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Divulgação do PCE nos EUA é destaque

Divulgação do PCE nos EUA é destaque na última sexta-feira do mês de julho.

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IBOVESPA +1,1% | 102.597 Pontos

CÂMBIO -1,2% | 5,18/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Mercados amanhecem em alta, com investidores atentos aos fortes resultados corporativos das principais empresas de tecnologia americanas. As ações da Amazon e da Apple, por exemplo, subiram depois de mostrar um forte crescimento de vendas em computação em nuvem e iPhones, respectivamente, em seus balanços mais recentes. Na agenda de hoje, atenções voltadas para o PCE, indicador de inflação preferido do Fed, do mês de junho e, no Brasil, divulgação da taxa de desemprego (PNAD Contínua) de junho.

Brasil

Seguindo os mercados lá fora e impulsionado pelas commodities, o Ibovespa fechou em alta de +1,14% aos 102.597 pontos. O dólar fechou em queda, mas ainda segue forte frente às demais moedas no mundo. A moeda americana fechou em baixa de -1,17%, a R$ 5,18. Os juros futuros fecharam a sessão em queda firme, acompanhando o recuo nos rendimentos dos títulos globais e do dólar. O movimento foi influenciado pelo resultado negativo do PIB nos Estados Unidos que confirmou a recessão técnica no país e o mercado ainda reagindo a postura mais dovish, na quarta-feira, do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao comentar ontem sobre a política monetária. DI jan/23 fechou em 13,84%;  DI jan/24 em 13,47%; DI jan/25 em 12,83%; DI jan/27 encerrou em 12,745%; e DI jan/29 em 12,88%.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem positivas (EUA +0,7% e Europa +0,9%) colocando S&P 500 em linha para seu melhor mês em quase dois anos. A contração de -0,9% anualizada do PIB americano acabou dando suporte para a narrativa de que a inflação deve arrefecer e o Federal Reserve pode se tornar menos agressivo nas próximas altas de juros. A temporada de resultados seguirá hoje com as petrolíferas (Exxon Mobil e Chevron) e as empresas de bens de consumo (Procter & Gamble e Colgate-Palmolive). Até o momento, das 245 empresas do S&P 500, que divulgaram seus balanços, 76% superaram as estimativas de lucro, segundo a Refinitiv. Na Europa, ambos o crescimento (0,9% a.a. vs. 0,2% a.a. do consenso) e inflação (8,9% a.a. vs. 8,7% a.a. das projeções) da zona do euro superaram as expectativas. Embora o turismo esteja contribuindo para a atividade econômica local, o crescimento futuro segue incerto para o continente com a atual crise energética e alta dos preços. Na China, o índice de Hang Seng (-2,3%) encerra em baixa com novos temores regulatórios e anúncios moderados de estímulos. Representantes do governo afirmaram que vão priorizar a estabilidade de preços e não devem acelerar os gastos em infraestrutura para que o país atinja a meta de crescimento de 5,5% em 2022. Além disso, as autoridades reforçaram sua postura em relação à política de zero-covid. Por fim, o bilionário Jack Ma planeja abrir mão controle de sua participação na Ant Group para reduzir riscos regulatórios e as empresas de entrega de alimentos, como a Meituan, foram intimadas para tratar sobre competição baseada em baixos preços.

PIB dos EUA

O PIB dos EUA contraiu -0,9% no segundo trimestre, a segunda queda do indicador desde março de 2020 e o segundo trimestre consecutivo de contração, o que o senso comum chama de “recessão técnica”. Acreditamos que a recessão seguirá moderada, dado que o mercado de trabalho segue positivo e os níveis de poupança privada ainda estão elevados.

PIB da Zona do Euro

O PIB da Zona do Euro cresceu 0,7% no segundo trimestre deste ano em relação ao período imediatamente anterior, e, em relação ao mesmo período de 2021, o PIB da região avançou 4,0%. Os dados reforçam a continuação do aumento de taxa de juros pelo Banco Central Europeu.

