Resumo da Semana: Ibovespa fecha em queda de -2,6%

Não conseguiu acompanhar de perto o mercado durante a semana? Resumimos para você os principais destaques!


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Destaques da semana: 13/08 a 20/08

Ibovespa: -2,6% | 118.053 pontos

O Ibovespa encerra a semana com uma queda -2,6%, retornando aos 118.053 pontos, impactado por incertezas políticas e fiscais, além de um cenário macroeconômico global mais desfavorável com o avanço da variante Delta do Covid-19. Domesticamente, o cenário fiscal continua preocupando os mercados, com o governo cogitando abandonar a reforma do imposto de renda, enquanto o presidente da Câmara afirma que o projeto será votado em setembro. Além disso, as tensões escalaram com debates sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enquanto o impasse da PEC dos precatórios continua. Como resultados das incertezas e maior risco do país, o dólar acabou apreciando +2,5% frente ao real, em um movimento de risk off, e encerra a semana cotado em R$5,38.

No cenário internacional, os maiores destaques vão para a desaceleração do crescimento global, ata do FOMC nos EUA e aumento da regulamentação chinesa sobre as empresas de tecnologia. No âmbito do crescimento internacional, o indicador de surpresas econômicas do Citi, focado nas 10 maiores economias do mundo, ficou no negativo pela primeira vez desde o pico da pandemia, sugerindo que as surpresas econômicas negativas começam a superar as positivas. Esta movimentação ocorre diante da desaceleração marginal das economias globais ao passo que países como China e EUA já atingem níveis de PIB pré-pandêmicos. Por outro lado, o avanço da variante delta preocupa investidores com a implementação de novas medidas restritivas na China, que por sua vez, paralisou parcialmente as operações do porto de Ningbo, o terceiro mais movimentado do mundo, podendo causar forte impacto na cadeia de suprimentos global.

Nos EUA, a ata da última reunião do Federal Reserve revelou o desejo de parte dos integrantes do banco central americano em começar a redução dos estímulos monetários e fiscais já ao final de 2022. A antecipação deste corte e o receio do eventual aumento da taxa de juros nos EUA, acabou contribuindo para uma venda generalizada nos mercados, na medida em que preocupações com a economia ainda em estágio de recuperação surgiram. O S&P 500 termina a semana em leve queda de -0,6%. Na China, a aprovação da lei nacional de privacidade dos dados, considerada uma das mais restritivas do mundo, estendeu o período de quedas das principais ações chinesas como Tencent (-10%), Alibaba(-14%) e Meituan (-17%), retornos na moeda local de Hong Kong, contribuindo para mais uma semana negativa do mercado chinês (-5,9%).

No campo das commodities, o petróleo apresentou queda semanal de -9% para o WTI e -8% para o Brent, concluindo o sétimo dia consecutivo de perdas. A depreciação do ativo ocorreu em virtude das incertezas relacionadas a sua demanda futura, uma vez que com o avanço da pandemia algumas medidas de paralisação já estão sendo implementadas globalmente. Por outro lado, no mercado de criptomoedas mantém-se o bull market com as altcoins cardano e solana fechando com forte alta e o Bitcoin manteve-se estável na casa dos US$ 47mil – US$48mil.


Câmbio e juros

O Dólar fechou a semana com uma alta de +2,52% em relação ao Real, em R$ 5,38/USD. Já a curva DI para o vértice de janeiro/31 apresentou alta, abrindo 14 bps na semana, atingindo 10,42%.


O que esperar

Para a próxima semana, o destaque internacional será o simpósio de Jackson Hole, encontro anual de banqueiros centrais, formuladores de políticas públicas e economistas. Na seara de indicadores, destaque para a divulgação do deflator PCE, medida de inflação preferida do Federal Reserve, e (entre outros dados de atividade econômica) a divulgação da segunda leitura do PIB dos EUA referente ao 2º trimestre.

No cenário doméstico, acompanharemos a divulgação de uma bateria de indicadores, que inclui dados fiscais (relatório mensal da dívida pública, arrecadação tributária federal), atividade econômica (Caged – saldo de emprego formal), setor externo (saldo de transações correntes e investimento direto no país) e inflação (IPCA-15, INCC-M). No campo político, discussões sobre a proposta de reforma tributária (foco na tributação da renda) e a tramitação da PEC dos Precatórios devem ser os destaques.


Ações

SABESP

As ações reagiram positivamente após declarações do deputado federal e novo secretário de Projetos e Ações Estratégicas do governo de São Paulo, Rodrigo Maia, sobre uma possível privatização da companhia de saneamento.

Atribuímos a alta a um movimento de recuperação após a forte queda do papel na semana anterior (-25,3%), quando divulgou resultados para o 2T21 abaixo das expectativas do mercado.

As ações reagiram positivamente O mercado reagiu positivamente aos resultados do 2T21 reportados pela companhia nesta semana.

Acreditamos que a performance positiva da ação reflete o movimento de redução na perspectiva de risco global, com queda nos níveis de juros de longo-prazo ao longo da semana. Ademais, o mercado se mostrou animado após a publicação do edital da Rodovida Dutra nesta semana, e ter a CCR como uma das principais interessadas em levar a concessão, a qual apresenta uma previsão de investimentos de ~R$14.8bi e 30 anos de contrato. Atualmente tal rodovia é a principal ligação rodoviária entre São Paulo e Rio de Janeiro, e teve seu primeiro leilão vencido pela CCR em 1997.

As ações reagiram positivamente após a companhia declarar que está avaliando novas aquisições nas áreas de transmissão e geração (CELG-T e CEEE geração).

As ações do setor tiveram nova semana negativa, impactadas pelas incertezas em torno das restrições de produção de aço na China e os novos casos de Covid-19 no país. Os preços de minério de ferro caíram -13% na semana, chegando a ser negociados a US$132/t, nível mais baixo desde dezembro de 2020.

As ações do setor tiveram nova semana negativa, impactadas pelas incertezas em torno das restrições de produção de aço na China e os novos casos de Covid-19 no país. Os preços de minério de ferro caíram -13% na semana, chegando a ser negociados a US$132/t, nível mais baixo desde dezembro de 2020.

As ações do setor tiveram nova semana negativa, impactadas pelas incertezas em torno das restrições de produção de aço na China e os novos casos de Covid-19 no país. Os preços de minério de ferro caíram -13% na semana, chegando a ser negociados a US$132/t, nível mais baixo desde dezembro de 2020.

As ações do setor tiveram nova semana negativa, impactadas pelas incertezas em torno das restrições de produção de aço na China e os novos casos de Covid-19 no país. Os preços de minério de ferro caíram -13% na semana, chegando a ser negociados a US$132/t, nível mais baixo desde dezembro de 2020.

As ações do setor tiveram nova semana negativa, impactadas pelas incertezas em torno das restrições de produção de aço na China e os novos casos de Covid-19 no país. Os preços de minério de ferro caíram -13% na semana, chegando a ser negociados a US$132/t, nível mais baixo desde dezembro de 2020.

Fluxo de estrangeiros na Bolsa brasileira

Nessa semana, o saldo acumulado da movimentação dos investidores estrangeiros na Bolsa foi de +R$2,3 bilhões*.

*Até dia 18/08/2021

Performance das Bolsas mundiais na semana

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