Dynamo: uma das gestoras mais renomadas do Brasil chega à XP em sua versão global

Conheça a estratégia do fundo global da renomada gestora carioca.


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A gestora Dynamo e sua história

Logo da gestora Dynamo

O ano é 1993. Uma das casas de ações mais famosas do Brasil nasceu na cidade do Rio de Janeiro, fundada por Bruno Rocha e Pedro Erbele, com a missão de investir recursos em renda variável. 

No começo, o time de gestão “importou” uma técnica conhecida atualmente como “value investing”, mas que era pouco difundida no mercado de renda variável local. O foco inicial foi no mercado brasileiro, com alocações em empresas tidas como de “segunda linha”, mas que podiam apresentar mudanças significativas em sua governança.

Um bom exemplo da dedicação do time de gestão na análise das empresas foi descrito no  livro Fora da Curva, que detalha os principais pontos fundamentais levados em consideração antes de se investir em uma empresa pelo time da Dynamo: “Antes de investir numa empresa, sempre analisamos três pontos fundamentais – seus resultados, sua estratégia (que engloba a qualidade do negócio) e as pessoas responsáveis pela gestão.”

A análise fundamentalista das companhias, a participação frequente em assembleias de empresas, sempre acompanhadas de sugestões de melhorias quando julgam necessário, e encontros com fornecedores, ex-funcionários, e competidores das empresas investidas é a rotina que garantiu à Dynamo o posto de uma das mais renomadas e bem-sucedidas gestoras do mercado brasileiro.

Seu fundo de ações local, chamado Dynamo Cougar FIA, desde a sua criação até a data do fechamento do 1º trimestre de 2021, rendeu 4.586.722% contra 113.567% do Ibovespa no mesmo período, um retorno anualizado impressionante de 47,5% a.a., contra 29,04% a.a. do Ibovespa.

A estratégia global da Dynamo

Muitos casos de sucesso passaram pelo time de gestão ao longo dos anos desta discreta gestora carioca que, ao se deparar com o tamanho relevante que a estratégia local alcançou e sem querer se limitar a um universo de investimentos apenas focado em Brasil, acabou tomando a decisão de iniciar um novo projeto de gestão complementar a sua estratégia inicial e que bebe exatamente da mesma filosofia utilizada para analisar ações no Brasil, mas que agora alcança um número maior de geografias: nasce, em 2006, a Dynamo Internacional Gestão de Recursos.

Para a estratégia internacional da gestora, estão envolvidos diretamente os sócios fundadores da Dynamo Bruno Rocha e Cristiano Souza, além de um time de outros 5 analistas (nenhum deles brasileiro, oriundos de diversos países).

O time, que fica baseado em Londres, se divide no acompanhamento dos diversos setores de um portfólio que conta em média com 15 a 20 companhias investidas. O maior foco das alocações está em empresas sediadas nos Estados Unidos e na Europa, com alocação menor em outras regiões do globo. A estratégia atualmente possui cerca de US$ 1,4 bilhões sob gestão. Desde 2006, a estratégia internacional rendeu em média, dólar + 9,00% a.a.

O Dynamo Global FIC FIA IE e principais teses de investimento

Apesar da estratégia no exterior ter sido lançada em 2006, o veículo local da Dynamo só foi constituído no início de 2012. Desde então, acumula um retorno de 521,7%.

Frisamos que a estratégia do Dynamo Global não investe no mercado local e, portanto, o Ibovespa não é o seu benchmark. A gestora se propõe a entregar retornos de cerca e 10% ao ano (em dólares) no longo prazo e não se baseia em nenhum índice acionário para construção da carteira (nem S&P 500, nem MSCI World, nem outro do gênero), adotando uma estratégia que chamam de “retorno absoluto”. Reforçamos que retorno histórico e objetivo de retorno não são garantias ou promessas de retorno futuro.

A diversificação internacional foi importante para que o time de gestão pudesse monitorar ainda mais de perto setores que ainda estão se desenvolvendo no mercado brasileiro, ou que até mesmo não existem, como os setores de bens de luxo e de videogames.

Atualmente, a carteira está dividida em três grandes blocos: 50% da alocação focada em ações ligadas ao setor de consumo, além de posições nos setores de softwares/tecnologia e posições em ações ligadas a setores industriais.

O fundo: Dyn Global Dólar Advisory FIC FIA IE

O fundo que passa a ser oficialmente distribuído pela XP, é uma nova versão do fundo Dynamo Global Investimento no Exterior FIC Ações, mas que conta com duas novidades: 1) o fundo, que anteriormente era voltado para investidores profissionais agora nasce na versão voltada para investidores qualificados, e 2) com o mínimo de alocação de R$ 25 mil.

O produto tem exposição cambial, ou seja, possui retorno atrelado à variação dos ativos somada com a variação da moeda estrangeira, que neste caso é o dólar.

Vale ressaltar, que o fundo da Dynamo tem seus retornos em dólar, o que pode fazer com que em movimentos de queda da moeda estrangeira, o retorno do fundo para o investidor brasileiro seja negativo em Reais mesmo quando os retornos dos ativos do fundo são positivos em dólar, e o contrário também é válido.

O fundo, que possui capacity limitado e poderá acabar a qualquer momento, estará disponível para agendamento a partir de hoje (08/04), com primeira janela liquidação prevista em 29/04/2021.

Segue abaixo um resumo das características principais do fundo:

Dyn Global Dólar Advisory FIC FIA IE

  • Aplicação inicial mínima: R$ 25 mil
  • Público alvo: Investidores Qualificados
  • Suitability: Moderado/Agressivo
  • Taxa de Administração da Estrutura: 2,00% a.a. (0,70% no Feeder XP + 1,10% no veículo Dynamo + 0,20% no máster)
  • Taxa de Performance da Estrutura: 20% sobre Benchmark de CPI (inflação USA) + 2,5% a.a.
  • Janelas mensais de aplicação: Liquidação em D-2 do último dia útil do mês – exceção para a Cota 1: em 29/04; Cotização: Último dia útil do mês)
  • Janelas mensais de resgate: Solicitação em D-2 do último dia útil do mês; Cotização: Último dia útil do 3º mês após a solicitação; Liquidação: D+6 após cotização
  • Tributação: Renda Variável
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