Resumo da Semana: Ibovespa fecha em leve alta de +0,3%

Não conseguiu acompanhar de perto o mercado durante a semana? Resumimos para você os principais destaques!


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Destaques da semana: 25/06 a 02/07

Ibovespa: +0,29% | 127.622 pontos

O Ibovespa fechou a semana com uma leve alta de +0,3%, puxado pelo exterior, e interrompeu a sequência de três semanas consecutivas de perdas.

Nos últimos dias, a Bolsa brasileira continuou a repercutir a divulgação da segunda fase da reforma tributária, das quais a taxação de dividendos e fundos imobiliários mais preocupam os investidores. Somou-se a isso, a elevação das tensões políticas por conta do CPI da Pandemia, após acusações de corrupção sobre as negociações para compra de vacinas.

No exterior, os índices americanos (Nasdaq +1,9%, S&P500 +1,7% e Dow Jones +1,0%) avançaram impulsionados pelo relatório de empregos dos EUA, que indicou a geração de 850 mil vagas de emprego em junho, dado acima das expectativas. O relatório mostrou uma recuperação sólida da economia americana, ao mesmo tempo que não deve mudar a trajetória da política monetária. Com isso, o S&P 500 registrou sete sessões consecutivas de alta e fechou a sexta numa máxima histórica.

Os mercados da Europa tiveram uma semana turbulenta em meio a preocupações com a variante Delta da Covid-19. Apesar de dados econômicos que confirmam uma recuperação robusta na região, o Euro Stoxx 50 caiu -1,6% na semana. Mais negativas estão as bolsas chinesas (CSI 300 -3,9% e HSI -3,4%) depois do forte discurso do presidente Xi Jinping contra a interferência externa num evento de comemoração ao centenário do Partido Comunista Chinês, ao mesmo tempo em que os mercados fecharam à espera dos dados de mercado de trabalho dos EUA que só vieram depois.

Em commodities, os preços do petróleo subiram (Brent +0,7% e WTI +1,5%) em antecipação à decisão da OPEP+ quanto aos ajustes na sua oferta nos próximos meses. Porém, a organização adiou a decisão por conta de um impasse com os Emirados Árabes. As conversas devem continuar na semana que vem.


Gráfico da semana:

Os melhores e os piores mercados no segundo trimestre

Clique aqui para ver mais detalhes sobre o gráfico da semana.


Câmbio e juros

O Dólar fechou a semana com uma alta de +2,54% em relação ao Real, em R$ 5,06/USD. Já a curva DI para o vértice de janeiro/31 apresentou alta, subindo 2 bps na semana, atingindo 9,09%.


O que esperar

No cenário internacional, o destaque da semana será a divulgação da Ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Fed (FOMC) nos EUA. Teremos também PMIs de serviços referentes a junho nos EUA, além de indicadores de atividade econômica de maio na Zona do Euro, índices de inflação na China e decisão de política monetária no Japão. A decisão da OPEP sobre produção de petróleo também fica no radar.

No Brasil, o cenário político ganha força com alegações de envolvimento da administração Bolsonaro na compra ilegal de vacinas, e os potenciais impactos da CPI da pandemia na agenda do Executivo no Congresso. Na seara de indicadores, destaque para a divulgação de vendas no varejo (PMC) de maio e da inflação medida pelo IPCA de junho.


Ações

A empresa encontra-se restrita por determinação da nossa área de compliance.

O preço das ações seguiu o movimento de alta dos preços de petróleo na semana.

Atribuímos a alta das ações à notícias positivas na mídia sobre o andamento da compra de blocos de capital da Braskem.


A empresa encontra-se restrita por determinação da nossa área de compliance.

Sem notícias específicas sobre o papel.

Sem notícias negativas relevantes para o papel nesta semana, atribuímos a queda do papel a um potencial movimento de realização de lucros após forte alta das ações no último mês em função da compra de cerca de 1/3 da BRF pela Marfrig, conforme detalhamos no nosso último relatório sobre o setor de proteínas, “Vida longa à temporada do churrasco” – lembrando que temos recomendação de Neutro para as ações da BRF, com preço-alvo de R$ 30 por ação.

Em nossa visão, as ações foram negativamente impactadas pela combinação da preocupação com a variante Delta do Covid-19 e a proposta da reforma tributária, que mudaria o regime de tributação de lucro presumido para lucro real das companhias.

A empresa encontra-se restrita por determinação da nossa área de compliance.

Em nossa visão, as ações foram negativamente impactadas pela combinação da preocupação com a variante Delta do Covid-19 e a proposta da reforma tributária, que mudaria o regime de tributação de lucro presumido para lucro real das companhias.

Atribuímos a queda a um movimento de correção após a forte alta do papel desde o início do mês de maio.

Fluxo de estrangeiros na Bolsa brasileira

Nessa semana, o saldo acumulado da movimentação dos investidores estrangeiros na Bolsa foi de +R$600 milhões*.

*Até dia 30/06/2021

Performance das Bolsas mundiais na semana

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