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Guia de Investimentos

Onde Investir – Outubro de 2019

O "Onde Investir" da XP Investimentos é um relatório mensal, que ajuda o investidor atualizar o seu portfólio de investimentos levando em conta o cenário político e econômico nacional e internacional, tomando suas decisões alinhadas com o seu perfil de investimentos.

Principais fatos que influenciaram os investimentos

Nossa Visão de Longo Prazo: 5 anos em 5 minutos

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Veja nossas carteiras recomendadas

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E agora: Decisão do Banco Central

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Panorama de Mercado XP: Bolsa em outubro – O que você precisa saber para investir

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Selic em 5,5%: Aumentamos recomendação de investimento em pré-fixados

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Selic em 5,5%: Aumentamos recomendação de investimento em pré-fixados

Zeina Latif: O bom debate

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Zeina Latif: O bom debate

Entenda nossa visão de longo prazo para o Brasil e para o mundo, que serve como bússola na construção da carteira ideal para cada perfil de investidor.

Aqui comparamos 3 cenários para o Brasil e como eles afetam os retornos de cada uma das classes de ativos que temos nos portfólios.

Banco Central cortou em setembro a taxa de juros básico para 5,5% ao ano.

Mas isso não foi o mais relevante: com o comunicado ele sinalizou um ciclo de cortes maior do que o mercado esperava.

Mudamos nossa estimativa para a Selic ao final do ciclo para 4,5% ao ano.

Setembro foi um mês positivo para o Ibovespa, que subiu +3,57% e fechou em 104.745 pontos.

O mês teve dois grandes movimentos: otimismo na primeira quinzena, especialmente devido ao arrefecimento da Guerra Comercial entre China e Estados Unidos, e aversão a risco na segunda, dado aumento das tensões políticas no oriente médio, uma possível parada no ciclo de corte de juros do banco central americano (Federal Reserve) e o início do processo de impeachment contra o presidente Donald Trump.

19 de setembro: em linha com nossa alteração na expectativa de corte da taxa básica pelo Banco Central, ajustamos nossas recomendações de investimento para todos os perfis.

Com frequência se assiste a divergências entre economistas nas recomendações de política pública. Ainda que cause confusão ao cidadão atento, que fica sem saber qual lado está “correto”, o debate saudável contribui para o aprimoramento da ação estatal, sendo elemento importante para o funcionamento da democracia.

Guia de investimentos

Setembro foi um mês de recuperação para os mercados ao redor do globo, com as principais bolsas em alta e as taxas de juros longas sendo comprimidas. No Brasil o Ibovespa fechou em alta de mais de 3%, acompanhado de perto pelo IMA-B, índice que reflete a rentabilidade dos papéis do governo que remuneram o investidor por uma taxa pré-fixada acrescida do IPCA. O Real se desvalorizou, o que melhorou os retornos dos ativos estrangeiros quando olhados nos portfólios domésticos.

Novas informações foram incorporadas ao nosso cenário. A primeira foi a grande mudança na comunicação do Banco Central, iniciada no meio do mês, quando cortou a taxa básica de juros em 0,5%. A instituição passou a esperar inflação abaixo da meta em 2020, mesmo com a Selic em 5,0% ao ano. Na última semana do mês, no Relatório de Inflação, foi destacado o núcleo da inflação como alvo prioritário da política monetária. Com isso alteramos nossa taxa terminal para o ciclo de juros, de 5,0% para 4,50% e aumentamos a exposição das carteiras a papéis pré-fixados com prazo em torno de 3 anos.

Também reconhecemos uma piora, ainda que leve, no ambiente político: maior dificuldade do Governo em lidar com o Congresso e em ditar a pauta, diluição da Reforma da Previdência e atraso em suas votações, muito atraso para propor uma Reforma Tributária. Por isso, aumentamos a chance de nosso Cenário Negativo se materializar de 05-10% para 10-15% (ao longo dos próximos 5 anos) e, consequentemente, adicionamos ativos internacionais às carteiras.
Última atualização: 3 de outubro de 2019