito as taxas são 11,34% e de 4,66% no juros do comércio.

Assim, a procura por dinheiro à taxas menos agressivas, impulsionou as concessões de crédito colateralizado, também conhecido como crédito com garantia real. Conheça abaixo como funciona essa modalidade:

O que é crédito colateralizado?

Como destacamos, o crédito colateralizado funciona de forma que o tomador aceita oferecer uma garantia real ou financeira para a credora, a depender do propósito do empréstimo como forma de proteção aos credores. Em caso de inadimplência, a instituição pode acionar essa garantia para cobrir o valor devido. Assim, essa modalidade apresenta menos risco para quem oferece o crédito, permitindo que as taxas sejam mais baixas.

Para o tomador do crédito, além da taxa mais baixa, é vantagem a alta variedade de ativos aceitos como garantia que pode ser desde um imóvel, até a sua carteira de investimentos.

Qual a taxa do crédito colateralizado?

Embora as taxas sofram variações de acordo com o perfil do tomador, a relação com a instituição e o ativo usado como garantia, a parcela fica em média entre 1% e 3% ao mês, bem menor que das principais modalidades de crédito do mercado.

Por exemplo, o Banco XP oferece taxa de 3,5% + CDI ao ano para crédito partindo de R$ 50 mil, usando como garantia somente os investimentos feitos pela conta na XP Investimentos.

O que pode ser usado como garantia?

Um dos ativos que popularizou esta modalidade foi o crédito consignado, que utiliza o fluxo de pagamento de salário ou aposentadoria para cobrir o débito. No entanto, há uma enorme variedade de ativos que podem ser utilizados:

  • Alienação fiduciária: o devedor transfere a titularidade de um bem para a instituição financeira como garantia até o fim da quitação da dívida, mas pode continuar usufruindo do bem enquanto isso. Geralmente é concedida quando o crédito tem fins de financiar ou comprar um carro, por exemplo.
  • Folha de pagamentos: o crédito consignado, por exemplo, é uma modalidade que utiliza o fluxo de pagamentos de salário, pensão ou aposentadoria como garantia. Geralmente é concedido para aposentados e pensionistas do INSS e para funcionários públicos, cuja folha de pagamentos apresenta baixo risco de inadimplência.
  • Imóveis: o home equity e a hipoteca, por exemplo, são modalidades cujo devedor transfere o imóvel como garantia para a instituição financeira até o fim do contrato. Imóveis e bens imobiliários quitados normalmente oferecem os juros mais baixos possíveis. Além disso, a tendência de valorização e a impossibilidade de roubo faz com que sejam os preferidos para uso como garantia.
  • Carro: Muito comum também, mas não oferecem as melhores taxas, pois tendem a desvalorizar, além dos riscos de batidas e roubo.
  • Crédito colateralizado: utiliza um ativo financeiro como um CBD, ações ou até uma carteira completa de investimentos. Útil pois oferece liquidez e alavancagem ao investidor, além de se colocar junto com os imóveis como melhores garantias para baixar a taxa de juros.
  • Outros: a flexibilidade dessa modalidade permite que vários tipos de bens sejam utilizados como garantia, depende da instituição e do contrato que você almeja.
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