Veja todos os detalhes

Economia

Economia dos EUA em “recessão”, deflator do consumo é destaque hoje

  • O PIB dos EUA contraiu -0,9% no segundo trimestre, o segundo trimestre consecutivo de contração, o que o senso comum chama de “recessão técnica”. Os resultados vieram exatamente em linha com nossas expectativas, embora materialmente abaixo do consenso de mercado (+0,3%). Acreditamos que a recessão seguirá moderada, dado que o mercado de trabalho segue positivo e os níveis de poupança privada ainda estão elevados. Continuamos esperando que a economia dos EUA cresça 1,6% em 2022 e 1,5% em 2023;
  • O destaque de hoje é a divulgação do resultado de junho de Renda e Gastos Pessoais (PCE). O mercado prestará muita atenção ao deflator do consumo  (PCE Deflator, em inglês), o indicador de inflação favorito do Fed (banco central americano). Para sua medida de núcleo (que exclui itens voláteis), o mercado espera 0,5% mês a mês. A inflação é um ingrediente chave para avaliar os passos futuros da política monetária, após a alta de 0,75 pp feita pelo Fed essa semana;
  • O PIB cresceu acima das expectativas na Zona do Euro no segundo trimestre. A produção aumentou 0,7% na comparação trimestral (0,2% esperado) e 4,0% na comparação anual. Ao mesmo tempo, a inflação ao consumidor de julho ficou em 8,9% ano a ano, contra 8,7% esperados. O crescimento mais forte e a inflação crescente sugerem que o Banco Central Europeu continuará a aumentar as taxas no segundo semestre, provavelmente mantendo o ritmo de 0,50 pp dado este mês;
  • No Brasil, a taxa de desemprego de junho será divulgada nesta manhã. Esperamos 9,3%, em linha com o consenso de mercado.

Empresas

Petrobras (PETR4/PETR3): Superando as nossas estimativas com dividendos recordes: um trimestre para ficar na memória!

  • Ontem (28) a Petrobras divulgou seus resultados trimestrais, com EBITDA de US$ 20 bilhões (+23% acima da nossa estimativa e +17% acima do consenso);
  • A superação em nossas estimativas foi respaldada por uma margem EBITDA melhor do que o esperado para RTC e G&E;
  • A geração de FCF foi de US$ 13 bilhões (15% de rendimento, 60% anualizada) e somada aos US$ 6,8 bilhões em desinvestimentos + compensações, permitiu que a empresa anunciasse o valor recorde de US$ 17 bilhões em dividendos (20,8% de rendimento) sem comprometer sua posição financeira (Dívida Líquida/EBITDA atual de 0,6x);
  • Os dividendos estão proporcionando aos investidores um bom retorno total sobre as ações, apesar do ruído político que mantém os preços das ações (e índices) reprimidos;
  • Negociando a 1,7x EV/EBITDA 2022, reforçamos nosso rating de compra do nome (R$ 47,3 TP para ações PETR3/PETR4);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Vale (VALE3): Resultado ruim com projeções abaixo do consenso

  • Ontem (28), a Vale reportou resultados financeiros piores do que o esperado no 2T22. Menores preços realizados de finos de minério de ferro e maiores custos de frete e C1 afetaram os resultados da Vale, apesar de um ambiente de volume de vendas saudável para minério de ferro e para preços de níquel;
  • A empresa também anunciou dividendos de US$ 3 bilhões (~9% de rendimento anualizado);
  • EBITDA Ajustado Proforma ficou em US$ 5,5 bilhões, em linha com nossos números, mas abaixo do consenso (-11%);
  • FCF das operações foi de US$ 2.295 milhões (rendimento anualizado de 14%), devido ao maior pagamento sazonal de imposto de renda no 1T22 e impacto positivo do capital de giro neste trimestre;
  • Mantemos nossa visão positiva para a companhia com múltiplo de 3,5x EV/Ebitda 2022 e por isso mantemos nossa recomendação de Compra no nome;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Vamos (VAMO3) 2T22: Uma Rara Combinação de Crescimento e Rentabilidade

  • A Vamos apresentou números fortes no 2T22, com lucro líquido atingindo R$ 142 milhões (+42% A/A e 12% acima da nossa estimativa);
  • Notamos uma combinação poderosa de:
    • (i) resultados operacionais gerais positivos com o negócio principal (aluguéis) mostrando um forte crescimento (EBITDA +77% A/A, 25% T/T), bem como concessionárias atingindo níveis recordes de margem (EBITDA +36 % T/T, com margem de 13,5% +0,9p.p. T/T);
    • (ii) forte capex contratado de R$ 1,5 bilhão (R$ 3,1 bilhões no 1S22, ~68% do guidance para 2022, indicando forte atividade comercial e crescimento de receita à frente); e
    • (iii) bom desempenho de yield (2,7% de yield mensal em novos contratos, vs. 2,5% no 1T22 e 2,2% no 2T21).
  • Reiteramos nossa visão positiva sobre a Vamos (nossa preferência no setor de Transportes);
  • Clique aqui para ler o relatório completo.

Ecorodovias (ECOR3) 2T22: Melhor Performance Operacional Leva o EBITDA Comparável a Subir 9% A/A; Neutro

  • A Ecorodovias apresentou resultados neutros, com o EBITDA ajustado de R$ 463 milhões um pouco acima de nossas estimativas e apresentando queda de 19% A/A, impactado pelo vencimento das concessões Ecocataratas e Ecovia Caminho do Mar em nov’21;
  • Do lado positivo, notamos um desempenho de tráfego comparável¹ de +5,5% A/A no 2T22, apoiando o EBITDA comparável² a crescer 9% A/A;
  • No lado negativo, destacamos: (i) um aumento sequencial de 0,5p.p. nos níveis de alavancagem, com dívida líquida/EBITDA de 4,1x no 2T22 vs. 3,6x no 1T22 (alavancagem da holding de 3,7x vs. seu covenant mais restritivo de 4,5x), refletindo principalmente a continuidade das maiores necessidades de capex; e (ii) taxas de juros mais altas impedindo um desempenho positivo de lucro;
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra na Ecorodovias;
  • Clique aqui para ler o relatório completo.

ISA CTEEP (TRPL4): Resultados do 2T22 sem surpresas; Neutro

  • No dia 28 de julho, a CTEEP divulgou seus resultados do 2T22 após o fechamento do mercado;
  • Os resultados vieram em linha com as nossas estimativas, refletindo, principalmente, o impacto negativo do reperfilamento da RBSE (-R$ 156 milhões) e maiores despesas financeiras (+117% A/A);
  • Por outro lado, vemos os impactos do início operacional dos novos Projetos de Retrofitting (+R$ 19,2 min) e Greenfield (+R$ 32,9 mn) como positivos. Acreditamos que estes efeitos já estejam precificados nas ações;
  • Mantemos nossa recomendação Neutra em CTEEP, com preço-alvo de R$ 25/ação;
  • Clique aqui para acessar conteúdo completo.

Hypera (HYPE3) – 2T22: Resultados Extremamente Sólido

  • A Hypera apresentou fortes resultados no 2T22, com lucro líquido de R$456M (13,7% acima da nossa estimativa);
    • A receita líquida aumentou 26% A/A, principalmente devido a um aumento de 25% no sell-out orgânico;
    • A margem EBITDA ajustada cresceu 1,4 p.p. à medida que a empresa continua a capturar sinergias de aquisições recentes;
    • A conversão de caixa operacional também foi destaque, totalizando 79% do EBITDA ajustado.
  • A empresa continua apresentando bons resultados trimestre após trimestre, corroborando nossa visão positiva em relação às ações;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Multiplan (MULT3) – Resultados 2T22: Excelentes resultados conforme o esperado

  • A Multiplan apresentou resultados fortes e praticamente em linha com nossas estimativas no 2T22, impulsionados por um aluguel mesmas lojas (SSR) mais forte do que o esperado, atingindo +59,5% vs. 2T19, representando um crescimento real de +2,5% vs. 2019 e +19,9% vs. 2T21. Como resultado, a receita de aluguel atingiu níveis recordes para um segundo trimestre de R$ 374 milhões (+45,1% A/A e +41,1% vs. 2019);
  • A receita de locação vinda dos shoppings cresceu +49,6% em relação a 2019, impulsionada pelo efeito do reajuste do IGP-DI (+55,6% no período). Além disso, a receita de estacionamento atingiu patamares sólidos de R$ 61,3 milhões (+13,1% vs. 2019 e +91,3% vs. 2T21), e o fluxo de veículos atingiu 95,3% dos níveis de 2019, abrindo espaço para novas melhorias nos próximos trimestres. Dito isso, a receita líquida veio forte, atingindo R$ 437 milhões (+58% A/A e +34% vs. 2T19), e majoritariamente em linha com nossas estimativas;
  • Dessa forma, o EBITDA foi de R$ 288 milhões (+61% A/A e -7% vs. XPe), com margem EBITDA atingindo 65,9%, inferior à nossa estimativa de 69,8%, afetada por maiores despesas devido (i) maiores provisões; e (ii) maiores despesas de marketing. Além disso, o FFO ajustado atingiu patamares excepcionais de R$ 241 milhões (+45% A/A e +6% vs. XPe);
  • Dito isso, reiteramos a Multiplan como nossa preferência no setor, com recomendação de compra e TP de R$ 28,00/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

Vulcabras (VULC3): Outra rodada de resultados sólidos; Entregando um trimestre recorde

  • Vulcabras reportou resultados do 2T22 sólidos, com a receita líquida subindo 64% A/A – um recorde da companhia – principalmente suportado por crescimento de volume (+46% A/A) tanto em calçados como em confecções e acessórios e um melhor preço/mix nessas categorias. Olhando para os canais, o mercado doméstico seguiu forte, com a receita subindo 60,5% A/A, enquanto as exportações também continuaram a evoluir, com a receita mais que dobrando vs. 2T21;
  • Quanto à lucratividade, embora a empresa continue enfrentando desafios frente à inflação de custos e maiores fretes, a companhia foi capaz de entregar expansão de margem bruta e EBITDA de 1,9p.p. e 2,1p.p. A/A, respectivamente, resultado de ganhos de eficiência na produção (capacidade ociosa rodando em níveis bastante baixos) e sinergias operacionais entre as marcas. Com isso, o lucro líquido foi de R$ 95 milhões (+207% A/A), impulsionado principalmente pelos melhores resultados operacionais;
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$12,0/ação.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Com piora da economia, bancos vendem em 2 meses R$ 16 bi em créditos podres (Estadão);
    • Difícil imaginar que não haverá contração econômica, diz presidente do Santander (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Conversões de Extra em Assaí acontecerão em ondas e terminam em 2023. (Valor);
    • GPA precisa voltar a fazer o básico, diz CEO. (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • China abre mercado para o farelo de soja brasileiro (Valor);
    • Ambev: Confiamos que 2º semestre será melhor tanto em receita quanto lucro, diz presidente (Valor);
    • EUA está pronto para entregar a safra abundante de trigo que o mundo tanto precisa (Bloomberg);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Petrobras lucra R$ 54,3 bi no 2º trimestre e estatal distribuirá R$ 87,8 bilhões em dividendos (Valor Econômico);
    • Leilão da CEEE-G irá ocorrer na tarde desta sexta-feira, 29 (Estado do RS);
    • Petróleo fecha sem direção única em dia de PIB fraco nos EUA (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Carteiras XP: Top 10, Dividendos, Small Caps e BDRs

  • Na Carteira Top 10 XP, fizemos uma troca envolvendo nomes do setor de commodities, (veja link);
  • Na Carteira Top BDR XP, realizamos duas alterações optando por reduzir a nossa exposição em commodities e consumo (veja link);
  • Na Carteira Top Small Caps XP, fizemos três trocas no mês (veja link);
  • E por fim, na Carteira Top Dividendos XP, adicionamos dois nomes novos na carteira, um do setor de papel & celulose, e outro do setor de transmissão de energia (veja link).

Riscos domésticos começam a retomar o foco, sentimento em relação à Bolsa continua cauteloso: Pesquisa com assessores XP

  • Nos últimos dias, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos. Temos como objetivo obter a visão dos assessores e, principalmente, dos seus clientes sobre a Bolsa brasileira. Nesta edição, obtivemos 325 respostas únicas;
  • Alocação em Renda Variável continua em baixa. O percentual dos assessores que disseram que seus clientes visam diminuir a alocação em Renda Variável caiu em -9p.p. M/M atingindo um patamar de 29%. Enquanto isso, os investidores interessados em manter seus investimentos em nessa classe de ativos ficou em 55%, +5p.p. M/M. Por fim, apenas 17% dos clientes pretendem aumentar seus investimentos na classe de ativos, +5p.p M/M;
  • Interesse em Renda Fixa ainda em alta. Além de Renda Variável, as classes de ativos que os assessores e seus clientes se mostraram mais interessados foram: 1) Tesouro Direto e Renda Fixa (81%, +1p.p. M/M); 2) Fundos de Renda Fixa (58%, -3p.p. M/M); 3) Fundos Imobiliários (55%, +8p.p. M/M); 4) Fundos Multimercado (48%, -2p.p. M/M); 5) Investimentos Internacionais (28%, +9p.p. M/M); 6) Criptoativos (12%, -3p.p M/M); 7) Fundos de Renda Variável (11%, -1p.p. M/M); e 8) Ouro (7%, +4p.p. M/M);
  • Perspectivas quanto ao Ibovespa mais negativas. Segundo a pesquisa desse mês, 39% dos assessores acreditam que o Ibovespa ficará entre os 110.000 e 120.000 pontos até o final de 2022, um aumento de +6p.p. com relação a última pesquisa realizada em junho. Em seguida, 28% acreditam que o índice deve fechar o ano entre 100.000 e 110.000 pontos, um aumento de +7p.p M/M. A média de palpites calculada foi de 114.047 pontos, uma queda de -0,8% em relação a junho (114.912 pontos na pesquisa passada);
  • Desaceleração econômica global continua a ser o maior risco para investidores. Em relação aos riscos, o destaque continuou a ser a desaceleração econômica, chegando a 32%, uma queda de -1p.p M/M. Riscos fiscais do Brasil foram vistos como o segundo maior risco em 22% (+5p.p. M/M), seguido de eleições presidenciais em 19% (-5p.p. M/M);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Perspectivas de Alocação Global: Com “falcão à solta” e risco de recessão, como investir globalmente?

  • A primeira metade de 2022 foi marcada por grandes mudanças, e a realidade é que mudamos de regime. Agora, a inflação persiste em níveis recordes e, portanto, juros devem se manter em patamares mais altos do que os últimos anos também;
  • Seria a hora de ficar longe de investimentos internacionais? Pelo contrário. Para investidores de longo prazo, essa pode ser uma ótima oportunidade de entrada;
  • Para ajudar nas decisões de investimentos em um cenário global bastante incerto, os times de Research Internacional e de Alocação & Fundos se uniram na construção desse relatório que tem como objetivo nortear os investidores sobre quais regiões, países ou temáticas temos maior convicção;
  • Por fim, listamos produtos/fundos da plataforma da XP que são opções de exposição a cada um desses temas;
  • Para se aprofundar, leia o relatório completo. Nele você encontrará com a tabela, com uma nota por região, além de detalhes dos diferentes cenários.

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Ação da Amazon salta com vendas fortes e Apple bate estimativas

  • Apple supera as expectativas com venda de IPhones melhor que o esperado;
  • Ação da Amazon salta depois da empresa reportar vendas fortes e aliviar preocupações;
  • Merck surpreende mercado com divulgação de resultados e eleva orientação de receita;
  • Expectativas de margens de lucros do S&P500 continuam em alta para o próximo trimestre;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Potencial de valorização de quase 70%: Confira os fundos imobiliários de escritório recomendados pelo BTG Pactual para agosto (MoneyTimes);
    • Em quanto tempo seu dinheiro dobra investindo em fundos imobiliários? (Uol);
    • O que é cap rate e qual a sua relação com os FIIs (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para agosto; Selecionando as empresas melhores posicionadas no tema sob o universo de cobertura da XP

  • Com o objetivo de ajudar os investidores no processo de alocação de recursos, lançamos em setembro/21 nossa carteira recomendada ESG, combinando 10 nomes que gostamos sob uma perspectiva fundamentalista e que possuem altos padrões ESG;
  • Para agosto, estamos realizando uma mudança, trocando um nome cujas preocupações com a crise econômica tem impactado sua performance, por outro papel que vemos perspectivas positivas no 2S22, somado à expectativa de que a empresa continue performando acima da indústria e ganhando participação de mercado;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Em 2022, eventos climáticos extremos já causaram perdas de US$ 65 bilhões | Café com ESG, 29/07

  • O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,1% e +0,9, respectivamente;
  • No Brasil, em um movimento inédito, os bancos querem criar uma regra para controlar o risco de desmatamento da Floresta Amazônica pela cadeia de carne bovina, com medidas em discussão na Febraban que miram apenas nos frigoríficos – se a proposta de fato sair do papel, a indústria de carne será a primeira a ter uma regulação dos bancos voltada à Amazônia, tendo a principal meta estipulada para dezembro de 2025 – se quiserem obter crédito nos bancos depois disso, os frigoríficos terão de garantir que não compram gado (direta ou indiretamente) de áreas de desmatamento ilegal;
  • No mundo, (i) os eventos climáticos extremos deste ano já causaram perdas de US$ 65 bilhões, de acordo com a resseguradora alemã Munich Re, e a conta ainda não inclui os efeitos da onda de calor que atingiu a Europa e os Estados Unidos nas últimas semanas – no ano passado, catástrofes naturais totalizaram prejuízos de US$ 280 bilhões, muitas delas com relação direta com o aumento da temperatura global; e (ii) a Index Industry Association informou ontem que o número de gestoras de ativos que incorporam critérios ESG em seus investimentos de renda fixa aumentou significativamente no ano passado – atualmente, 76% dos gestores implementam ESG em renda fixa, acima dos 42% em 2021, de acordo com a pesquisa da associação com 300 gestoras de ativos nos EUA e na Europa. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. 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O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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